Rally dos Sertões: Ricardo Martins está pronto para a largada das motos

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Foto: DFotos

O catarinense Ricardo Martins está pronto para a largada das motocicletas no 25º Rally dos Sertões. O piloto do Team Rinaldi encara 3.300 quilômetros de desafios, incluindo 1.999 de trechos cronometrados, com início neste domingo (20) em Goiânia, Goiás. A chegada será no dia 26 de agosto em Bonito, Mato Grosso do Sul.

Tricampeão brasileiro de rally cross country, Martins venceu em 2011 a categoria Marathon no Rally dos Sertões. O título da classificação geral das motos, porém, representa uma conquista inédita no maior rally do país. “O objetivo é acelerar com a cabeça no lugar e fazer uma prova limpa, para buscar esse título tão sonhado”, explicou o piloto, que já chegou à capital goiana.

Inscrito na categoria Super Production, ele terá o numeral 6 na motocicleta. “Venho de uma boa temporada, sem problemas físicos ou mecânicos, e consegui cumprir todo o planejamento de treinos para o Rally dos Sertões. A preparação foi correta, com tudo o que eu precisava. Os pneus Rinaldi HE 42 estão perfeitos e muito bem ajustados para o desafio. Estou bastante confiante”, concluiu Martins.

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Programação* – 25º Rally dos Sertões

19/8 (Sábado)

Das 9h às 10h – Carreata pelo centro de Goiânia (GO)

Das 10h30 às 14h – Prólogo na Cidade Alpha Goiás, em Senador Canedo (GO)

18h30 – Largada promocional no Autódromo de Goiânia (GO)

1ª Etapa – 20/8 (Domingo)

Goiânia (GO) – Goianésia (GO)

DI (Deslocamento inicial) – 221,87 km

TE (Trecho especial cronometrado) – 306,82 km

DF (Deslocamento final) – 151,79 km

Total do dia: 680,48 km

2ª Etapa – 21/8 (Segunda-feira)

Goianésia (GO) – Santa Terezinha de Goiás (GO) – ETAPA MARATONA

DI – 78 km

TE – 248 km

DF – 0 km

Total do dia: 326 km

3ª Etapa – 22/8 (Terça-feira)

Santa Terezinha de Goiás (GO) – Aruanã (GO)

DI – 0 km

TE – 297,06km

DF – 9 km

Total do dia: 306,06 km

4ª Etapa – 23/8 (Quarta-feira)

Aruanã (GO) – Barra do Garças (MT)

DI – 102,4 km

TE – 273,20 km

DF – 95,68 km

Total do dia: 471,28 km

5ª Etapa – 24/8 (Quinta-feira)

Barra do Garças (MT) – Coxim (MS)

DI – 13,85 km

TE – 438,86 km

DF – 213,30 km

Total do dia: 666,01 km

6ª Etapa – 25/8 (Sexta-feira)

Coxim (MS) – Aquidauana (MS)

DI – 59,82 km

TE – 194,91 km

DF – 174,72 km

Total do dia: 429,45 km

7ª Etapa – 26/8 (sábado)

Aquidauana (MS) – Bonito (MS)

DI – 128,62 km

TE – 240,45 km

DF – 51,71 km

Total do dia: 420,78 km

Total da prova: 3300,06 km

Total de trechos cronometrados (especiais): 1.999,52 km

* A programação é fornecida pela organização do evento e está sujeita a alterações.

BMW C 650 GT: O scooter Premium

Flickr - Keith Drummond

Foto: Flickr/Keith Drummond

No dia 30 de maio de 2015, a BMW anunciou a chegada no Brasil da C 650 GT, scooter que revolucionou a categoria. A motocicleta oferece pintura especial, bagageiro e um motor de 647cc, capaz de gerar 60 cavalos de potência. Na época, os preços variavam entre R$ 53.900 e R$ 54.500.

Visual elegante, de grande porte, o veículo é perfeito para o uso urbano, pois alia toda a tecnologia BMW à praticidade que um scooter dispõe. O painel é de LCD e o compartilhamento abaixo do banco acomoda cerca de 60 litros, possibilitando o carregamento de dois capacetes fechados.

Para o motociclista Laertes Torrens Filho, o scooter é simplesmente fantástico. “A C 650 GT têm design totalmente atualizado, sendo perfeito para ‘perfurar’ o vento. Os freios são super confiáveis e a velocidade final é surpreendente”, afirma Laertes.

Um mito chamado Valentino Rossi

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FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK

Valentino Rossi, italiano, de 38 anos, piloto profissional da equipe Movistar Yamaha de MotoGP, é um verdadeiro mito quando se fala em motovelocidade. Detentor de diversos títulos importantes, entre eles vários campeonatos mundiais, sendo 9 no total. Tanto talento sobre as duas rodas lhe rendeu uma boa condição financeira e, atualmente, o piloto é um dos 20 desportistas mais bem pagos do mundo.

A paixão pela motocicleta vem de sangue, já que seu pai, Graziano Rossi, também foi piloto. No primeiro desafio desse ano na MotoGP, o italiano ficou em terceiro lugar. As primeiras posições foram ocupadas por Maverick Vinãles e Andrea Dovizioso. Na próxima etapa, que ocorre no domingo, dia 9, em Termas de Rio Hondo, na Argentina, a qual será a 350ª participação em GPs na carreira, Rossi pretende se garantir no pódio mais uma vez.

“Não foi um início fácil. Nós trabalhamos muito duro durante os testes e no fim de semana da primeira corrida ainda arrumamos algumas coisas, especialmente na frente da moto. A prova correu muito bem e fiquei feliz por ser capaz de chegar ao pódio. Agora vamos para a Argentina. Esta é uma pista de que gosto bastante e estou contente em ir para lá. Espero que o asfalto esteja em boas condições, porque ano passado foi muito difícil para nós. Vamos tentar trabalhar melhor e ir ao pódio mais uma vez”, afirmou Rossi.

Hayabusa: 1300 cilindradas de pura adrenalina

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Foto: Flickr/Eddiestannes1

Em 1999 a Suzuki resolveu inovar no mercado do motociclismo e criou a Hayabusa, uma máquina potente, com 1300 cilindradas. A ideia da marca, na ocasião, era produzir a moto mais rápida do mundo. Relatos de motociclistas da época informam que o veículo atingia velocidades acima dos 320 km/h. Sua primeira geração foi chamada de GSX1300R. Possuía motor de 4 cilindros, 4 tempos e refrigeração a água.

O sucesso foi imediato e os dados são animadores para a Suzuki: estima-se que foram vendidas mais de 100.000 unidades. De acordo com o motociclista Laertes Torrens Filho, quando lançada, a moto causou um verdadeiro “frisson”. “A Hayabusa tinha detalhes completamente diferentes das motocicletas da sua categoria (Sport Touring). Uns amavam, outros, nem tanto”, diz Filho.

Segundo Laertes, a novidade chegava para desbancar as concorrentes da época. “A disputa era travada principalmente com a Honda Black Board, de 1100 cc, que chegava perto dos 300 km/h, porém, a Hayabusa desenvolvia uma velocidade superior à moto da Honda”.

RD 350: A “viúva negra” sobre duas rodas

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Foto: Divulgação

Em 1973, a Yamaha Motor Company Limited produziu uma motocicleta que iria marcar época no Brasil (as primeiras unidades feitas no país datam o ano de 1986): a RD 350. Conhecida como “Viúva Negra”, o veículo utilizava a palheta de torque, mecanismo que veda a mistura do ar, combustível e óleo junto ao carburador, inovando a prática na ocasião. O modelo também foi pioneiro no uso do quadro de berço-duplo e suspensão traseira mono-amortecida de série.

A moto possuía motor de 2 tempos, freio a disco dianteiro e uma caixa de mudanças com 6 marchas. As cores “Candy Red” e “Racing Green” foram as escolhidas pela marca para o início dos trabalhos.

No ano de 1991, a motocicleta recebeu suas últimas modificações, sendo que a produção no mercado brasileiro parou em 1993. Segundo o motociclista Laertes Torrens Filho, o lançamento fez bastante sucesso e gerou muita euforia quando foi criada. “Era uma moto muito potente para a época, porém os freios deixavam a desejar. Daí surge o apelido de ‘Viúva Negra’, pois muitos motociclistas sofreram acidentes e perderam a vida a bordo de uma RD 350, deixando suas esposas viúvas’, diz Laertes.

Superesportiva BMW Motorrad HP4 RACE será vendida no Brasil

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FOTO: DIVULGAÇÃO/BMW

A BMW Motorrad acaba de confirmar a venda no Brasil da superesportiva HP4 RACE, um dos lançamentos mais exclusivos da história da marca. Apresentado no Salão de Motos de Milão 2016, onde surpreendeu o público e a imprensa especializada, o modelo traz o que existe de mais avançado em termos de engenharia e eletrônica.

Além do uso extenso de fibra de carbono, ele oferecerá um amplo pacote de sistemas eletrônicos de controle e assistência. O processo de fabricação também é único: cada unidade será montada individualmente por um grupo reduzido de engenheiros altamente especializados. Não por acaso, a superesportiva, que chega em breve ao País, terá sua produção limitada a 750 unidades.

Para mais informações sobre a BMW do Brasil acesse:

www.bmw.com.br

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XSR900: Nascida para dominar

Flickr - Lovelymotor

Foto: Divulgação

No interior de cada motociclista existe o desejo ardente de conduzir uma moto que o faça se sentir bem em cada quilômetro rodado. A Yamaha XSR900 Abarth é uma dessas máquinas. Trata-se de uma motocicleta diferenciada, de estilo retro, de alta performance e leve, cujo design autêntico café racer reflete o verdadeiro espírito dos anos 1960.

A carenagem em carbono leve e guiadores ao estilo de avanços com um banco individual proporcionam uma posição de condução desportiva, bastante confortável. Com o seu motor de 3 cilindros e 850 cc de elevado binário e escape completo Akrapovic, esta raridade combina estilo e performance.

Alguns detalhes do veículo chamam a atenção, como por exemplo, a XSR900 é primeira café racer especial de fábrica. Possui carenagem dianteira em fibra de carbono com material leve, guiadores de encaixe em forma de andorinha, carenagem do banco e guarda-lamas dianteiro em fibra de carbono, farolim traseiro e suporte para chapa de matrícula desportivo.

A máquina conta ainda com banco único desportivo com revestimento em camurça e costuras em vermelho, placa em alumínio numerada de edição limitada, motor CP3 com refrigeração líquida, coberturas do depósito de combustível em alumínio, sistema de controlo de tração e embreagem deslizante.

Uma verdadeira monstruosidade em 900 cilindradas!

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