Triumph lança nova coleção de roupas e acessórios

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A Triumph está lançando uma nova coleção (primavera/verão) de roupas e acessórios pessoais, com mais de 90 itens para os públicos feminino, masculino e infantil, divididos nas categorias acessórios pessoais, botas, calças, jaquetas, luvas, camisetas e moletons. Parte das novidades começa a ser comercializada na Rede de Concessionárias Triumph na segunda quinzena de outubro, enquanto o restante chegará às lojas no final de novembro. Um dos destaques dessa nova coleção é a volta da jaqueta de couro mais vendida pela marca no Brasil, a “Jaqueta Raven”. O produto sofreu uma renovação no seu visual e também ganhou uma versão feminina. Além disso, também está sendo lançada uma versão masculina na cor marrom, além de uma luva de couro para completar o visual.

Outro destaque são as jaquetas ventiladas, que oferecem maior conforto e prazer durante a pilotagem na estação mais quente do ano sem deixar a segurança de lado. Uma delas é a “Jaqueta Rowland”, produzida com materiais que contribuem para uma boa ventilação do piloto durante toda a sua viagem, além de contar com protetores nos ombros, cotovelos e costas, detalhes de acabamento em couro, zíperes de conexão com calças de pilotagem Triumph e forro removível. Nessa coleção também está sendo relançada a luva de couro com a bandeira da Inglaterra em duas versões: colorida com as cores da bandeira britânica azul e vermelha e também a versão monocromática. Essa luva foi sucesso de venda em coleções anteriores e, a pedido dos clientes, está de volta.

As novidades também incluem itens como carteira, caneca, toalha, boné, bandana, novos modelos de camisetas e novos itens voltados para as crianças (como camisetas e canecas). Esta nova coleção faz parte da linha que a Triumph chama de “Seasonal”, com produtos que são lançados de acordo com as estações do ano – primavera/ verão e outono/inverno – e têm como objetivo renovar o show-room das Concessionárias. As concessionárias também comercializam a chamada linha “Core”, que pode ser encontrada em qualquer época do ano. São mais de 140 itens que incluem, por exemplo, roupas funcionais (desenvolvidas para oferecer mais conforto e segurança ao piloto e ao garupa), roupas casuais (para uso em geral), botas funcionais e casuais, acessórios pessoais etc.

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Rodrigo Khezam se sagra campeão brasileiro de Rally Baja

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Foto: DFotos

A pouco mais de um mês da vitória na categoria Brasil do Enduro da Independência, o Enduro de Regularidade mais importante do país, Rodrigo Khezam conseguiu somar ao seu currículo de vitórias mais um grande feito: o de campeã Brasileiro de Rally Baja na categoria nacional.

Ao vencer a 9ª e 10ª etapas no Rally Serra Azul, disputadas nos dias 7 e 8 de outubro, em Itupeva, interior de São Paulo, Khezam conquistou por antecipação o campeonato Brasileiro de Rally Baja na categoria nacional, há duas rodadas do final da temporada 2017. A bordo de uma Yamaha TT-R 230, o piloto ficou com a sexta colocação na geral entre as motos, e primeiro na categoria que disputa, destinada à motocicletas fabricadas no Brasil com até 300cc.

Segundo Khezam, essa vitória tem um sabor especial. Além da conquista do campeonato, ele confessa que essa foi a etapa perfeita dentre todas que disputou em 2017. “Acelerei forte do começo ao fim. Estava confiante com a moto, que como sempre estava ótima. Mesmo com este ritmo em que normalmente a margem de riscos é maior, não cometi erros e andei não muito distante das motocicletas importadas, com maior cilindrada, e consecutivamente mais potência”, revela o piloto. E ele completa: “Mesmo tendo conquistado antecipadamente o campeonato, vencendo 8 das 10 etapas disputadas, seguirei focado em conseguir bons resultados nas etapas restantes, buscar mais um título em 2018 e, quem sabe, vitórias em grandes ralis que pretendo disputar”.

A próxima etapa do Campeonato Brasileiro de Rally Baja, o Rally Rota Sudeste, acontece no dia 08/11, na cidade de Lençóis Paulistas (SP).

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Piloto mirim mostra talento no motocross

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FOTO: DIVULGAÇÃO

Aparentemente não há idade para o sucesso.  Luiz Afonso tem apenas 6 anos de idade e já faz parte da equipe da MXF Motors do Brasil como piloto de Motocross. Ele começou a correr com 4 anos em uma MXF 50cc, e hoje já acumula 15 troféus em competições.

A influência do pequeno esportista para começar a correr veio de seu pai, Luciano Moreira, que foi piloto de motocross durante 10 anos e hoje apenas patrocina. “O menino é totalmente apaixonado pelo esporte. Ele é dedicado e realmente muito bom em cima da moto”, afirma Luciano.

Luiz, que mora na cidade de Itapeva (SP), participa de várias corridas do campeonato paulista e sul paulista. Ele treina tanto na pista da cidade quanto em sua pista particular na chácara da família, mas também dedica seu tempo à escola e à família. O piloto está no primeiro ano da escola e se dá bem com todo mundo. “Ele é um menino muito disciplinado, pois o esporte exige isso e, apesar de seu foco no motocross, não deixa de estudar, brincar e se divertir como qualquer criança”, conta o pai. “Eu ainda faço capoeira duas vezes por semana”, brinca Luiz.

Apesar de tudo ser diversão para o pequeno piloto, seu futuro no esporte é mais que garantido e seu esforço junto com a parceria da MXF Motors o ajuda a crescer ainda mais. “É muito bom ter esse apoio da MXF, o talento do Luiz é valorizado e sem dúvidas ajuda no futuro dele. Desejo que ele saiba competir para sentir o amargo da derrota e o sabor da vitória, com isso, tenho certeza que estarei formando um grande homem”, completa Luciano.

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Casal paulista irá se aventurar de moto até a Bolívia no comando de uma Versys 1000 ABS

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Foto: Arquivo Piloto Guga Dias

Um casal de aventureiros paulistas irá testar os limites da Versys 1000 ABS 2017 em uma longa jornada de moto com destino à Bolívia. O piloto Guga Dias e sua esposa, Elda Silveira, partiram neste sábado (7) rumo ao país vizinho em um roteiro que passará por diversas cidades brasileiras e bolivianas. O intuito do casal é explorar as belezas locais e registrar as diversas experiências vivenciadas no caminho. Para encarar esse trajeto, a dupla estará equipada com a versátil e quadricilíndrica da Kawasaki, de 1.043 cm³ e 120 cavalos de potência máxima.

Com cerca de 40 dias, a viagem terá início em São Vicente (SP), no litoral paulista, e percorrerá aproximadamente 1,5 mil quilômetros, passando pelas terras alagadiças do Pantanal sul-mato-grossense, até chegar à divisa com a Bolívia, na cidade de Corumbá. Já em território estrangeiro, ao cruzar a fronteira, Guga e Elda terão pela frente mais alguns milhares de quilômetros em rodovias estreitas, avançando sobre o Chaco boliviano, região formada por uma vasta planície de florestas.

Para Guga Dias, que é proprietário da agência de turismo Diário de Motocicleta, esta será uma oportunidade única para desbravar novos roteiros no país vizinho e manter uma pilotagem segura e divertida. “Conhecemos alguns destinos na Bolívia de outras viagens e, particularmente, já guiei dezenas de motociclistas pelo Altiplano Boliviano. Mas, sabemos que existe muito mais a ser visto. Então agora queremos descobrir alguns segredos escondidos deste território que reúne diferentes ecossistemas, que vai do Pantanal aos picos nevados, das estradas da morte às profundezas da Terra antiga. Tenho certeza que muitos vão se surpreender com o que teremos para mostrar”, antecipa Guga.

O fim desta longa trip deve ocorrer durante a 14ª edição do Salão Duas Rodas, evento que acontece entre os dias 14 e 19 de novembro em São Paulo. Ao longo da jornada, o casal irá atualizar o site Diário de Motocicleta – diariodemotocicleta.com.br – com publicações diárias sobre o andamento da viagem.

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Brasileiro de Supermoto: Chiquinho Velasco dá show de pilotagem em Nova Odessa (SP)

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FOTO: RICARDO B. SANTOS

Chiquinho Velasco mostrou toda sua garra na disputa em Nova Odessa (SP), neste domingo (08), pela quarta etapa do Campeonato Brasileiro de Supermoto 2017. O evento aconteceu no Kartódromo Internacional da cidade.

As categorias SM1 e SM4 largam juntas e classificam separadas. Na primeira bateria, Chiquinho largou na quarta posição, conseguiu ganhar uma logo na largada e a manteve até o final. Já na segunda bateria, com a vantagem de largar na 3ª posição, o piloto fez uma excelente largada e pulou para segundo, mas teve Kleber Justino no seu encalço durante grande parte da prova. Numa das investidas de ultrapassagem, Justino bateu na roda traseira de Chiquinho e caiu, abandonando a prova.

“Fiz uma corrida limpa, dei o meu melhor e o resultado veio. Em relação à queda do Justino, quem entende de corrida sabe que não tive culpa alguma. Ele tentou a ultrapassagem e não deu”, afirmou o piloto da Velasco Racing.

Alguns pilotos deixaram a modalidade por causa da crise econômica, mas outros aderiram. A organização acertou na escolha do local, que conta com uma infraestrutura fantástica, tanto para pilotos quanto para quem foi assistir.

A última etapa do Campeonato será dia 05 de novembro, em Registro (SP).

Resultados da etapa:

SM1

1 – Rafael Fonseca

2 – Chiquinho Velasco

3 – Pedro Rehn

SM2

1 – Cleber Guimarães

2 – Sebástian Rochon

3 – Eduardo Venzol

SM4

1 – Chiquinho Velasco

2 – Kleber Augusto

3 – Marcelo Silvério

MotoTest atinge 10 mil testes realizados

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FOTO: MARCELO ALVES

Já foram seis edições desde o início do projeto. O MotoTest, evento de test-ride de motos, que reúne em um mesmo dia e local diversas fábricas, completa um ano em outubro com a marca de mais de 10 mil testes realizados. Somados todos os participantes, o número ultrapassa 1.500 pessoas.

Desse total, algumas já compraram moto após o evento. Outras devem fechar negócio em breve após esclarecerem dúvidas sobre os modelos. O mais importante é que os testes feitos em uma pista de verdade, com a possibilidade de acelerar na reta e sentir bem a moto na curva, tornaram as decisões mais certeiras.

Outro destaque é a oportunidade de pilotar lançamentos do mercado, como a BMW G 310 R, roadster testada por quase todos os participantes da 6ª edição, que aconteceu no mês de setembro. As nakeds Kawasaki Z650 e Suzuki SV650 também foram dois novos modelos bastante procurados.

Além dessas montadoras, Ducati, Yamaha, KTM, Dafra, Suzuki, Kymco e Haojue são parceiras do MotoTest, assim como as marcas de equipamentos LS2, Shoei, Shark, Zeus, Alpinestars e Bell, e empresas do segmento, como Porto Seguro e Beta Ferramentas.

Quem ainda não participou do MotoTest, tem mais uma chance neste ano. A organização confirmará em breve a data, provavelmente, no fim de novembro ou início de dezembro. Acompanhe as notícias e informações nos canais no Facebook e Instagram @mototestbrasil

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Casa do Capacete: Muita história pra contar!

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FOTO: DIVULGAÇÃO

A história da Casa do Capacete começou em meados dos anos 1970, quando se chamava Dainese Artigos para Motociclistas. Tratava-se de uma empresa familiar que fabricava e comercializava capacetes, além de prestar serviços de costura e manutenção de vestuário de moto e kart. O estabelecimento se localizava na Rua 25 de Janeiro, no bairro da Luz, em São Paulo.

Nessa época, era permitido no Brasil pela legislação de marcas e patentes registrar marcas que não eram comercializadas aqui, pois não havia importação. Depois, quando as marcas estrangeiras queriam vir para cá, tinham de pagar para quem havia feito seu registro.  Daí o nome Dainese Artigos para Motociclista.

Trabalhavam na empresa o pai Esposito Vincenzo, que cuidava da parte comercial, mas não no varejo e sim vendendo para outras empresas. Então, ele viajava muito e estava sempre atrás de novas parcerias e também fidelizando os clientes já existentes.

Dona Thereza

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A mãe, dona Thereza Pella Esposito, era a alma e o carisma da empresa. Ela tinha uma cozinha dentro da Dainese, onde preparava suas deliciosas comidas (como boa italiana) e fazia questão que todos os funcionários e visitantes comessem por lá. Seu tratamento com os funcionários e clientes marcou a empresa como um ambiente que todos gostavam, por que sabiam que seriam bem recebidos, ou seja, se sentiam em casa. Além de boa cozinheira e simpática, Dona Thereza era motociclista desde sempre e esteve na inauguração da Via Anchieta, em 1947.

Nessa época também trabalhavam os filhos Pietro Giovanni (o mais velho) e Donato Esposito, que ingressou na Dainese aos 13 anos, montando capacete, fazendo serviços de escritório e banco, e  atendendo clientes ocasionais, pois o foco era o atacado.

 O irmão Giovanni desligou-se da empresa em 1992 e abriu a Global Capacetes, que ficava na Água Fria, no prédio do outro irmão, Savério, que tinha uma empresa de vidros blindados.

Na fábrica da Rua 25 de janeiro (Dainese) havia muitas pessoas que, por saberem que era uma fábrica de capacetes, tocavam lá para comprar. Quem fazia este atendimento era Donato e dona Thereza. Com o aumento da clientela, foi feito um showroom para atender melhor. Como era vantajoso vender para varejo, o pai Esposito Vincenzo disponibilizou para uma empresa de insufilm para carros na Av. Pacaembu, 1.311 (Esposito Vincezo Automotos e Acessórios) para que seu filho Donato pudesse ter um lugar melhor, e lhe deu também 100 capacetes San Marino para que ele iniciasse essa loja de capacetes num local mais comercial, por volta do ano 1992.

Vendo que o negócio ia bem, em 1994 Vincenzo disponibilizou outro local do lado (Av. Pacambú, 1461) para que Donato continuasse o negócio dos capacetes. E a dona Thereza foi para esta empresa.

O tempo passou

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FOTO: DIVULGAÇÃO

Alguns anos depois, Donato abriu uma empresa na Rua Conselheiro Saraiva, em Santana (SP). Porém, essa empresa não durou muito, houve um desbarrancamento no prédio, e então ele foi para a Av. Rebouças, também em São Paulo. Desde então, a Casa do Capacete vem se moldando nesse formato, que é uma loja completa para vestuário de motocicleta e kart, e também é especializada na venda de atacado da marca Astone.

Sempre acompanhando o mercado de motos de perto, e nascida junto com ele, a Casa do Capacete foi a primeira a comercializar os capacetes Shark, CMS, HJC, NAU, entre outros.

No final da década de 1990, os capacetes do Brasil começaram a vender menos, pois os importados eram mais baratos. O irmão Vicente exportava capacetes Global para a Argentina. Este produto começou a ficar caro para os argentinos, porque por lá apareceu o MHR, mais barato e melhor. Daí, Donato foi atrás deste capacete chinês (2003), e então iniciou o processo de importação do MHR, que  foi um sucesso de vendas por mais de 10 anos.

A marca mais recente da Casa do Capacete é a Francesa Astone, sucesso há mais de 10 anos até os dias de hoje.

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