Um Help à Brasileira!

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Foto: Divulgação

A Help Bikers Transporte e Turismo de Motos atua desde janeiro de 2013 com transporte exclusivo para motos. Em novembro de 2014, a empresa incluiu em seu portfólio o serviço de turismo sobre duas rodas. No menu de serviços prestados estão itens como: transporte/resgate de motos e apoio para grupos em toda a América do Sul, tours para os principais destinos almejados pelos motociclistas, tours personalizados para grupos de motociclistas e confecção de roteiros e apoio para montagem de viagens de moto. “Nossa empresa foi criada visando a necessidade de um serviço diferenciado, que já é consolidado no primeiro mundo”, diz Carlos  Ritzel, um dos proprietários da empresa. “Somos pioneiros em transporte VIP, serviço exclusivo para motocicletas, e também somos a vanguarda em tours para clientes com pouco tempo e que desejam fazer grandes deslocamentos”, completa.

Uma das propostas da Help Bikers é proporcionar viagens para lugares distantes evitando perda de tempo em deslocamentos sem atrativos, trazendo, assim, uma maior segurança e comodidade para os clientes. “Contamos com um guia com mais de 30 anos de experiência em turismo de moto. Temos, também, veículo de transporte Mercedes Sprinter de última geração, com capacidade para seis pessoas e três motos, se necessário. Nossa estrutura oferece ainda uma carreta de transporte fechada, especialmente projetada para o transporte de até seis motos”, conta Nina Costa, também proprietária.

Cada destino, uma história

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Foto: Divulgação

Carlos conta que nenhuma viagem é igual a outra. Por isso, se ele fosse falar de cada uma, teria material para escrever um livro. “Só para citar um relato, conhecemos um casal viajando sozinho, cada qual com sua moto, em meio à Patagônia. Os dois fizeram um longo trecho, classificado por eles como entediante. Quando explicamos o nosso trabalho, pediram algumas dicas que fornecemos com o maior prazer, afinal, isso faz parte da nossa jornada, sempre ajudamos os amigos motociclistas na estrada, independente de terem contratado ou não os nossos serviços. Nos encontramos na cidade seguinte, jantamos juntos e, ali, começou uma grande amizade. Trocamos contatos e seguimos viagem. No dia seguinte, recebemos uma ligação dos dois pedindo para fazer parte do grupo, que já estava formado,  pois queriam a certeza de fazer o restante da viagem com maior segurança e tranquilidade, o que foi aceito pelos demais. Assim, se tornaram grandes amigos e clientes fiéis até hoje”, conta.

Motociclismo na veia

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Foto: Divulgação

Carlos Ritzel, de 52 anos, é formado em turismo para a América do Sul. Atualmente, trabalha como guia motociclístico, e isso já há 28 anos. O gaúcho tem 15 anos de experiência no ramo de transportes. Já sua esposa, Nina Costa, tem 32 anos, é consultora de negócios com experiência em empresas ligadas ao motociclismo e participante ativa de eventos motociclísticos há 13 anos. A aventureira é muito experiente em viagens pela América do Sul, eixo que percorre há pelo menos nove anos.

Estradeira versátil

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Fotos: Divulgação

Versatilidade e acessibilidade em uma moto touring premium. Essa é a proposta da nova Ducati Multistrada 950. “Trata-se de uma motocicleta racional, versátil, que apresenta muito mais conforto. O lado emocional é afetado positivamente na condução dessa raridade”, diz Fernando Filie, gerente de comunicação e marketing da Ducati no Brasil. A moto foi apresentada à imprensa no último dia 4 de outubro, no Haras Tuiuti, interior de São Paulo.

Eu tenho a força!

Torque e potência são características marcantes da Ducati Multistrada 950 (113 hp @9000 rpm/ 9.8 kgm – 71 lb-ft @ 7750 rpm). A motocicleta ganha 80% de torque máximo disponível entre 3.500 rpm e 9.500 rpm, uma entrega ideal para um estilo de condução suave. A suspensão Kayaba é totalmente ajustável e conta com 170 mm (ajuste manual). A roda dianteira é de 19” e possui disco duplo de 320 mm M4.32 calipers monobloco. O tanque tem capacidade de 20 litros.

As alças do passageiro foram redesenhadas e permitem o acoplamento das malas laterais, sendo elas de plástico ou alumínio. O assento foi projetado para oferecer uma ergonomia acertada e bastante conforto. O carter ganhou um  protetor reforçado com tecno-polímero, enquanto o escapamento apresenta um silenciador com acabamento na cor preta.

As pedaleiras são em liga metálica de alta pressão e alavancas forjadas. O disco de freio traseiro é de 265 mm. O painel é um show à parte e apresenta a tecnologia Ducati Multimedia, com visor de LCD. A distância entre eixos é de 1594 mm, sendo que o peso em ordem de marcha é de 227 quilos. Disponível em duas cores (branca e vermelha), o preço sugerido é de R$ 59.900,00.

Packs

Aproveitando o lançamento da máquina, a linha de  acessórios e vestuário da marca italiana também ganhou novos itens. A moto pode ser personalizada nos estilos touring, sport, urban e enduro. O “touring pack” apresenta um cavalete central e um conjunto de malas laterais rígidas. O “sport pack” tem silenciador homologado, conjunto de tampas do quadro em alumínio e uma tampa do reservatório do fluido de freio exclusivo. O “urban pack” conta com um kit top case, cabo de energia com porta USB e bolsa de tanque. Para finalizar, o “enduro pack” ganhou uma cobertura no motor, pedaleiras em aço, malha protetora para radiador, conjunto adicional de faróis em LED e protetor lateral em tubos de aço. “Estamos com uma extensa gama de vestuário técnico para ser utilizado em qualquer situação de condução, além desses acessórios citados, que farão a diferença para a segurança e conforto do piloto”, conta Filie.

Com que roupa eu vou?

Confira algumas novidades que não podem faltar no guarda-roupa do “ducatista”:

Jaqueta de tecido Strada C3: projetada para passeios longos em qualquer clima. Ela é durável, à prova d’água e ventilada graças aos materiais de alto desempenho usados em sua fabricação: membrana Gore-Tex, tecido durável e elástico Mugello, e forro fixo Nanofeel. O forro térmico interno pode ser removido e usado apenas parcialmente uma vez fora da moto. O traje é equipado com protetores Pro-Armor leves e ergonômicos que moldam ao corpo graças ao calor corporal. Fabricada pela Dainese e projetada pela Drudi, a jaqueta também é oferecida em versão feminina e pode ser combinada com as calças Strada C3 usando um zíper.

Calças de tecido Strada C3: perfeitas para todos os tipos de viagem, são duráveis, à prova d’água e ventiladas graças aos materiais de alto desempenho: membrana Gore-Tex, tecido durável e elástico Mugello, e forro fixo Nanofeel. Quando necessário, elas podem ser ventiladas por entradas de ar ou térmicas graças ao forro térmico removível. O tecido elástico e os diversos ajustes, assim como as proteções Pro-Armor leves e ergonômicas que se moldam ao corpo, melhoram o conforto. Fabricadas pela Dainese, as calças também são oferecidas em versão feminina e podem ser combinadas com a jaqueta Strada C3 através de um zíper conveniente.

Luvas de tecido-couro Tour C2: fabricadas em tecido e couro com certificação CE, são produzidas pela Rev’it para a Ducati, para ser combinada com o traje de mesmo nome para uso em turismo. Essas luvas polivalentes fornecem conforto em todas as situações com um estilo turismo esportivo leve. Fabricada com uma combinação de couro de cabra durável e tecidos têxteis, essas luvas possuem forro Hydratex à prova d’água e proteção de duplo componente na palma da mão com proteção dura para os dedos. Uma ótima combinação de recursos técnicos e conforto, perfeita para sua pilotagem diária ou para viagens longas.

Botas Técnicas Ducati Corse City: A aparência esportiva e premiada das botas baixas Ducati Corse City é a evidência mais clara do atento trabalho de desenvolvimento realizado em conjunto com a TCX. Conforto e proteção com certificação CE são garantidos tanto em ambientes urbanos quanto para passeios turísticos de curta distância. A parte superior é composta por uma combinação de couro de camurça, tecido de microfibra “soft-touch” que facilita a aderência no quadro da motocicleta e tecido de malha, para que o colarinho seja flexível e confortável. A estrutura é enriquecida pela inserção de diversas microinjeções, incluindo uma barra frontal tridimensional.

Inspirada nas pistas!

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Foto: Laertes Torrens Filho

A marca austríaca KTM está com ótimas expectativas para os próximos anos e aposta na evolução do mercado brasileiro. Em entrevista exclusiva a Moto Adventure, Paulo Alegria, diretor geral da empresa, destacou fatos da trajetória da KTM, desde sua fundação, na década de 1930, até os dias de hoje. “A KTM é uma marca austríaca com espírito de corridas e presente em competições em todo o mundo. As disputas são bases da fábrica para testar inovações tecnológicas que são inseridas no mercado por meio de nossos produtos. Trabalhamos com a filosofia ‘ready to race’, ou seja, oferecer para os consumidores a oportunidade de estar sempre pronto em todas as atividades com sua moto”, diz Alegria.

O espírito de aventura, inovação e paixão está impregnado na KTM desde 1934, quando, na cidade austríaca de Mattighofen, um dos fundadores abriu uma oficina. Depois de 20 anos, em 1953, teve início a produção industrial. Em 1992, a KTM passou por uma nova transformação, quando Stefan Pierer assumiu toda a operação, resultando no crescimento na atuação de todo o mercado europeu. Outro momento de evidência ocorreu em 1994, quando a KTM 620 Duke foi lançada, sendo a primeira moto de rua da fábrica. “O Brasil já estava há tempos no radar da fábrica, que chegou ao país em 2014, quando foi firmada uma parceria entre a Dafra Motos e KTM Sportmotorcycle GmbH, resultando na subsidiária KTM do Brasil, em um modelo único para a marca austríaca”, conta Alegria.

Amor pela velocidade

“A paixão pelas corridas é consagrada desde a nossa primeira vitória, em 1984, com Heinz Kinigadner, no Campeonato Mundial de Motocross, e está no DNA da empresa. Em 2017, nos tornamos a primeira fabricante a ter uma equipe oficial em todas as categorias do Campeonato Mundial de Motovelocidade”, conta Alegria.

Portfólio variado

Mas o que significa KTM? De acordo com Paulo Alegria, o nome KTM é a abreviação de Kronreif – Trunkenpolz – Mattighofen, nome dos fundadores e da cidade natal da empresa. Sobre a participação da KTM no mundo, o diretor relata que a marca é a “Premium” que mais cresce no mundo, além de liderar a categoria off-road. “São 29 subsidiárias, com mais de 2.200 concessionárias e importadores e 2.500 colaboradores diretos no mundo”.

A empresa possui oito fábricas espalhadas pelo globo. Além da planta de Mattighofen (Áustria), há fábricas no Brasil, Colômbia, Argentina, Índia, China, Malásia e Filipinas. “Possuímos mais de 40 modelos no mundo, e temos disponíveis no Brasil cinco modelos, sendo três de off-road e duas de street, além dos modelos importados, limitados a 100 unidades por ano e exclusivos para nossas cinco “flagships”, as concessionárias conceito da KTM. Atualmente no Brasil são vendidos os modelos KTM 200 Duke, KTM 390 Duke ABS, KTM 350 EXC-F, KTM 300 EXC e KTM 250 EXC-F”.

Os brasileiros

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Foto: Laertes Torrens Filho

Paulo Alegria destrincha o perfil brasileiro relacionado à marca. “As nossas motos são as únicas ‘ready to race’ do mercado, com uma das melhores combinações de peso e potência da categoria. A experiência nas competições garantiu às nossas motocicletas motores mais eficientes e com alta potência, independente da cilindrada.

Um dos exemplos da tecnologia que saiu das pistas para as ruas é a suspensão dianteira invertida, que é exatamente igual em uma moto de corrida, oferecendo ao piloto conforto, esportividade e segurança. A tecnologia da suspensão invertida é oriunda do MotoGP e visa manter a roda em maior contato com o solo, traduzindo em pilotagens mais rápidas e seguras, tanto nas ruas, quanto nas pistas. E é isso que o consumidor da KTM 390 Duke ABS espera: esportividade todos os dias, em uma moto diferenciada, para um piloto urbano que gosta de agilidade e aventura, sem abrir mão da segurança e conforto.

Nos modelos de enduro, destacamos as melhorias no motor, que tiveram dimensões reduzidas, ganhando mais progressividade e linearidade na entrega de potência. Mas destacamos também as principais melhorias no modelo para reduzir peso e melhorar a dirigibilidade, levando a prática do enduro, de lazer ou profissional, a outro nível”, explica o executivo.

Presença global

Segundo Paulo Alegria, as motos KTM são comercializadas em mais de 60 países, com a mesma tecnologia em todos eles. “Estamos nos mercados mais competitivos e mais exigentes do mundo, como o Brasil. Em 2017 ainda não temos um número atualizado, entretanto, até 2016, foram mais de 200.000 unidades vendidas, o que consagrou a KTM como a maior fabricante europeia de motos. Atualmente, nossa “Taxa Composta Anual de Crescimento” (CAGR) é +22,5% desde 2010.  Contamos hoje com 29 concessionárias em todo o país, e temos um plano de expansão estruturado com a Dafra, mas ainda estamos em análise das cidades e potenciais parceiros”.

Parceria Dafra e KTM

“É uma parceria muito bem-sucedida, estabelecida em 2014. A Dafra Motos tem uma fábrica de alta qualidade, muito bem apetrechada tanto de equipamentos como de pessoas tecnicamente capazes, na Zona Franca de Manaus. Ao mesmo tempo, temos dois engenheiros austríacos residentes no Brasil para nos apoiar diariamente. Para comprovar, os números falam por si, e os problemas técnicos são praticamente inexistentes. Sobre as vendas em 2017, vamos passar as 2.000 unidades com certeza”, comemora Paulo Alegria.

Acelerando!

O executivo conta que a velocidade está presente no DNA da empresa. “O racing para a KTM vai além de um slogan, é a nossa motivação diária. A KTM tem mais de 270 títulos mundiais, dados até dezembro de 2016, sendo que já conquistamos muitos outros neste ano. Entre eles, temos grandes feitos, como a 16ª vitória consecutiva no famoso Rally Dakar, em 2017, por Sam Sunderland; no Motocross MXGP temos Tony Cairolli, que conquistou seu nono título mundial em 2017 neste mês, na penúltima etapa do campeonato; e no MX2 temos também um novo campeão mundial, o Pauls Jonass; no MotoGP vemos uma grande evolução em nossa equipe; no Moto2, Miguel Oliveira conquistou seis pódios neste ano, no último GP em terceiro lugar, menos de um segundo de diferença do primeiro lugar. No Moto3, somos campeões mundiais do ano passado. Estamos realizando progressos grandiosos, o que nos deixa muito empolgados e confiantes”.

Ainda sobre velocidade, Paulo Alegria diz que a marca tem grande destaque nas equipes nacionais. “Isso é resultado do projeto de nossas concessionárias Adventure Motorsport, Orange BH e Sacramento Racing. São pilotos da elite do enduro nacional, participando de etapas no Brasil e fora do país. Por exemplo, as equipes Orange BH e Sacramento Racing formaram uma delegação nacional para representar o Brasil no Six Days. Foram 14 anos sem uma equipe oficial para representar o nosso país, e três dos quatro pilotos ganharam medalha de ouro, além de terem conquistado o oitavo lugar na categoria por equipes”.

Economia em recuperação

De acordo com Paulo Alegria, a economia brasileira mostra sinais claros de recuperação. “Estamos otimistas em relação ao futuro. No entanto, é normal existir um delay entre esses indicadores e a economia real. Em relação a investimentos, vamos trazer algumas novidades para breve. O consumidor/motociclista brasileiro é exigente e entende das qualidades e diferenciais do produto, principalmente em uma categoria na qual os clientes esperam a boa relação entre desempenho e potência. O cliente KTM é apreciador do mix que une aventura, performance, radicalismo e a pureza que o motociclismo oferece e, no Brasil, isso não é diferente”.

Ligada nos 160!

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Foto: Divulgação

A Honda acaba de lançar a NXR 160 Bros 2018 e aposta na combinação versatilidade/economia para conquistar mais admiradores para a motocicleta. No início de 2015 a Honda NXR Bros equipada com o moderno motor de 160 cm3 chegou ao mercado nacional e, desde então, a cada ano vem ganhando mais tecnologia embarcada.

Até o momento, mais de 2 milhões de Bros saíram da linha de montagem da fábrica de Manaus (AM), das quais 400 mil (até agosto deste ano) são da mais moderna versão de 160 cm3. Apenas a Honda CG consegue superá-la em vendas.

A capacidade de rodar com a mesma desenvoltura, segurança e excelente dirigibilidade, seja em estradas de terra como nas esburacadas cidades ou em rodovias de pavimentação perfeita faz da NXR 160 Bros uma motocicleta agradável de pilotar. Ela chega à sua versão 2018 com importantes aperfeiçoamentos, com destaque para a introdução do sistema CBS (Combined Brake System) de frenagem combinada. Trata-se da primeira vez que este importante sistema de segurança é disponibilizado em uma moto da categoria on/off-road.

Ciclística apurada

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Foto: Divulgação

A vocação da Honda NXR 160 Bros para encarar pisos irregulares com segurança e garantir conforto a seu condutor é, em grande parte, mérito do conjunto ciclístico. O chassi de berço semiduplo de aço, a suspensão dianteira telescópica e a suspensão traseira monoamortecida, capazes de oferecer um curso de 180 mm à roda dianteira e de 150 mm à traseira, conferem à motocicleta uma boa estabilidade.

A opção técnica pelo chassi de berço semiduplo em oposição ao mais comum chassi tipo diamond favorece a NXR 160 Bros, dando-lhe a rigidez necessária para exaltar a boa dirigibilidade e resistência que se espera de uma motocicleta efetivamente projetada para uso on/off.

Outra novidade técnica da máquina é o garfo de suspensão traseira, cuja nova especificação oferece mais resistência ao componente e incremento à rigidez, beneficiando a durabilidade.

Motor robusto e econômico (BOX)

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Foto: Divulgação

A NXR 160 Bros é equipada com o motor monocilíndrico FlexOne (etanol/gasolina) arrefecido a ar de 4 tempos, alimentado pelo sistema de injeção PGM-FI (Programmed Fuel Injection). O comando único de válvula no cabeçote (OHC – Over Head Camshaft) atua em balancins roletados. Com capacidade de 162,7 cm3, é capaz de gerar 14,7 cv (etanol) e 14,5 cv (gasolina) a 8.500 rpm. O torque máximo é de 1,60 kgf.m (etanol) e 1,46 kgf.m (gasolina) a 5.500 rpm.

“O grande diferencial da nova Bros são os freios, que param instantaneamente, sem derrapagens. Outra particularidade é a segurança da condução na terra. O CBS funciona perfeitamente”, diz o jornalista Marcos Barros.

SuperBike Brasil: 8ª etapa é antecipada

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Foto: William Lucas/Vipcomm

O Maior Campeonato de Motovelocidade das Américas tem data definida para o encerramento da temporada 2017. A 8ª e última Etapa será realizada nos dias 24, 25 e 26 de novembro no Autódromo de Interlagos (SP). A data prevista anteriormente era 3 de dezembro, mas o evento foi antecipado por conta de um conflito de datas envolvendo a reserva da pista.

O Autódromo José Carlos Pace recebeu as quatro primeiras Etapas da temporada do SuperBike Brasil 2017. O campeonato volta para a capital paulista após passar por Londrina (PR), Curitiba (PR) e Goiânia (GO). Vale lembrar que, além da categoria principal, outros três grids (SuperSport/Stock 600cc, SuperBike Light/Evolution/SuperStock e SuperBike/SuperSport Escola) terão rodada dupla para definir a classificação final da temporada, dando ainda mais emoção para o último desafio do ano para os pilotos.

A disputa segue intensa pelo título da SuperBike. Eric Granado, #151, da Honda Racing Team, venceu as duas provas disputadas em Goiânia (GO) e abriu 18 pontos de vantagem na liderança da competição. O segundo colocado é o experiente Alex Barros, #4, da Híbridos Alex Barros Racing Team. Com passagem pela MotoGP, o piloto de 47 anos continua acelerando com tudo para buscar o primeiro lugar. Serão 50 pontos em disputa, o que pode mudar totalmente o rumo do campeonato.

A 8ª Etapa do SuperBike Brasil contará com nove provas acontecendo no domingo (26). O dia começa com as crianças e adolescentes da Honda Junior Cup, que entram em ação às 9h. O público também contará com diversas atrações, como o Show de Manobras, a Volta Aberta ao Público e a distribuição de brindes realizadas pelos patrocinadores.

Equipe Motofield faz bonito no CACC e fica perto do título

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FOTO: LEANDRO SOUZA/VIPCOMM

Os pilotos da Motofield, equipe apoiada pela Honda, fizeram bonito na quarta etapa da CACC (Copa Adrenatrilha de Cross Country), neste domingo (29), em Arujá (SP). Venceram em quatro categorias (XC-1, XC-3, XC-4 Over 35 e XC-F) e matematicamente são campeões da competição. Agora, precisam apenas largar na última etapa (pelo regulamento, a pontuação pode ser descartada, mas precisam estar presentes). Apesar disso, os pilotos prometem acelerar na etapa final, marcada para o dia 12 de novembro, em pista que será montada em Salesópolis (SP).

Na corrida de domingo, Júlio ‘Bissinho’ Zavatti, da Motofield, venceu na categoria XC-1. Largou mal, caiu para a sétima posição, mas fez uma prova de recuperação e conquistou o primeiro lugar. “A previsão era de chuva, mas não se concretizou. Caiu água a semana inteira em Arujá, e isso deixou o terreno perfeito. Estou bem treinado e com a moto acertada, o que possibilitou recuperar as posições perdidas no começo”, avaliou Bissinho. Para ser campeão, Bissinho deve apenas largar na próxima etapa. Mas o piloto vai para a disputa. “Vamos manter a competitividade e o ritmo de toda a temporada”, completa.

Entre as mulheres, na categoria XC-F, Janaína Souza chegou em primeiro e colocou a mão no pentacampeonato da CACC. “Estive bem concentrada nesta penúltima etapa, para poder ir tranquila para a final. Já tenho garantido o campeonato, que ganho pela quinta vez, mas vou correr para manter a invencibilidade na competição”, comemora Janaína, que venceu todas as provas até agora.

Na categoria XC-3, Vitor Martins também manteve a soberania e venceu em Arujá. O piloto da Motofield lidera absoluto e vai para a etapa final já como campeão. Na XC-4 Over 35, Marcos Betencorte, da Motofield, sustentou a invencibilidade da competição. Agora, tem quatro vitórias em quatro corridas. Chegará a Salesópolis daqui a duas semanas para largar e ser campeão.

Já na categoria XC-2, o piloto Renan Bueno terminou a etapa deste domingo em terceiro lugar. Vai para a prova final em busca da vitória para tentar superar o líder da categoria, Nielsen Bueno, com quem trava disputa acirrada pelo primeiro lugar desde o início da competição.

Os resultados oficiais da CACC após a quarta etapa de Arujá, assim como a classificação geral e por categoria, serão divulgados posteriormente pela organização da prova.

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BMW K 1600 GTL chega para o Salão Duas Rodas

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FOTO: DIVULGAÇÃO

Com sua incrível suavidade ao rodar, um som inconfundível e um poderoso motor de seis cilindros, a BMW K 1600 GLT já é uma referência no quesito prazer em pilotar nas estradas. Nesta nova geração, que será um dos destaques da BMW Motorrad no Salão Duas Rodas, a marca conseguiu o que parecia impossível: aprimorar ainda mais a “touring” de alto luxo.

O propulsor seis cilindros em linha, que desenvolve 160 cavalos de potência a 7.750 rpm e torque máximo de 175 Nm a 5250 rpm, ganhou novos conversores catalíticos e maior eficiência para se adequar às mais exigentes regras de emissões europeias.

Visualmente, o para-brisas foi sutilmente ampliado e o guidão se aproximou do piloto, visando a uma viagem mais confortável e ergonômica. O modelo ganhou também as novas cores branca “Lightwhite” (sólida) e cinza “Thundergrey” (metálica).

Fazem parte da extensa lista de itens de série: suspensão eletrônica dinâmica ESA com amortecedores adaptáveis, assistente de manobras, assistente de marchas Shift Assistant Pro (dispensa a embreagem na troca de marchas), freios ABS, controle de tração, farol de xenônio, aquecimento de assentos, modos de modos de pilotagem, controle de cruzeiro, para-brisa com ajuste elétrico, etc.

Entre os equipamentos opcionais, destaque para as luzes adaptativas, luzes diurnas, partida sem chave e assistente de partida em rampa. A nova BMW K 1600 GTL desembarca no mercado brasileiro em novembro.

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