Alagoas Cup: Pista rápida agrada aos competidores

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FOTO: ZÉ CARLOS DUARTE / DIVULGAÇÃO ALAGOAS CUP

Sábado de muito sol em Campo Alegre e a poeira literalmente subiu alto nas estradas da Usina Porto Rico, que recebeu os 68 pilotos inscritos na quinta prova da temporada 2017 da Alagoas Cup. Depois de duas mudanças de local, finalmente a quinta etapa da Alagoas Cup aconteceu neste final de semana, e a pista com velocidade média acima de 80 km/h para os ponteiros de cada categoria agradou muito a todos os competidores.

A prova aconteceu em estradas largas em meio a trechos muito rápidos de contorno de matas. “Rally é isso aí! Prova excelente em todos os sentidos, parabéns ao Deco por ter feito uma prova tão boa em tão pouco tempo. Posso dizer que foi a melhor pista que pilotei, apesar de ter abandonado na terceira volta por conta de um pequeno incidente” declarou o piloto Vitor Lyra, da categoria UTV Turbo.

“Foi a melhor pista que andei em minha vida, embora tenha terminado só uma volta” comentou o piloto Tatá Xavier, atual campeão da Categoria UTV Turbo com seu Polaris RZR, confirmando o sentimento geral dos participantes do evento

Entre os UTVs, na categoria Pró destinada aos UTVs turbo, primeira vitória na Alagoas Cup para Junior Café, piloto de Arapiraca. Na SuperProduction para UTVs com mais de 1.000cc, primeiro lugar para o pernambucano Alexandre Queralvares. Na Production para UTVs de até 900cc, mais um piloto de Arapiraca conquistou sua primeira vitória na competição, degrau mais alto do pódio para Egídio Jr.

Na Moto B1, para motos importadas, vitória de Calixto Junior, que assim já garante por antecipação o tricampeonato da categoria. Na B2, terceira vitória consecutiva de Eduardo Vieira de Santana, do Ipanema. Para as motos nacionais, na B3, nova vitória do Aldo Sena Jr, o Aldo Motos, e na B4, mais um estreante conquistou o degrau mais alto do pódio, Rodolfo Florêncio, correndo em casa, fez a festa. Na categoria B5 (Over 40) vitória de Gustavo Gama. Entre os quadriciclos, na SuperProduction, vitória do pernambucano Breno Melo.

Classificação FINAL:

Motos B1 – Importadas

1º Calixto Jr / 2º Thomaz Madeira / 3º Rodolfo Sarmento Dodô

Motos B2 – Importadas

1º Eduardo Vieira / 2º Gabriel Calixto / 3º Luciano Binas AMC

Motos B3 – Nacional

1º Aldo Sena Jr (Aldo Motos) / 2º José Feijó / 3º Felipe Marcos

Motos B4 – Nacional Estreantes

1º Rodolfo Florêncio / 2º Savio Ferreira / 3º William Dorinha

Motos B5 – Over 40

1º Gustavo Gama / 2º Cherry (Adriano Costa) / 3º Marcelo Teleka

Quadriciclos SuperProduction – acima de 420cc

1º Breno Melo

UTVs Pró (turbo)

1º Junior Café / 2º Lavosier Monteiro Jr / 3º Wagner Jovenal “Guiné”

UTVs SuperProduction

1º Alexandre Queralvares / 2º Ricardo Torres

UTVs Production

1º Egídio Jr. / 2º Carlos Henrique Moura / 3º Thales Novais

Eric Granado faz história e conquista o Campeonato Europeu de Motovelocidade

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FOTO: PHOTOCLICK/VIPCOMM

A manhã do último domingo, 19 de novembro, entrou para a história do motociclismo nacional. O piloto Eric Granado conquistou o Campeonato Europeu de Motovelocidade na categoria Moto2. Com o título inédito para o Brasil, o paulista de 21 anos coloca seu nome entre os grandes do esporte sobre duas rodas. Com a bandeira brasileira, sambou antes de receber o troféu de primeiro colocado. Com a mão direita no peito, chorou ao ouvir o hino nacional.

Na última etapa da competição, no circuito de Valência (Espanha), Granado fez uma corrida cautelosa, já que precisava apenas de um sexto lugar para ser campeão. Entrou na prova como líder, 16 pontos à frente do espanhol Ricky Cardús, segundo colocado na classificação geral. O brasileiro venceu a etapa final e Cardús abandonou a prova faltando quatro voltas. Com isso, Granado foi campeão ainda na pista.

“Foi um fim de semana perfeito. No sábado fiz a pole. Na corrida larguei mal, perdi algumas posições, e fiquei no meio da confusão. Mas, mantive a calma e consegui fazer uma boa prova, e vencer. Estou muito feliz em levar esse título inédito para o Brasil”, avaliou Granado.

Durante as sete etapas da temporada, que teve 11 baterias no total, ele venceu seis, foi segundo colocado em duas, uma vez terceiro, uma chegou em quinto e outra em sétimo.

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Rally dos Sertões voltará ao Jalapão em 2018

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FOTO: RICARDO RIBEIRO/VIPCOMM

Durante evento na última sexta-feira com patrocinadores para anunciar os resultados de exposição na imprensa e nas redes sociais, a organização de um dos maiores ralis do mundo apresentou um pré-roteiro para a edição do ano que vem. A 26ª edição da prova será realizada de 18 a 25 de agosto de 2018 entre Goiânia e Fortaleza.

O Rally dos Sertões 2018 terá sete etapas e deve passar pela Bahia, Tocantins, Maranhão e Piauí, além de Goiás e Ceará. Os melhores pilotos e navegadores do País percorrerão cerca de 3.530 quilômetros, sendo 2.130 quilômetros cronometrados. O roteiro está 90% pronto, restando apenas algumas definições de logística.

Características originais

O diretor-geral do Rally dos Sertões, Marcos Moraes, ressaltou as peculiaridades do trajeto, com muitas belezas naturais, mas que vão exigir muito das máquinas e dos pilotos e navegadores, com nível técnico sempre crescente. “Passaremos por estados fantásticos, num roteiro com características originais do Rally dos Sertões e grandes desafios pela frente. Terá um pouco de tudo: serras, areias pesadas, como o Jalapão (TO), a pura caatinga…”.

O Rally dos Sertões movimenta as cidades por onde passa. A estrutura da prova possui 1.700 pessoas diretamente envolvidas, entre competidores, equipes de apoio, imprensa e organização. “No movimento de uma cidade para outra, geralmente pequenas, o Sertões provoca um aumento significativo no giro da economia local, como o consumo de produtos e serviços, hotelaria, restaurantes, autopeças, combustíveis. Isso ajuda toda uma cadeia produtiva e a população local naquele período”, afirma Moraes.

Categoria ‘Self’ é novidade para 2018

Para atrair mais competidores, o Rally dos Sertões traz novidades para 2018. Além das tradicionais categorias Carros (cross country e regularidade), Motos, Quadriciclos e UTVs, haverá a modalidade ‘Self’ para motos.

O piloto irá sem equipe de apoio (o que reduz custos viagens, alimentação, passagens de avião, inscrição e hospedagem). Ao fim do dia, o próprio piloto terá de fazer a manutenção da moto. “A gente nunca está sozinho. Sempre um ajuda ao outro. Se você precisa de auxílio hoje, pode auxiliar um colega amanhã. Mas, nunca um mecânico pode mexer na moto. Por isso é preciso conhecimentos gerais, saber montar e desmontar a moto inteira, por exemplo ”, explica Christian Costantini, piloto inscrito na nova categoria, que vai acelerar uma Honda CRF 450X.

Africa Twin Expedition Sertões 2018

Outra novidade para o Rally dos Sertões 2018 é a criação da Africa Twin Expedition Sertões 2018, para clientes da moto Africa Twin, da Honda, de 1000 cilindradas. Os participantes vão percorrer estradas paralelas à competição, e poderão parar e assistir a passagem dos veículos de competição. Sem contar que a Expedição vai priorizar os passeios a atrações turísticas, como cachoeiras, por exemplo.

“Será uma experiência maravilhosa pelo interior do Brasil, até a chegada à praia de Fortaleza. Só o Rally dos Sertões pode proporcionar esse tipo de experiência”, afirma Roque Mendes, que apresentou a novidade no estande da Honda no Salão Duas Rodas, em São Paulo.

Legado social

O Rally dos Sertões é marcado por muita competitividade entre pilotos e navegadores. Mas, também deixa legado social por onde passa. Os voluntários da S.A.S. Brasil (Saúde e Alegria no Sertões), entidade parceira da prova, fizeram 5.100 atendimentos na 25.ª edição, realizada neste ano.

Foram realizadas 475 cirurgias (ginecológicas, odontológicas e dermatológicas) e distribuídos cerca de 500 óculos, entre outras ações de Saúde, esporte e diversão para as comunidades de Santa Terezinha de Goiás (GO), Alto Garças (MT) e nas aldeias indígenas de Buritizinho, Limão Verde e Aldeinha, todas em Aquidauana (MS). “A parte social do evento, dirigido para as comunidades carentes, é mais um diferencial do Rally dos Sertões”, comenta Marcos Moraes.

Em iniciativa de sustentabilidade, foram plantadas 124 mudas de espécies nativas para compensar a emissão de carbono durante a caravana.

Inscrições estão abertas

As inscrições para a 26ª edição o Rally dos Sertões estão abertas desde o dia 2 de outubro. Até 30 de novembro, os participantes contam com preços promocionais, descontos vantajosos e parcelamento em até 10 vezes sem juros (dependendo da categoria).

Como fazer a inscrição para o Rally dos Sertões 2018:

Dunas Race – site oficial: http://www.sertoes.com

E-mail: [email protected]

Mais informações: (011) 4191-0133

Brasil volta ao Campeonato Mundial de Motovelocidade com Eric Granado

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FOTO: RODRIGO PHILIPPS / BROOP

O Brasil está de volta ao Campeonato Mundial de Motovelocidade com o piloto paulista Eric Granado, de 21 anos. Ele vai disputar, simultaneamente, em 2018, a categoria Moto2, que é realizada no mesmo final de semana das corridas do MotoGP, e o Superbike Brasil. Granado terá o patrocínio da Honda.

O anúncio oficial foi feito por Alexandre Cury, diretor comercial da Honda Brasil, durante entrevista coletiva no Salão Duas Rodas, no São Paulo Expo, na capital paulista.

A temporada 2018 será extensa para Eric Granado, que vai participar de 19 etapas do Mundial na Europa, Ásia, Oceania e Américas, e mais oito corridas no Brasil nos autódromos de Interlagos, Goiânia, Londrina e Curitiba. “todo esse esforço vai valer a pena”, garante o jovem.

No evento com dezenas de jornalistas, Eric comentou sobre os objetivos no Mundial de Motovelocidade. “A vontade é sempre de vencer e estar em primeiro. Isso vai depender muito da pré-temporada e de como vou me adaptar. Pretendo, no primeiro momento, estar sempre na zona de pontuação. Algo a mais do que isso será um bônus. Se tiver oportunidade de vencer, vou aproveitar. Mas, vou com o pé no chão”, completou o brasileiro.

Equipe Motofield já tem quatro títulos “quase” garantidos na CACC com motos Honda

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FOTO: LEANDRO SOUZA/VIPCOMM

Depois de duas etapas em Itupeva e duas em Arujá, no interior de São Paulo, a CACC (Copa Adrenatrilha de Cross Country), que começou em março, chega à grande final neste domingo (12), em Salesópolis (SP). Os pilotos da Motofield, equipe satélite da Honda, estão com a mão na taça em pelo menos quatro categorias (XC-1, XC-3, Over 35 e XC-F) e vão com tudo para fechar a competição com chave de ouro.

Apesar de serem matematicamente campeões e precisarem apenas largar para confirmarem o primeiro lugar do campeonato, os pilotos prometem manter a concentração na disputa, em pista de seis quilômetros que está sendo preparada. O terreno tem trecho de chão duro e tem boa parte em área de reflorestamento, com plantação de eucalipto, e muitas subidas e descidas. Desafio para cerca de 80 pilotos inscritos, desde categorias menores até a adulto. Nas principais categorias, a prova tem duração de 1 hora, mais uma volta.

Júlio ‘Bissinho’ Zavatti, da Motofield, venceu três etapas e ficou em segundo em outra na principal categoria, a XC-1. Vai para Salesópolis precisando apenas largar para ser campeão, mas vai acelerar sua Honda CRF 250R para “manter a competitividade e o ritmo de toda a temporada”.

O piloto de 31 anos, natural de Monte Alto (SP), também busca o título de campeão geral. É vice-líder, atrás de Washington Murilo Caipirinha. Para isso, vai usar toda a experiência e o currículo de tricampeão (2015-2016-2017) do Rally dos Sertões na categoria CRF 230F.

Janaína Souza busca o pentacampeonato

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FOTO: LEANDRO SOUZA/VIPCOMM

Entre as mulheres, na categoria XC-F, Janaína Souza (Honda CRF 250X), da Motofield, subiu ao lugar mais alto do pódio em todas as etapas. E para garantir o pentacampeonato da CACC, é necessário largar. Porém, vai correr concentrada para que o quinto título da competição seja conquistado de maneira invicta.

Outras categorias

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FOTO: LEANDRO SOUZA/VIPCOMM

Na categoria XC-3, Vitor Martins (Honda CRF 230F), venceu as quatro etapas do campeonato e lidera absoluto. Também invicto, Marcos Betencorte acelera forte sua Honda CRF 250R na XC-4 Over 35. O experiente piloto de 36 anos ainda briga pelo título geral. Atualmente é o terceiro colocado.

Já na categoria XC-2, o piloto Motofield Renan Bueno (Honda CRF 280) é vice-líder e trava disputa acirrada pelo título com o líder Washington Murilo Caipirinha. A diferença é de apenas 1 ponto: 73 a 72.

Rea vence etapa final no Qatar

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FOTO: DIVULGAÇÃO

A temporada 2017 do Mundial de SuperBike chegou ao fim e a última rodada, realizada neste final de semana, no Qatar, coroou um ano de grandes conquistas para a Kawasaki. A marca japonesa faturou os títulos na disputa entre pilotos, equipes e fabricantes. Das 26 corridas realizadas, a dupla da Kawasaki Racing Team garantiu 18 vitórias e 12 segundos lugares.

Jonathan Rea (#1) fez história e bateu recordes após conquistar de forma antecipada o tricampeonato ao lado de sua Ninja ZX-10RR de numeral #1. O piloto norte-irlandês alcançou 16 vitórias no ano e somou 556 pontos, o maior número de pontos já registrado no Mundial. Enquanto isso, seu companheiro de equipe, Tom Sykes (#66), encerrou a temporada com o terceiro lugar no classificatório, com 373 pontos. O piloto britânico fez uma campanha mais modesta e obteve duas vitórias e cinco segundos lugares.

Na 13ª e última etapa do Mundial de SuperBike, a Kawasaki voltou a ficar na frente. Jonathan Rea venceu sem grandes dificuldades as duas corridas realizadas no Circuito de Losail, no Qatar. Na primeira bateria, disputada no sábado (4), o campeão antecipado largou da pole position e manteve a liderança até cruzar a linha de chegada.

Podendo melhorar

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FOTO: DIVULGAÇÃO

Já Tom Sykes (#66) não teve o mesmo desempenho que seu companheiro de equipe. O britânico, que largou da terceira marca, não conseguiu figurar entre os ponteiros e, ao decorrer da prova, perdeu algumas posições. Após ser ultrapassado, nas voltas finais, pela dupla da Aprillia, Sykes recebeu a bandeirada em sexto.

Na segunda bateria, realizada no domingo (5), a Kawasaki voltou a garantir o lugar mais alto do pódio. Após largar da nona posição, Jonathan Rea fez diversas ultrapassagens e pulou para a vice-liderança ainda na segunda volta. Não tardou para o tricampeão tomar a dianteira de Chaz Davies (#7), da Ducati, reassumir a primeira posição. Rea manteve a ponta até a última volta e garantiu sua 16ª vitória na temporada. Com o resultado, o norte-irlandês bateu o recorde de pontuação e chegou à impressionante marca de 556 pontos.

“O recorde de pontos é bom, mas o campeonato é o principal. Ganhar 16 vezes em uma temporada, mais de 50% das corridas, não é normal. Essa é a maior coisa que eu conquistei. Este ano, como venho dizendo, não tenho palavras. Tem sido normal estar no pódio e isso é meio assustador. Agora é minha hora, então estou realmente aproveitando o momento. No ano que vem isto poderia acontecer facilmente com outra pessoa, então precisamos desfrutar e celebrar este ano incrível. Eu sei o quão difícil é quando as coisas não vêm de forma natural e é preciso travar uma luta árdua. Por isso, agradeço muito a Kawasaki por essa oportunidade. É um grande esforço de equipe. Dentro de poucas semanas já direcionemos nossa atenção para 2018”, destacou Jonathan Rea.

Abandono

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FOTO: DIVULGAÇÃO

Enquanto isso, a segunda corrida em Losail teve um desfecho prematuro para Tom Sykes. O piloto britânico se despediu da disputa antes mesmo de completar a terceira volta. Após subir na linha branca que marca lateral da pista, Sykes perdeu o controle da moto e acabou indo para o chão na Curva 14. Com o incidente, o piloto abandonou a prova.

“Começamos tão bem o fim de semana final, mas as coisas simplesmente se voltaram contra nós. Na segunda corrida, a moto estava muito bem. Inicialmente, perdi um pouco de tempo. Eu vinha em uma curva rápida, cortei a linha branca e cai. Esta é uma dessas coisas que acontecem. Os tempos de volta estavam muito bons porque fizemos pequenos ajustes na moto, então não posso acreditar na maneira como terminou. Jonathan teve uma temporada incrível e fez um trabalho fantástico”, resumiu Sykes.

A SuperSport 600 também teve sua rodada final realizada no Qatar. Kenan Sofuoğlu (#1), da Kawasaki Puccetti Racing, que se recuperava de uma lesão na região do quadril, obteve o terceiro lugar no Circuito de Losail e com isso faturou o título de vice-campeão da categoria com 145 pontos.

Nas demais categorias, a Kawasaki seguiu forte na disputa pelos títulos. O turco Toprak Razgatlioglu (#54), da Kawasaki Puccetti Racing, garantiu o vice-campeonato da Superstock 1000 e o holandês Scott Deroue (#75), da MTM HS Kawasaki, encerrou a temporada da SuperSport 300 na terceira colocação.

Chiquinho Velasco é campeão Brasileiro e Paulista de Supermoto 2017

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Foto: Ricardo B. Santos e Mori Action Media

Chiquinho Velasco é campeão brasileiro e paulista de Supermoto na categoria SM4 e ficou com a terceira posição na categoria SM1.  A conquista foi confirmada neste domingo (05) nas finais dos campeonatos, realizadas no kartódromo de Registro (SP), no Vale do Ribeira. A competição reuniu grandes feras da modalidade e definiu seus campeões da temporada 2017.

“Foi uma corrida difícil. O tempo estava chuvoso e não me senti seguro para arriscar tudo na SM1, já que essa categoria não era meu foco e as baterias contavam como rodada dupla. Um erro poderia ser fatal e me tirar o título na SM4. Fiz uma prova com muita inteligência e cautela e fechei o ano com chave de ouro, vencendo as duas baterias e levando o título para a minha cidade”.

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