Galeria de Fotos: Indian Chief Dark Horse

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A galeria da vez é sobre a nova Indian Chief Dark Horse. A mudança nas cores não se limita à pintura. Painel com fundo preto, piscas com acabamento fosco, rodas de alumínio preto brilhante e o histórico logo em cinza no tanque são itens exclusivos para essa versão.

As linhas de design continuam elegantes e com desenho clássico, porém, o preto fosco com detalhes em cinza, mais as rodas de alumínio em preto brilhante, trouxeram modernidade e agressividade ao modelo.

Mais detalhes na galeria abaixo:

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Honda forma 11° turma de alunos no curso de Formação de Profissionais, em Recife (PE)

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O dia 02/12 foi especial para a Honda e, mais ainda, para 26 jovens formandos, que puderam participar da 11° turma do Curso de Formação de Profissionais, que a empresa oferece há 11 anos no Recife (PE).

Promovido pelo Centro de Treinamento da Honda na cidade, em parceria com a Honda Serviços Financeiros e o departamento Comercial de motocicletas da marca, o curso é voltado para mecânica veicular, vendas de produtos e serviços, entre eles a modalidade de consórcio.

Por meio de aulas técnicas e teóricas, que são divididas ao longo das 870 horas de treinamento, o programa proporciona aos jovens aprendizado e desenvolvimento de habilidades em assuntos como metrologia, elétrica, revisões, inspeção periódica, entre outros, voltados para motocicletas e automóveis.

O programa ainda contempla módulos sobre saúde, relações familiares, informática, trabalho, meio ambiente, educação no trânsito e a importância do trabalho voluntário.

Desde a primeira edição, 220 jovens já foram beneficiados com o projeto, que possui 70% dos participantes empregados. Além disso, boa parte deles inicia a carreira profissional na própria rede de concessionárias Honda.

Processo seletivo

Os jovens que participam do curso anual são selecionados pela adequação aos critérios básicos, como idade, escolaridade e vulnerabilidade social – candidatos entre 18 e 20 anos e que estejam cursando ou tenham concluído o ensino médio – e por meio de prova escrita.

Em média, há 300 inscritos por turma. A partir da primeira etapa, são escolhidos os semifinalistas, que passam por dinâmicas de grupo, acompanhadas por psicóloga. Nesta fase, são pré-selecionados os estudantes e a seleção é finalizada com visita às residências para conhecer a realidade dos jovens, conversar com seus familiares e confirmar se atendem aos critérios da iniciativa.

Cerapió 2018: Conferência dos percursos confirma muita navegação e balaios

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FOTO: DIVULGAÇÃO/CERAPIÓ 2018

Os participantes que vão encarar o 31º Rally Cerapió podem se preparar para quatro dias de muita navegação e balaios ou laços (quando os veículos passam mais de uma vez pelo mesmo ponto). A edição de 2018 da tradicional prova de regularidade do off road nacional acontece de 23 a 27 de janeiro, entre os estados do Ceará e Piauí.

A pouco mais de um mês do evento, a equipe técnica da competição realizou a conferência dos percursos tanto para a prova dos Carros, Quadriciclos e UTVs, que é válida pela abertura do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country de Regularidade da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), quanto para a de Motos.

Serão mais de 1.000 quilômetros, com largada em Trairi (CE), passando por Sobral (CE), Parnaíba (PI), Piripiri (PI) até chegar em Teresina (PI). Cada dia contará com três etapas, o que totalizará 12 ao final do evento. Para os carros, há o descarte de duas etapas. Para as motos, não tem.

Entre os destaques do percurso estão a passagem por locais da primeira edição do evento, em 1987, além de trechos inéditos. “Vai ser uma prova muito bonita, com uma paisagem incrível, mas que também exigirá bastante dos competidores em todas as categorias”, afirma Ehrlich Cordão, diretor geral do Rally Cerapió.

No trajeto das Motos, os pilotos também estarão sendo colocados em provas de fogo do início ao fim da competição. “O primeiro dia já vai testar o físico e o equipamento dos participantes. Venham preparados para muita navegação, trilhas e balaios”, alerta Edmilson Campos, diretor da categoria Motos.

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Bicuda aventureira!

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O aventureiro Heslan Campos da Silva, de 26 anos, eletricista, preparou sua Honda XRE 300 2017, a qual apelidou de “Bicuda”, e fez planos para viajar com a motocicleta. Acompanhe, nas palavras do próprio viajante, como foi a saga.

No começo do ano fui me programando para viajar nas férias mês de novembro/dezembro. A rota, saindo de São José do Rio Pardo (SP) iria para região sul do país, serra catarinense e algumas cidades no Rio Grande do Sul, como Canela, Gramado, entre outras, e depois uma passada rápida em Paraty (RJ). Na véspera da viagem, a moto já estava preparada e ansiedade tomava conta do meu corpo e meus atos.

Acordei de madrugada, me arrumei, e parti para a missão de rodar mais de 900 quilômetros até Palhoça (SC). Peguei uma chuva forte logo de cara na rodovia Mogi Mirim/Campinas. Porém, senti que a viagem começou de fato quando entrei no Rastro da Serpente SP250, de Capão Bonito (SP) a Curitiba (PR). Curvas que não acabavam mais e estrada ainda em reforma. Parei para almoçar em Curitiba e segui viagem.

Dormindo com a moto

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Cheguei a Palhoça (SC) já escurecendo, e resolvi dormir por lá. Foi um dos piores dias da viajem, pois passei muito mal à noite. No dia seguinte, fui para Urubici (SC), uma cidade maravilhosa. Lá, conheci muitos pontos turísticos, e a Serra do Rio do Rastro e a Serra do Corvo Branco não poderiam faltar no tour. Fiquei 2 dias na cidade e me acomodei numa pensão bem legal, onde a moto pode dormir com você dentro do quarto (local conhecido como moto garagem). Após conhecer as belezas de Urubici (SC), parti para o Rio Grande do Sul.

O destino era Canela (RS), mas desviei o foco e fui até Cambará do Sul conferir os famosos cânions. Peguei uma estrada que liga São José dos Ausentes a Cambará. O GPS marcava 50 quilômetros de estrada de terra. O nevoeiro e o frio tomavam conta da situação, foi quando levei minha primeira queda. Meu pé ficou enroscado debaixo da moto e, naquela hora, me vi sozinho no meio do nada. A solidão me trouxe uma sensação de liberdade tremenda, foi legal saber que ali é só você, Deus e sua motocicleta. Consegui levantar a bicuda (apelido dado à máquina) e segui para Cambará.

Casos do acaso

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Ao chegar nesse destino, considero uma viagem perdida, pois chovia muito e o nevoeiro prejudicava muito a visão, quase não dava para enxergar (inclusive uma grande cratera aberta no chão ficou difícil de notar). No mesmo dia, cheguei à Canela (RS) e fiquei durante 2 dias andando entre as cidades de Canela e Gramado, que são lindas e apaixonantes. Após essa saga, continuei a viagem. Teimoso, queria ver o Cânion Fortaleza de qualquer jeito, porém, novamente a chuva em Cambará do Sul e em Praia Grande (SC) atrapalhou a missão.

Decidi, então, ir para Morretes (PR). No dia seguinte, parti para a tão falada Estrada da Graciosa, a PR410. Ela é linda mesmo! A passagem foi incrível, valeu à pena!                 Depois de passar pela Graciosa, minha meta era chegar a Paraty (RJ). Nesse mesmo dia, tinha quase 700 quilômetros programados para rodar. Parei em São Paulo para trocar óleo e segui. Faltando pouco mais de 100 quilômetros para chegar, peguei uma chuva forte, muito pesada. Devido a isso, a viagem não rendia, havia muitos radares na estrada Rio/Santos o farol da motocicleta apagou do nada. Não queria ligar de jeito nenhum, parei no acostamento e pensei: “Meu Deus, como vou chegar lá?”.

A chuva não dava trégua. Depois de várias tentativas, a luz da bicuda voltou, e consegui chegar a Paraty. Lá, conheci o centro histórico e a Praia de Trindade, muito linda por sinal! Encontramos um rapaz em um Fusca muito legal, diferente, o qual está rodando o Brasil com seu carro. Depois de ficar 2 dias na cidade carioca, preparei a volta para casa. Não podia deixar de fazer a Estrada Real, rodovia que liga Paraty (RJ) a Cunha (SP). Uma passagem encantadora, que também valeu muito à pena. Decidi entrar em São Paulo pelo Sul de Minas, passando por Poços de Caldas (MG) e, enfim, a viagem chegou ao fim, computando 3.850 quilômetros rodados, com um gasto de R$ 680 de combustível.

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Contagem regressiva para o Dakar 2018

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A dupla campeã do Dakar 2017 na categoria UTV Leandro Torres e Lourival Roldan passa o comando do Polaris RZR para Zeca Sawaya e Marcelo Haseyama acelerarem no maior rali do mundo. O currículo da dupla é invejável e já levanta ótimas expectativas da equipe e do Grupo Polaris.

Juntos há 5 anos, já participaram de 4 Sertões, além de outras provas e campeonatos. Mas a vida off road dos dois teve início bem antes disso. Zeca Sawaya começou nos anos 80, esteve em 7 edições do Sertões de moto e depois correu mais 7 anos de carro e 3 de UTV. Já Marcelo, tem no currículo 20 anos em competições, sendo 8 em ralis de velocidade. “Esta será nossa estreia no Dakar. Temos uma ótima sintonia e confiamos no carro e na equipe. Chegar até aqui foi difícil, nos empenhamos muito. Agora, é contar com a sorte!”, relata a dupla, que já faz a contagem regressiva para a largada do rali em 6 de janeiro de 2018.

Coisas em comum

Assim como Leandro, os dois tem vidas profissionais atribuladas. Zeca tem uma construtora em São Paulo, mas viaja sempre para acompanhar as obras. Marcelo é engenheiro eletrônico e trabalha em vendas numa multinacional. O ponto em comum entre os três é positivo. A organização, disciplina e liderança que eles precisam exercer no dia a dia são características importantíssimas numa prova tão longa como o Dakar.

“Eu sempre digo que o rali é uma vida condensada. As tomadas de decisão, os desafios físicos e mentais são testados diariamente, em alta velocidade”, conta Zeca, “Nos primeiros dias a gente até lembra um pouco da vida, da família… mas depois a concentração passa a ser total. Esvaziamos a cabeça e focamos só na prova”. O navegador concorda: “Você tem desafios diários, pressão, concorrentes. Seu limite é testado a todo instante. Quando voltamos ao escritório, a sensação é que temos muito mais tempo para resolver os problemas. Uma coisa ajuda a outra”, conta.

Mudanças à vista

Esse ano, a categoria UTV vai se chamar SXS, abreviatura para “side by side”. É a categoria que mais cresce nos ralis pelo mundo. No Dakar, o número de inscritos quase dobrou para 2018.

Com todo esse histórico, a escolha do carro foi feita a dedo pela dupla. “A velocidade é limitada pelo regulamento da prova em 130 km/h. Então, o que mais pesou foi a confiabilidade na equipe e a durabilidade do carro”, conta Marcelo. Eles elegeram o Polaris RZR 1000 aspirado “Escolhemos muito bem nosso carro! E depois, pudemos contar com a assistência e consultoria do Leandro Torres, primeiro brasileiro a vencer o Dakar em um UTV. Estamos no caminho certo”, finalizam.

DAKAR 2018

A 40ª edição do Dakar começa no dia 6 de janeiro em Lima, no Peru. A rota segue para a Bolívia e Argentina, finalizando no dia 20 em Córdoba, com quase 9.000 quilômetros a serem percorridos 332 veículos inscritos.

Carlos Campano conquista o campeonato Brasileiro de Motocross 2017

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Foto: Mau Haas/ Miguel Campano

Carlos Campano é o grande campeão da temporada 2017 na MX1, a principal categoria do Campeonato Brasileiro de Motocross. Com este feito, conquistado no dia 10 de dezembro na cidade de Charqueada, interior de São Paulo, o piloto espanhol se tornou tetracampeão, se igualando em número de títulos na categoria principal a Jorge Negretti, outra lenda do motocross nacional.

Desde quando chegou ao Brasil, em 2012, Carlos Campano conquistou quatro dos seis campeonatos Brasileiro que participou, e sempre ao guidão de uma Yamaha. Nenhuma outra equipe ou piloto ganhou tantos títulos na década atual. A conquista de 2017 chegou com quatro vitórias em baterias e muita consistência, com lugar no pódio em todas as rodadas. Na última etapa, o título se confirmou após um inteligente segundo lugar na primeira bateria.

Segundo o campeão, foi um ano de muita pressão. “Não dava para cometer erros, mas fiz um campeonato muito bom, corridas conscientes. Estava rápido, contente com a equipe e com a minha Yamaha YZ450F. Acelerei quando precisava e fui cauteloso em pistas perigosas. Estamos a seis anos no Brasil, ganhamos quatro campeonatos, tivemos dois vices bem próximos com todos os problemas que podem acontecer a um piloto, então estou muito feliz, com sentimento de missão cumprida depois de muito trabalho. Agradeço a todos que torceram, à equipe, a todo apoio que tivemos para fazer este campeonato”.

Ao longo da temporada 2017, Campano acumulou 279 pontos, 14 a mais que o vice-campeão, o português Paulo Alberto. O paranaense Jean Ramos terminou o campeonato na quinta colocação.

Título na MX2 – Júnior e vice na MX2

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Foto: Mau Haas/ Miguel Campano

A Yamaha também comemorou o título da categoria MX2-Júnior, para pilotos com moto de 250cc e menores de 18 anos. Tallys Nathan, de Santa Cruz do Capibaribe, Pernambuco ficou com o troféu para a equipe. Já na categoria MX2, para motos de 250cc e pilotos até 23 anos de idade, Fabio Santos, de Janiru, São Paulo, garantiu o vice-campeonato.

“Infelizmente não deu para conquistar o bicampeonato. Estava bem na primeira bateria, andando forte, buscando as primeiras posições depois de uma largada razoável, mas tive problema na moto e não completei a prova. Então, na segunda bateria eu já não tinha mais chances de ficar com o título. Vamos focar em 2018 para buscar o campeonato outra vez”, disse Fabio Santos.

Maravilha é poder começar o ano em Foz do Iguaçu (PR)

The fine mist over the water

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Uma das tradições do réveillon diz que, para ter sorte no ano vindouro, é preciso pular sete ondas. Em Foz do Iguaçu (PR), destino de um dos pacotes de Ano Novo da Visual Turismo, não dá para fazer isso porque não há mar. Mas, a depender do turbilhão de água que despenca das Cataratas do Iguaçu – formadas por cerca de 270 quedas oriundas do Rio Iguaçu, na fronteira entre o Brasil e a Argentina – a sorte e as boas energias estarão garantidas para quem visitar o parque nacional homônimo na virada do ano.

Do lado brasileiro, a reserva se transformou num excelente polo de ecoturismo e aventura. Assim, à parte os diversos mirantes que propiciam vistas espetaculares das cataratas – que desde 2012 ostentam o título de uma das sete maravilhas naturais do mundo – são oferecidas atividades com trilhas, além do famoso Macuco Safári. Trata-se de um passeio em barco inflável motorizado, disponível nas versões com e sem emoção: do jeito mais radical, a embarcação chega bem, bem perto dos saltos Três Mosqueteiros, encharcando os participantes. Já do lado argentino, o complexo é um pouco menos estruturado e requer mais esforço físico durante a visitação, mas, como recompensa, exibe ainda mais saltos caudalosos e áreas verdes preservadas.

Como a proposta de Foz tem tudo a ver com natureza, também não dá para deixar de ir ao Parque das Aves. Nesse centro de recuperação e conservação, vizinho às cataratas e imerso na mata atlântica, os animais (1.320 aves de cerca de 140 espécies) ficam em enormes viveiros, nos quais os visitantes entram e até podem interagir com araras e borboletas.

Tanto o Parque Nacional do Iguaçu como o Parque das Aves estão na programação do roteiro de réveillon da Visual, assim como o Marco das Três Fronteiras, que delimita a divisa entre Brasil, Argentina e Paraguai. Completam o pacote passagem aérea, traslados de ida e volta entre o aeroporto da cidade e o hotel e quatro noites de hospedagem, com café da manhã. O preço é a partir de R$ 1.626 por pessoa em apartamento duplo, valor que pode ser parcelado no cartão de crédito em até 10 pagamentos.

Mais informações podem ser obtidas em: www.visualturismo.com.br.