Um mito chamado Valentino Rossi

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FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK

Valentino Rossi, italiano, de 38 anos, piloto profissional da equipe Movistar Yamaha de MotoGP, é um verdadeiro mito quando se fala em motovelocidade. Detentor de diversos títulos importantes, entre eles vários campeonatos mundiais, sendo 9 no total. Tanto talento sobre as duas rodas lhe rendeu uma boa condição financeira e, atualmente, o piloto é um dos 20 desportistas mais bem pagos do mundo.

A paixão pela motocicleta vem de sangue, já que seu pai, Graziano Rossi, também foi piloto. No primeiro desafio desse ano na MotoGP, o italiano ficou em terceiro lugar. As primeiras posições foram ocupadas por Maverick Vinãles e Andrea Dovizioso. Na próxima etapa, que ocorre no domingo, dia 9, em Termas de Rio Hondo, na Argentina, a qual será a 350ª participação em GPs na carreira, Rossi pretende se garantir no pódio mais uma vez.

“Não foi um início fácil. Nós trabalhamos muito duro durante os testes e no fim de semana da primeira corrida ainda arrumamos algumas coisas, especialmente na frente da moto. A prova correu muito bem e fiquei feliz por ser capaz de chegar ao pódio. Agora vamos para a Argentina. Esta é uma pista de que gosto bastante e estou contente em ir para lá. Espero que o asfalto esteja em boas condições, porque ano passado foi muito difícil para nós. Vamos tentar trabalhar melhor e ir ao pódio mais uma vez”, afirmou Rossi.

Hayabusa: 1300 cilindradas de pura adrenalina

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Foto: Flickr/Eddiestannes1

Em 1999 a Suzuki resolveu inovar no mercado do motociclismo e criou a Hayabusa, uma máquina potente, com 1300 cilindradas. A ideia da marca, na ocasião, era produzir a moto mais rápida do mundo. Relatos de motociclistas da época informam que o veículo atingia velocidades acima dos 320 km/h. Sua primeira geração foi chamada de GSX1300R. Possuía motor de 4 cilindros, 4 tempos e refrigeração a água.

O sucesso foi imediato e os dados são animadores para a Suzuki: estima-se que foram vendidas mais de 100.000 unidades. De acordo com o motociclista Laertes Torrens Filho, quando lançada, a moto causou um verdadeiro “frisson”. “A Hayabusa tinha detalhes completamente diferentes das motocicletas da sua categoria (Sport Touring). Uns amavam, outros, nem tanto”, diz Filho.

Segundo Laertes, a novidade chegava para desbancar as concorrentes da época. “A disputa era travada principalmente com a Honda Black Board, de 1100 cc, que chegava perto dos 300 km/h, porém, a Hayabusa desenvolvia uma velocidade superior à moto da Honda”.

RD 350: A “viúva negra” sobre duas rodas

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Foto: Divulgação

Em 1973, a Yamaha Motor Company Limited produziu uma motocicleta que iria marcar época no Brasil (as primeiras unidades feitas no país datam o ano de 1986): a RD 350. Conhecida como “Viúva Negra”, o veículo utilizava a palheta de torque, mecanismo que veda a mistura do ar, combustível e óleo junto ao carburador, inovando a prática na ocasião. O modelo também foi pioneiro no uso do quadro de berço-duplo e suspensão traseira mono-amortecida de série.

A moto possuía motor de 2 tempos, freio a disco dianteiro e uma caixa de mudanças com 6 marchas. As cores “Candy Red” e “Racing Green” foram as escolhidas pela marca para o início dos trabalhos.

No ano de 1991, a motocicleta recebeu suas últimas modificações, sendo que a produção no mercado brasileiro parou em 1993. Segundo o motociclista Laertes Torrens Filho, o lançamento fez bastante sucesso e gerou muita euforia quando foi criada. “Era uma moto muito potente para a época, porém os freios deixavam a desejar. Daí surge o apelido de ‘Viúva Negra’, pois muitos motociclistas sofreram acidentes e perderam a vida a bordo de uma RD 350, deixando suas esposas viúvas’, diz Laertes.

Superesportiva BMW Motorrad HP4 RACE será vendida no Brasil

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FOTO: DIVULGAÇÃO/BMW

A BMW Motorrad acaba de confirmar a venda no Brasil da superesportiva HP4 RACE, um dos lançamentos mais exclusivos da história da marca. Apresentado no Salão de Motos de Milão 2016, onde surpreendeu o público e a imprensa especializada, o modelo traz o que existe de mais avançado em termos de engenharia e eletrônica.

Além do uso extenso de fibra de carbono, ele oferecerá um amplo pacote de sistemas eletrônicos de controle e assistência. O processo de fabricação também é único: cada unidade será montada individualmente por um grupo reduzido de engenheiros altamente especializados. Não por acaso, a superesportiva, que chega em breve ao País, terá sua produção limitada a 750 unidades.

Para mais informações sobre a BMW do Brasil acesse:

www.bmw.com.br

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XSR900: Nascida para dominar

Flickr - Lovelymotor

Foto: Divulgação

No interior de cada motociclista existe o desejo ardente de conduzir uma moto que o faça se sentir bem em cada quilômetro rodado. A Yamaha XSR900 Abarth é uma dessas máquinas. Trata-se de uma motocicleta diferenciada, de estilo retro, de alta performance e leve, cujo design autêntico café racer reflete o verdadeiro espírito dos anos 1960.

A carenagem em carbono leve e guiadores ao estilo de avanços com um banco individual proporcionam uma posição de condução desportiva, bastante confortável. Com o seu motor de 3 cilindros e 850 cc de elevado binário e escape completo Akrapovic, esta raridade combina estilo e performance.

Alguns detalhes do veículo chamam a atenção, como por exemplo, a XSR900 é primeira café racer especial de fábrica. Possui carenagem dianteira em fibra de carbono com material leve, guiadores de encaixe em forma de andorinha, carenagem do banco e guarda-lamas dianteiro em fibra de carbono, farolim traseiro e suporte para chapa de matrícula desportivo.

A máquina conta ainda com banco único desportivo com revestimento em camurça e costuras em vermelho, placa em alumínio numerada de edição limitada, motor CP3 com refrigeração líquida, coberturas do depósito de combustível em alumínio, sistema de controlo de tração e embreagem deslizante.

Uma verdadeira monstruosidade em 900 cilindradas!

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Casio Edifice traz inspiração da F1 e lança o segundo relógio em colaboração com a Toro Rosso

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FOTO: DIVULGAÇÃO

A Casio, fabricante japonesa de relógios, reafirma ainda mais a parceria com a Scuderia da equipe italiana de Fórmula 1 Toro Rosso ao criar seu segundo modelo de edição limitada: o relógio Edifice Toro Rosso EFR-556TR. A marca de relógios esportivos, que mistura tecnologia avançada com designs dinâmicos, tem inspiração na alta performance existente nos carros de Fórmula 1.

Sob o conceito de “velocidade e inteligência”, a marca Edifice traduz a ideia que é encontrada nos esportes de motor e seus relógios evoluem conforme os pilotos utilizam a mais recente tecnologia eletrônica para entregar funções melhoradas aos cronógrafos. Com seus projetos ousados e funções variadas, os aficionados que amam esportes motorizados encontrarão nele o seu modelo ideal de relógio.

“É uma mistura perfeita de dois ícones desejados que têm em comum a performance, a tecnologia e o design. O modelo Casio Edifice Toro Rosso chega em um momento especial, e é uma ótima oportunidade para presentear aqueles que são apaixonados por relógios e Fórmula 1”, afirma Patrícia Bacan, gerente de Marketing para o Brasil e América Latina da Casio.

Para mais informações acesse: www.edificebrasil.com.br

Onde comprar online:  https://goo.gl/B36NFj

Onde comprar lojas físicas:

– G-Factory Mooca (Mooca Plaza Shopping)

Fone: (11) 2063-1665 / Whatsapp: (11) 95298-7586

– G-Factory Granja Vianna (Shopping Granja Vianna)

Fone: (11) 4613-6630

“Difícil, mas muito prazeroso”: Petrobras Rally Team analisa roteiro do Rally dos Sertões – 25 anos

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Foto: Divulgação/Vipcomm

A Petrobras Rally Team acerta os últimos detalhes para iniciar o seu grande desafio na temporada: encarar os 3.300,06 quilômetros de percurso da edição de 25 anos do Rally dos Sertões, entre as cidades de Goiânia (GO) e Bonito (MS), com início no próximo sábado (19). Equipamentos e estrutura mecânica e de logística da equipe já estão a caminho da capital do Goiás, palco do prólogo, que definirá a ordem de largada da primeira etapa.

Por se tratar de uma data especial, a organização da maior competição off-road do Brasil preparou um roteiro desafiador em termos de nível de competitividade. Em sete dias e com quase 2 mil quilômetros de trechos cronometrados, o piloto Guiga Spinelli e o navegador Youssef Haddad esperam encontrar um equilíbrio e uma intensidade diferentes em relação aos anos anteriores.

Logo na primeira etapa, em 20 de agosto, entre Goiânia (GO) e Goianésia (GO), os competidores irão enfrentar 680,48 quilômetros, sendo 306,82 em trecho cronometrado. No dia seguinte, até Santa Terezinha de Goiás (GO), com 326 quilômetros totais, a etapa será Maratona, em que apenas pilotos e navegadores poderão realizar a manutenção dos veículos, sem a ajuda dos mecânicos.

“Já começa com uma especial bem difícil e relativamente longa, com trechos duros de piso abrasivo, com bastante pedra e algumas serras. No dia seguinte, já conta com uma etapa Maratona. Normalmente, as provas começam mais ‘fáceis’ e vão complicando no meio do caminho. Esta edição do Rally dos Sertões terá um nível de dificuldade parecido do início ao fim. Será importante, do primeiro quilômetro até o último, ter muita atenção, ritmo, o carro e a dupla funcionando bem, e sem dúvida nenhuma o trabalho da equipe em todas as manutenções noturnas do veículo. Exigirá bastante do equipamento, do piloto e do navegador”, analisou Spinelli, maior campeão da competição entre os carros, com cinco títulos (2003, 2004, 2010, 2011 e 2014), três deles ao lado de Youssef Haddad.

Com vasta experiência em ralis pelo planeta, Spinelli prevê que, apesar da intensidade, a prova brasileira trará a seus participantes uma combinação de fatores rara de se ver no circuito off-road mundial. “O Rally dos Sertões, comparado a outros que já corri, tem uma dose muito agradável de quantidade de dias, de distância e de quilometragem de especiais. É um rali duro, difícil, mas ao mesmo tempo muito prazeroso. É um dos meus eventos preferidos também pela variedade de estradas e terrenos que o Brasil propicia em todas as suas regiões, sempre com locais prazerosos e desafiadores para carro e dupla”, completa.

“A gente conta com o carro de uma equipe extremamente experiente, não só em provas ao redor do mundo, mas também no Rally dos Sertões. Um carro rápido, seguro e bem testado. Mas, vale sempre ressaltar que o nível de concorrência é altíssimo. Outras equipes e outros veículos estão na mesma condição, então prevejo uma competição em que o equilíbrio de performance será muito grande sempre. Os detalhes irão decidir o campeão”, avaliou Guiga.