Yamaha XTZ 250 Ténéré 2018: Novas cores e mesmo espírito aventureiro

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A Yamaha XTZ 250 Ténéré ganhou novos grafismos e cores, mas o espírito aventureiro e sua robustez continuam os mesmos. Serão três opções: o Verde Savage, o Marrom Atacama – ambas metálicas – e a Matt Black, que mescla o acabamento fosco da cor preta com o azul brilhante dos grafismos, também presente em seu suporte da carenagem.

A motocicleta conserva características que a consagraram, como o painel totalmente digital e completo, bagageiro em alumínio, assento de formato ergonômico, os faróis duplos alusivos ao do modelo Super Ténéré 1200, o para-brisa – que protege o piloto – suspensões de longo curso – com  220 mm na frente e 200 mm na traseira – e o tanque com a tampa em estilo airplane, cuja capacidade é de 16 litros, sendo 4,8L de reserva.

A Yamaha XTZ 250 Ténéré acaba de chegar a Rede de Concessionárias Yamaha e tem o preço público sugerido de R$ 16.190,00 – frete não incluso – e sua garantia é de 1 ano.

Confira a galeria de fotos:

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Distinguished Gentlemen’s Ride 2017 tem ação inédita em BH

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Até o dia 24 de setembro, seis cafeterias e lanchonetes de BH participam da ação “Distinguished Gentle Coffee”. O projeto tem como objetivo espalhar a gentileza no dia a dia das pessoas, começando com uma simples ação de pagar o café para um desconhecido. Cartões são disponibilizados nos estabelecimentos integrantes, para que os clientes deixem uma pequena mensagem de gentileza. Participam a Academia do Café, Café com Letras (Savassi e CCBB), Inteligenzza, Mito/Guaja, Mocca e Oop.

A ação, inédita na capital, foi criada pelo grupo Distinguished Gentleman Ride 2017 de Belo Horizonte, que se reúne uma vez por ano para um encontro elegante e passeio de motos clássicas. O DGR é uma ação mundial e tem como objetivo conscientizar e arrecadar fundos para a pesquisa de combate ao câncer e ao combate à depressão masculina. O evento em Belo Horizonte é apoiado pela Triumph BH.

Conheça mais sobre o DGR pelo site: https://www.gentlemansride.com/

Socorro (SP) recebe Circuito Brasileiro de Cicloturismo e Campeonato Brasileiro de Hard Enduro em agosto

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O mês de agosto em Socorro (SP) é especialmente atrativo para os amantes de esportes de duas rodas. A cidade que fica a 138 quilômetros da capital paulista vai sediar dois importantes eventos relacionados ao tema: o 86º Circuito Brasileiro de Cicloturismo, no dia 20, e a 3ª etapa do Campeonato Brasileiro Hard Enduro, o Hard in Help, entre os dias 26 e 27. Com apoio dos empresários que fazem parte do Conselho Municipal de Turismo (Comtur), os eventos pretendem atrair apaixonados por esportes para o destino conhecido como “Cidade da Aventura”.

As inscrições para a 86ª edição do Circuito Brasileiro de Cicloturismo ficam abertas até dia 16 de agosto no site: http://www.circuitodecicloturismo.com.br. Neste ano, os ciclistas percorrerão cerca de 50 quilômetros em estradas rurais da cidade, passando pelo bairro dos Cardosos e pelo Mosteiro da Santíssima Trindade. O circuito parte às 8h do centro de eventos João Orlandi Pagliusi e retorna ao ponto de partida, onde, ao final do evento, ocorrerá uma celebração especial aos participantes.

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O Hard in Help, promovido pela BMS Racing, é uma das etapas do Campeonato Brasileiro de Hard Enduro, uma das modalidades de motociclismo. Socorro apresenta uma topografia ideal para este tipo de prova, que percorrerá trilhas do Vale do Oratório, da Laje e um longo trecho de mata no alto da Serra da Mantiqueira, cheio de desafios e obstáculos aos participantes. São dois dias intensos de competição. Inscrições podem ser feitas pelo site: http://www.hardenduro.com.br.

Para incentivar que os participantes dos eventos estiquem a estada em Socorro para conhecerem os atrativos da estância, alguns hotéis da cidade oferecerão descontos na hospedagem deles. Para saber mais, acesse http://www.socorro.tur.br.

Brasileiro de Enduro FIM realiza penúltima etapa em Araxá (MG)

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Foto: Fred Mancini/Mundo Press

O Campeonato Brasileiro de Enduro FIM desembarca pela primeira vez em Araxá, cidade da Serra da Canastra, em Minas Gerais, nos dias 16 e 17 de setembro. A sexta e penúltima etapa do calendário nacional traz momentos decisivos no Enduro Dona Beja, que ainda soma pontos pelo Campeonato Mineiro e pela Copa Cerrado da modalidade.

Com base no Grande Hotel de Araxá, o evento terá estrutura completa para equipes, pilotos e público, inclusive com praça de alimentação com food trucks. “O lugar é ímpar, parece um castelo, e as trilhas da competição serão no entorno do hotel. Vamos terminar o levantamento da prova em breve, mas o percurso deve ficar em torno de 50 quilômetros por volta”, antecipou Daniel Rezende, o ‘Boi’, responsável pela organização local.

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Foto: Fred Mancini/Mundo Press

Os trabalhos estão a todo vapor e contam com o empenho dos integrantes da Associação de Trilheiros de Araxá e da equipe Rumo Desconhecido. “Teremos trilhas inéditas, altas velocidades e trechos mais travados. O trajeto soma dois Enduro Testes e um Cross Teste, incluindo terreno acidentado, chão batido, áreas de reflorestamento e pedras”.

Segundo o organizador, a região promete acompanhar de perto as feras do Brasileiro de Enduro FIM. “Estamos na Serra da Canastra, o que não faltam são trilheiros e belas paisagens. Além do público, os pilotos locais prometem comparecer em peso, também de olho nas disputas regionais. Temos o apoio de todos da cidade, que respira off-road”, concluiu ‘Boi’.

Confira a classificação do campeonato após cinco etapas:

Enduro GP

1 – Luís Oliveira – 236 pontos

2 – Júlio Ferreira – 177

3 – Bruno Crivilin – 176

4 – Rômulo Bottrel – 168

5 – Gustavo Pellin – 129

E1

1 – Luís Oliveira – 250

2 – Loandro Anton – 194

3 – Patrik Capila – 152

E2

1 – Júlio Ferreira – 223

2 – Diego Colett – 200

3 – Bruno Crivilin – 188

E3

1 – Rômulo Bottrel –233

2 – Gustavo Pellin – 227

3 – Rigor Rico – 160

EJúnior

1 – Gabriel Soares “Tomate” – 195

2 – Vinícius Calafati – 192

3 – Willian Dalmonech – 190

E4

1 – Jaime Zorzal Júnior – 215

2 – Thiago Wernersbach – 213

3 – Bruno Martins – 100

E35

1 – Nielsen Bueno – 245

2 – Diogo de Andrade – 182

3 – Anderson Vieira – 113

E40

1 – Cassiano Tebaldi – 182

2 – Luciano de Lima –166

3 – Beto Lamego – 90

E45

1 – Pélmio Simões – 230

2 – Marcos Benvenutti – 190

3 – Laurindo Zatorski Filho – 173

E50

1 – Roberto Theodoro – 166

2 – Luiz Carlos de Barros – 82

3 – Cleber Sacramento – 50

EF

1 – Bárbara Neves – 94

2 – Janaina Souza – 72

3 – Taina Aguiar – 40

EAmador

1 – William Palandi – 200

2 – Augusto Benvenutti – 136

3 – Roberto Theodoro – 54

Coletes com airbags para motoboys

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Foto: Divulgação

Quando se fala em motocicletas como meio de locomoção, o quesito segurança é o primeiro a se destacar. E não é para menos: segundo o estudo “Retrato da Segurança Viária no Brasil”, divulgado em 2014 pelo Observatório Nacional de Segurança Viária, os motociclistas representam 37% das mortes e 56% dos feridos em acidentes no Brasil. Nesse cenário, profissionais do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) desenvolveram uma série de testes a fim de comprovar a qualidade e o desempenho de coletes e jaquetas com airbags (sistema de amortecimento de quedas e impactos para motociclistas), visando prover parâmetros às entidades regulatórias e garantir a segurança dos usuários.

O projeto, feito no âmbito do Qualimint – programa de qualificação técnica para aprimoramento de produtos do Núcleo de Atendimento Tecnológico à Micro e Pequena Empresa do IPT – contemplou duas linhas de pesquisa diferentes. A primeira envolveu a criação de métodos de ensaios para avaliação dos coletes e jaquetas infláveis produzidos pela empresa parceira, a Inflajack, enquanto a segunda tratou da viabilidade técnica da instalação de câmeras e GPS nos coletes, opção voltada mais ao atendimento de necessidades do mercado coorporativo.

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Foto: Divulgação

“Primeiramente foram feitos testes de tração no cabo que prende a jaqueta ou colete à moto, cuja função é acionar o gatilho que insuflam as bolsas de airbag quando a pessoa é ejetada da motocicleta. Avaliou-se a força necessária para que isso ocorresse”, explica Gabriele Paula de Oliveira, pesquisadora do Laboratório de Tecnologia Têxtil do IPT. “Também se determinou, por microfilmagem, o tempo que as bolsas de airbag levavam para inflar e desinflar, além do período de ele permanecer inflado”.

Além do estudo dos sistemas de airbags, buscando agregar inovação ao produto, o projeto junto à Inflajack envolveu um segundo trabalho, que visou estudar a viabilidade técnica para a implantação de câmeras com GPS nos coletes infláveis. Isso porque a demanda por esse serviço, semelhante às câmeras instaladas em viaturas policiais, seria interessante a empresas com funcionários motociclistas.

“Instalar um equipamento capaz de filmar o trabalho do funcionário e, ao mesmo tempo, de localizá-lo no espaço, torna possível utilizar as informações obtidas para o treinamento de novos funcionários, esclarecimento dos fatos e auxílio rápido em caso de acidentes e também para monitoramento e gestão, a fim de garantir que as atividades solicitadas pela empresa são realizadas corretamente”, elenca Alessandro Santiago, pesquisador da Seção de Automação, Governança e Mobilidade Digital do Instituto.

Programa Direção Segura autua 77 motoristas em sete cidades no fim de semana

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Foto: Flickr/Fabricio Marvel

O Programa Direção Segura autuou 77 pessoas em operações de fiscalização da Lei Seca realizadas entre a noite de sexta-feira (4) e a madrugada do último domingo (6). As blitze ocorreram em sete cidades: Caçapava, Cotia, Miracatu, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São Paulo e Tupã. Ao todo, foram fiscalizados 1.346 veículos.

No total, 77 condutores foram autuados por embriaguez ao volante ou recusa ao teste do etilômetro (popularmente conhecido como bafômetro). Eles terão de pagar multa no valor de R$ 2.934,70, além de responder a processo administrativo junto ao Detran.SP para a suspensão do direito de dirigir por 12 meses.

Dezoito desses motoristas, além da multa e da suspensão, também responderão na Justiça por crime de trânsito por apresentarem índice a partir de 0,34 miligramas de álcool por litro de ar expelido no teste do etilômetro ou por terem a embriaguez atestada em exame clínico realizado por médico-perito da Polícia Técnico-Científica. Se condenados, poderão cumprir de seis meses a três anos de prisão, conforme prevê a Lei Seca, também conhecida como “tolerância zero”.