Nelson Freitas: Alma Motociclista!

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FOTO: GUTO COSTA

Sempre engajados no universo das duas rodas, entrevistamos o ator Nelson Freitas, da Rede Globo, o qual nos contou detalhes da sua relação com as motos. Acompanhe! “O meu interesse por moto vem desde moleque. Quando a gente é criança gostamos de brincar de carrinho, moto, etc. Quando a gente cresce é a mesma coisa, o que muda é o tamanho e o preço do ‘brinquedo’. Mas, eu só fui realmente ter uma moto há pouco tempo. Eu não tinha grana, nem bicicleta eu tive quando criança. Minha primeira bicicleta consegui quando já tinha 25 anos, assim que comecei a ser ator. A bicicleta me trouxe as duas rodas e eu falei: Agora eu preciso de uma moto!”, conta Freitas.

Sobre o primeiro modelo conquistado, o ator fala com bastante nostalgia, e conta, também, sobre os modelos que já teve. “Comprei uma XLX 350, usada, em 1989/90, desde então eu tenho moto e ela é o meio de transporte, eu não tenho carro. Só ando de motocicleta, mesmo com chuva. Eu passei bastante tempo com cada modelo. Fiquei com a XLX 350 até 97, quando voltei da novela ‘Chiquititas’. Até o dia que eu estava na porta do teatro e um menino me pediu para comprar uma bala que ele estava vendendo e eu disse: Poxa, eu estou sem grana e tal. E ele respondeu: Ué? Você não é aquele cara que era o galã das Chiquititas? E eu respondi que sim. E ele rebateu: E com uma moto dessas? Porque você não compra uma moto melhor? Foi então que eu comprei uma Cagiva, um modelo incrível. Mas, ela foi apresentando um defeito característico da moto, que era uma roda livre dela, para pegar era sempre muito chato”.

E ele continua sobre falando sobre as motos que já possuiu. “Da Cagiva eu fui para uma Falcon 400 preta, depois peguei uma Triumph Tiger 800 XC, maravilhosa, que sonho, um namoro incrível! Aí eu fui roubado. Estava saindo de uma comunidade, onde a gente foi gravar o ‘Zorra’, lá em Guaratiba. Quando passei voltando para casa os caras me filmaram e vieram atrás, me apontaram uma pistola e me mandaram encostar. Pegaram a moto e saíram acelerando. Então consegui uma carona e dei de cara com uma blitz. Contei que tinha acabado de ser assaltado e que a moto tinha rastreador. Eles me perguntaram se eu sabia onde ela estava e eu disse que sim, então entrei no carro e fomos até lá. Quando entrei no carro eu peguei e gravei. Em 20 minutos a gente recuperou a moto. Eu continuei gravando e agradeci muito a polícia, pois a maioria das pessoas só sabe malhar, mas não sabe o que esses caras passam de verdade, arriscando a vida para manter a lei e ordem. Então alguém ligou e cortou a ligação, só que eu mandei para a turma do Zorra, alguém de lá postou e foram 3 milhões de acessos em 24 horas, teve gente me ligando da Austrália, do Japão, entre outros. Desde então, virei amigo da polícia. Onde eu passo eles me cumprimentam e perguntam da motocicleta. Depois eu troquei e hoje estou com uma Triumph Tiger Super Sport 1050 cilindradas, que é uma fofura, gigante com um pneu grande atrás e um pequeno na frente”, diz Freitas.

Sonho realizado

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FOTO: GUTO COSTA

Questionamos o ator se existe alguma moto que seja o seu sonho de consumo. Veja o que ele respondeu: “Meu sonho de consumo eu já realizei, é essa que eu tenho hoje. A vida inteira eu quis uma Triumph Tiger. Estou fascinado. Eu sou mais de moto trail do que as estradeiras e Harley-Davidson. Eu gosto sempre de estar com a possibilidade de matar uma barata, que é quando você consegue pisar no chão para equilibrar a moto em alguma circunstância, e no outro você está sempre com o pé para frente, então é mais difícil”.

Nelson Freitas fala sobre os cuidados que ele se atenta ao andar de moto. “Eu sou um motociclista, não um motoqueiro, e são tantas as atenções que um motociclista precisa ter na cidade do Rio de janeiro ou em São Paulo, que são grandes centros. Porque as pessoas muitas vezes não vêem as motos pelo retrovisor, e outras vezes entram na sua frente. Portas abrindo, táxi que estaciona para pegar gente. Tem que ficar atento em tudo. Uma das pessoas que me ensinou a andar de moto foi o meu compadre Raul Gazolla. A primeira lição dele foi: ‘Você não pode pensar em outra coisa quando tiver pilotando que não seja na pilotagem’. Qualquer coisa pode te distrair, você tem que pensar por todo mundo. Eu nunca sofri um acidente sério, sofri alguns, mas nenhum muito grave”.

Mais que um veículo, uma paixão!

O que a motocicleta significa na sua vida? Essa foi uma pergunta tinha que ser feita, para entendermos até onde a moto consegue penetrar no dia a dia, na alma do ator. “Liberdade. Eu vi uma vez um comercial maravilhoso da avó falando com o avô: ‘Você viu o seu neto agora? Comprou uma moto! Meu Deus do Céu, o que vai ser desse menino! O que ele vai ser da vida?’. O avô levanta e responde: ‘Livre!!’ (risos). A motocicleta te dá uma liberdade, principalmente nos dias de hoje. Eu não vivo sem moto. Tenho minha capa de chuva que coloco na mochila, se chover eu visto e volto para casa sequinho”, afirma Freitas.

Para o ator, a motocicleta serve mais como meio de locomoção, ele diz que tem poucos quilômetros rodados em viagens. “Uso mais para me locomover na cidade mesmo. Viagem eu tenho pouca experiência. Já fui para Angra e Búzios, mas não é o meu forte. Não sou um ‘viajador de moto’.

Pedimos para Nelson contar alguma história curiosa que envolvesse a moto. E ele não titubeou: “Além da história do assalto, tem uma passagem engraçada. Quando eu estava aprendendo a andar de moto, estava jogando bola com um amigo lá no Posto 9 e tinha um ralado, porque caí no Alto, e ele perguntou: ‘O que foi isso?’. E eu respondi que tinha tomado um tombo, mas comentei que era normal, como estava aprendendo, tinha mesmo que cair. Ele voltou de onde estava, me deu um tapa na cara com força e disse: ‘Não tem que cair não!’. Depois disso, nunca mais caí (risos)”, finaliza Nelson Freitas.

Honda celebra produção de 1 milhão de motores 160 cc no Brasil

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FOTO: DIVULGAÇÃO

A fábrica de motocicletas da Honda, localizada em Manaus (AM), acaba de conquistar mais um marco em sua trajetória: a produção de seu motor 160 centímetros cúbicos de número 1 milhão. O marco aconteceu na manhã de 11 de dezembro.

Há 41 anos presente na cidade manauara, a Moto Honda da Amazônia deu início à produção de seus motores 160 cc em novembro de 2014, com o lançamento da NXR 160 Bros, nas versões ESD e ESDD. No ano seguinte, a linha CG também passou a contar com a motorização nos modelos CG160 Fan e CG160 Titan. Já a partir de 2016, a CG 160 Cargo e a CG 160 Start passaram a integrar o grupo de motocicletas 160 cilindradas da marca.

Potência, economia e redução de emissões

A capacidade de 160cm³ proporcionou maior potência e torque ao desempenho geral dos modelos Honda, voltados para os motociclistas que buscam um veículo confiável, moderno, prático e econômico.

A implementação seguiu novos conceitos baseados na melhoria da eficiência de combustão e economia, além da baixa emissão de poluentes na atmosfera, atendendo às exigências da segunda fase do PROMOT4 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), que intensifica as regras para a diminuição dos gases tóxicos emitidos por veículos automotores.

Além disso, a tecnologia FlexOne foi expandida com a chegada dos motores 160cm³, possibilitando mais flexibilidade aos clientes, com o abastecimento de etanol (álcool), gasolina ou com a mistura de ambos.

Galeria de Fotos: Kawasaki Ninja H2R

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FOTO: DIVULGAÇÃO

Durante o Salão Duas Rodas, evento que aconteceu em novembro e movimentou o mercado do motociclismo, um dos grandes sucessos foi a exposição da Kawasaki Ninja H2R, a qual estava alocada no stand da FW. Em teste realizado com a máquina, a motocicleta atingiu os incríveis 393 km/h, e foi considerada a mais veloz do Brasil.

Confira as imagens da raridade:

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Honda CBR 500R: Esportiva Verdadeira

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FOTO: GUSTAVO EPIFANIO E JÉFFERSON JOHN

Herdeira da tradição vencedora nas pistas, a Honda CBR 500R é uma esportiva verdadeira, capaz de satisfazer tanto a pilotos experientes como aqueles que a escolheram como primeira motocicleta de alta cilindrada. Mais velocidade, mais adrenalina e mais combustível para viagens mais longas, já que o tanque com capacidade de 16,7 litros permite rodar mais sem preocupação.

Motociclistas acostumados a máquinas de maior porte e potência assim, como principiantes, encontrarão no exato equilíbrio desta sport a razão do uso do prestigioso “CBR” no modelo, sigla que identifica as máquinas de performance superior da Honda.

Disponível em cor única (vermelho), a carenagem integral atrai pela beleza do design e eficiência aerodinâmica. O posicionamento do piloto, mais avançado, visa maior sensibilidade na tocada esportiva sem que tal postura cause desconforto no uso urbano.

Graças à suspensão dianteira com garfo telescópico ajustável, é mais fácil manusear a moto, principalmente em trajetos fora da cidade. Ela ainda conta com suspensão traseira Pro-Link com ajustes de pré-carga.

Características marcantes

– Design e Esportividade

– Valor de Revenda

– Conforto

– Esportividade

– Custo Benefício (Preço)

– Formato do Assento

– Autonomia

– Lanternas em LED

– Precisão na troca de marchas

– Ajuste da suspensão (dianteira)

– Bocal articulado

FICHA TÉCNICA:

MOTOR

Tipo: DOHC, Dois cilindros, 4 tempos, refrigeração líquida

Cilindrada: 471 cc

Potência máxima: 50,4 cv a 8.500 rpm

Torque máximo: 4,55 kgf.m a 7.000 rpm

Transmissão: 6 velocidades

Sistema de partida: Elétrico

Diâmetro x Curso: 67,0 x 66,8 mm

Sistema Alimentação: Injeção Eletrônica PGM-FI

Combustível: Gasolina

SISTEMA ELÉTRICO

Ignição: Eletrônica

Bateria: 12V – 8,6 Ah

Farol: LED

CAPACIDADE

Tanque de combustível/Reserva: 16,7 litros

Óleo do motor: 3,2 litros

DIMENSÕES

Comprimento x Largura x Altura: 2081 x 756 x 1150 mm

Distância entre eixos: 1409 mm

Distância mínima do solo: 140 mm

Altura do assento: 789 mm

Peso seco: 183 kg

CHASSI

Tipo: Diamond Frame

Suspensão dianteira/Curso: Garfo telescópico / 120 mm

Suspensão traseira/Curso: Pro-Link / 119 mm

Freio dianteiro/Diâmetro: A disco / 320 mm

Freio traseiro/Diâmetro: A disco / 240 mm

Pneu dianteiro: 120/70 – 17

Pneu traseiro: 160/60 – 17

PREÇO SUGERIDO: R$ 25.900,00

AGV apresenta sua nova coleção para 2018

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FOTO: DIVULGAÇÃO

A AGV, conceituada marca italiana de capacetes, aproveitou o Salão Duas Rodas para trazer ao público seus mais recentes lançamentos, incluindo uma novidade muito aguardada pelos fãs da motovelocidade: o capacete K-3 SV, réplica do piloto ítalo-brasileiro Franco Morbidelli, campeão mundial de motovelocidade em 2017, na categoria Moto2. Além do modelo, a marca apresenta, ainda, quatro novos cascos.

Famosa por combinar de forma envolvente as bandeiras do Brasil e da Itália, a réplica traduz o amor do piloto pelos dois países. Nascido em Roma, é filho do ex-piloto Lívio Morbidelli e da brasileira Cristina. Em 2013, foi campeão mundial de Superbike, na categoria Superstock 600, fato que rendeu a ele o convite para ingressar na Moto2. Com o apoio do multicampeão Valentino Rossi, crucial para que ele pudesse evoluir dentro e fora das pistas, Morbidelli é hoje um dos nomes em evidência na motovelocidade. O grafismo chega ao consolidado capacete K-3 SV.

Por falar em pista, chega oficialmente ao país o capacete Corsa R, projeto evolutivo dos capacetes Pista GP e Corsa. Superior em diversos quesitos, o Corsa R conta com casco tricomposto, formado pela combinação da fibra de carbono, aramida e fibra de vidro. Possui aerodinâmica melhorada, graças aos feedbacks e experiências dos pilotos de nível mundial patrocinados pela marca, viseira de 5 milímetros com amplo campo de visão e Tear-off disponível, forro cortado a laser, hipoalérgico, respirável e removível, adaptável a diferentes biotipos, além de exclusivo sistema com alça de resgate. Além disso, a parte superior do forro possui tecnologia reversível, em que o piloto pode escolher o lado de uso que se sinta mais confortável, de acordo com o clima.

Desempenho máximo

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FOTO: DIVULGAÇÃO

A questão do desempenho é valorizada, também, quando falamos de outra novidade da AGV, o Veloce S, que possui todos os recursos de um capacete de alta performance, nesta versão voltada para as ruas. Ele mistura carbono, aramida e fibra de vidro em sua composição. A parte interna foi projetada para fornecer um ajuste estável e abrangente, enquanto que a viseira, antirriscos, incorpora a tecnologia Pinlock antiembaçante, além de maximizar o campo de visão do piloto.

Para os adeptos dos capacetes Open Face, a marca apresenta o K-5 Jet, que se encaixa perfeitamente a cabeça de forma extremamente confortável, cobrindo toda a região da calota craniana. Com isto, o motociclista conta com um capacete versátil e seguro para a cidade. Seu casco bicomposto, de fibra de carbono e fibra de vidro, possui um spoiler integrado para máxima estabilidade e performance, enquanto que a viseira conta com Visor Magnetic System (VMS), mecanismo que reforça a sua fixação.

Para completar, a AGV deve lançar um novo casco, o capacete K-1, projeto inovador que, além de trazer grafismos famosos, conta com um design ousado, com spoiler otimizado em posição racing, mecanismo da viseira até 40% menor que o do tradicional K-3,sistema de ventilação multicanais e viseira com amplo campo de visão, sobretudo quando o motociclista está carenado durante a pilotagem.

Parte destas novidades tem previsão para desembarcar no Brasil no início de 2018, mas puderam ser conferidas em primeira mão no estande da marca italiana no Salão Duas Rodas.

Dezembro é mês de licenciar veículos com placa terminada em 0

Calendário de licenciamento

FOTO: DIVULGAÇÃO

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) alerta que agora em dezembro é a vez dos proprietários de veículos com placa terminada em 0 realizarem o licenciamento do exercício 2017. Do contrário, esses veículos não poderão circular a partir de 1º de janeiro.

Não é necessário ir às unidades do Detran.SP ou imprimir boleto para pagar o licenciamento, que custa R$ 85,24 para todo tipo de veículo. Basta informar o número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) ao caixa bancário ou selecionar essa opção nos terminais eletrônicos das agências ou no internet banking.

Para receber o documento em casa, é só pagar mais R$ 11 do custo de envio pelos Correios. O motorista pode acompanhar a entrega do documento pelo portal http://www.detran.sp.gov.br, em “Serviços Online”. O licenciamento também pode ser feito presencialmente nas unidades do Detran.SP ou nos postos Poupatempo. O passo a passo completo do serviço está disponível no portal do departamento, na área de veículos.

Atualmente, o Estado de São Paulo tem mais de 28,9 milhões de veículos registrados. Independentemente do ano de fabricação, todos têm de ser licenciados anualmente para poder circular nas vias públicas, uma exigência da legislação federal de trânsito.

CRF 1000L Africa Twin TE: Viagens Inesquecíveis

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FOTO: GUSTAVO EPIFANIO E JÉFFERSON JOHN

Uma Africa Twin ainda mais ponderosa! A Honda CRF 1000L Africa Twin TE chega com design marcante, projetado para obter a melhor aerodinâmica e contribuir para uma pilotagem versátil. A moto oferece agressividade para o extremo off road, conforto para viagens e agilidade na cidade. Seu conjunto óptico é especial e conta com lanterna e piscas em LED, que acentuam seu design agressivo e garantem excelente visibilidade em pilotagem noturna.

O novo painel da motocicleta conta com duas telas de LCD, o computador de bordo permite a visualização do funcionamento do motor e do consumo de combustível, ou seja, tudo que você precisa saber sobre a máquina durante sua aventura. A Africa Twin TE supera obstáculos em qualquer terreno. As rodas raiadas de 21 polegadas na dianteira e 18 polegadas na traseira reduzem o impacto causado pelas imperfeições do solo.

No chassi, a moto exibe berço semiduplo em aço com amplo ângulo de direção, o que garante conforto nos mais variáveis tipos de terreno e velocidade. Com motor bicilíndrico paralelo de 999cc com cabeçote OHC Unicam derivado das CRFs de competição. Leve e compacto, contribui para a distribuição de massas e posicionamento ideal do centro de gravidade. Para deixar claro, essa versão que testamos, a denominada “TE” vem com 3 maleiros e o para-brisa um pouco mais alto que o outro modelo.

Impressões do Piloto

Cezar Augusto de Souza Oliveira, mais conhecido como Cesinha, advogado, de 41 anos: “Tive o prazer de participar desse projeto da Honda e pilotar quase todas as motocicletas envolvidas. Em especial, minha missão foi avaliar a Africa Twin. Se engana quem vê uma motocicleta daquele tamanho e pensa que é algo difícil de conduzir. Trata-se de uma máquina maravilhosa, versátil, muito leve e fácil de pilotar. Recomendo o test ride!”, afirma Cezinha.

Características marcantes

– Habilidade On/Off

– Tamanho da roda

– Performance do Motor

– Espírito Aventureiro

– Conceito True Adventure

FICHA TÉCNICA:

MOTOR

Tipo: OHC, 2 cilindros, 4 tempos, arrefecido a líquido

Cilindrada: 999,1 cc

Potência máxima: 90,2 cv a 7.500 rpm

Torque máximo: 9,3 kgf.m a 6.000 rpm

Transmissão: 6 velocidades

Sistema de partida: Elétrico

Diâmetro x Curso: 92,0 x 75,1 mm

Sistema Alimentação: Injeção Eletrônica PGM-FI

Combustível: Gasolina

SISTEMA ELÉTRICO

Ignição: Eletrônica

Bateria: 12V – 11,2 Ah

Farol: LED

CAPACIDADE

Tanque de combustível/Reserva: 18,8 litros / 3,6 litros

Óleo do motor: 4,9 litros

DIMENSÕES

Comprimento x Largura x Altura: 2334 x 932 x 1478 mm

Distância entre eixos: 1574 mm

Distância mínima do solo: 250 mm

Altura do assento: 870 / 850 mm (STD / LOW)

Peso seco: 212 Kg (versão sem acessórios)

CHASSI

Tipo: Berço Semiduplo

Suspensão dianteira/Curso: Garfo telescópico / 230 mm

Suspensão traseira/Curso: Pro-link / 220 mm

Freio dianteiro/Diâmetro: A disco / 310 mm (ABS)

Freio traseiro/Diâmetro: A disco / 256 mm (ABS)

Pneu dianteiro: 90/90 – 21M/C

Pneu traseiro: 150/70 – 18M/C

PREÇO SUGERIDO: R$ 64.400,00