Gustavo Pellin amplia liderança no Gaúcho de Enduro FIM

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Foto: Café Fotos/Mundo Press

A Sacramento Racing ampliou o domínio no Campeonato Gaúcho de Enduro FIM. Invicto, Gustavo Pellin abriu vantagem na classificação geral e na categoria E2 após a quarta etapa, realizada neste domingo (6) em Santa Clara do Sul (RS). Outro destaque foi o veterano Cassiano Tebaldi, que conquistou a quarta vitória consecutiva na E40.

A bordo das motocicletas KTM, a Sacramento Racing também acelerou com Diego Colett (3º na geral e na E2), Anderson Vieira (3º na E1), William Palandi (5º na E2) e Maurício Rizzon (6º na E2). “A prova estava muito bem organizada, teve Cross Teste em um gramado com alguns troncos, pneus, pedras e grande presença do público. O grid da etapa superou 120 motos”, relatou Pellin.

Ele é o atual campeão gaúcho da geral e da E2, e possui cinco títulos estaduais no currículo. “As especiais estavam rápidas e andei com mais cautela nas duas primeiras voltas para evitar me machucar. Tive que apertar o ritmo na última volta, já que os tempos entre os pilotos estavam equilibrados. Forcei sem arriscar e no fim deu tudo certo, ganhei com uma diferença pequena e sigo líder”, concluiu Pellin, que é de Caxias do Sul (RS).

Mais vitórias

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Foto: Café Fotos/Mundo Press

A Sacramento Racing conquistou mais vitórias no motociclismo off-road neste domingo (6). Vinícius Calafati foi o piloto mais rápido na terceira etapa do Campeonato Paranaense, em Astorga-PR, seguido por Loandro Anton. A dupla ainda confirmou vitórias nas classes E2 e E1, respectivamente.

Em Itupeva (SP), na pista do Kalango Cego, o chefe de equipe, Nielsen Bueno, foi o grande destaque da terceira etapa do CACC. Além de vencer a categoria XC2, ele faturou a classificação geral no evento, que reuniu as feras do cross country.

A má notícia do dia ficou por conta de Emerson Loth “Bombadinho”, bicampeão brasileiro de enduro de regularidade. O piloto da Sacramento Racing sofreu uma queda na 28ª edição do Ibitipoca Off-Road, entre as cidades de Juiz de Fora e Ibitipoca, em Minas Gerais. Ele teve de abandonar a prova e foi levado ao hospital, onde foram constatados fratura na clavícula e deslocamento do ombro. “Vamos retornar para Curitiba (PR) e ver com o meu médico quais são os próximos passos”, concluiu Bombadinho, que é o atual líder do Brasileiro da modalidade.

Kawasaki Brasil sai com saldo positivo na 3ª etapa do Brasileiro de Motocross

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Foto: Tiago Lopes – VGCOM – Kawasaki

No último fim de semana, Extrema-MG recebeu a 3ª etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross. O evento foi fantástico e contou um público espetacular, que lotou as arquibancadas do parque de eventos municipal e delirou com as disputas na pista. Para a Kawasaki Brasil foi, sem dúvidas, o melhor fim de semana até agora: pódio em todas as categorias disputadas, dobradinha dos irmãos Lima na MX1 em 3º e 4º, respectivamente, Pepê Bueno fez 4º na MX2 e Pedro Magero foi o 2º na Junior, colocando a marca no TOP5 dos melhores do país.

Confiram a seguir os depoimentos dos membros do time:

Pedro Magero #15 | Junior – “Foi um grande fim de semana, onde disputei até o fim da corrida garantindo o 2º lugar no pódio nessa terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross. Só tenho a agradecer minha equipe, minha família e todos os meus patrocinadores. Sigo trabalhando duro para manter o bom desempenho nas próximas etapas”.

Dudu Lima #2 | MX1 – “Foi um excelente fim de semana! Dei tudo de mim nas duas baterias, na segunda liderei boa parte da prova e finalizei com a 3ª colocação no geral. Agora sigo trabalhando para cada vez mais melhorar os resultados ainda tem tempo para subir na tabela”.

Marcello Lima #5 | MX1 – “Tive um ótimo domingo, consegui atingir meu objetivo. Tive problemas com meu dispositivo de largada nas duas baterias, larguei mal e consegui me recuperar rápido. Foi um ótimo resultado para mim e minha equipe. Fechei com um 4º na geral. Minha KXF450 estava espetacular. Estou animado e pronto pra continuar trabalhando para a próxima”.

Pepê Bueno #8 | MX2 – “Fim de semana difícil, realmente desapontado com os meus resultados. Não venho conseguindo me encontrar comigo mesmo, andar como o verdadeiro Pepê anda, estou muito frustrado, mas estamos trabalhando em cima. Já estou em BH e daqui começamos a treinar com a equipe. Apenas quero o Pepê de volta, e vou conseguir trabalhando com minha equipe. Agradeço a eles por tudo que tem feito por mim e continuarem do meu lado nos dias difíceis. Nós vamos voltar com força total”.

Leo Souza #9 | MX2 – “Mais um final de semana difícil pra mim. Na primeira bateria cai na primeira curva e quebrou o bico injetor. Tive que abandonar a prova, na segunda bateria estava muito bem no começo da disputa, mas depois de alguns minutos comecei a sentir dores muito fortes na coluna e acabei na 6 º posição, agora é recuperar 100% e voltar com tudo nas próximas etapas”.

O próximo desafio da Kawasaki Brasil Racing será nos dias 02 e 03 de setembro em Tupaciguara MG, na 4ª etapa do Brasileiro de Motoccross.

De pai para filho: Construção de laços pelo Motocross

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FOTO: DIVULGAÇÃO

Quando o Dia dos Pais chega é inevitável não pensar em união, carinho e amor. E quando isso tudo acontece em meio a muita lama e velocidade? É só parar para conversar nas trilhas por todo o País ou nas competições de motocross nos finais de semana que encontramos histórias emocionantes: personagens que compartilham, além do amor de pai e filho, da paixão pelo off-road em duas rodas.

Os pilotos de motocross Caio Lopes e Jean Ramos são exemplos do vínculo Pai/Filho/Off-Road. Paulista, 24 anos e piloto da Equipe Gaia MX, Caio Lopes guarda no currículo uma experiência de pelos menos 21 neste esporte. Começou a andar de moto com apenas três anos, por influência do seu pai, Valmir Jesus, que era piloto também. O esporte foi passado de pai para filho e hoje Caio se orgulha em seguir os passos de Valmir e receber todo o apoio de seu herói.

“Meu pai me acompanha em todas as corridas e em alguns treinos, iniciei no esporte por influência dele, que andava na época, então, se cheguei até aqui foi por ele sempre estar ao meu lado”, conta o piloto. Valmir parou de correr assim que Caio estava se tornando profissional e sempre o acompanha em treinos e competições. Hoje, ele não apenas apoia, mas trabalha com seu filho: cuida de sua moto e encarrega-se da manutenção. Também é Valmir quem dá as placas informativas para o Caio durante a corrida.

Projeção

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FOTO: DIVULGAÇÃO

As expectativas do piloto para 2017 são grandes. Ele que foi campeão do brasileiro em 2014 na categoria 230 cilindradas e está em busca do título novamente, se sente preparado e conta que ter o pai ao seu lado é uma de suas maiores motivações: “Para mim é muito importante ter ele me apoiando, isso faz muita diferença tanto nos dias de alegria quanto nos dias ruins. Devo muito a ele por ter ajudado a viver meu sonho”.

A trajetória de Caio se assemelha a do curitibano Jean Ramos – piloto de motocross do time Gaia MX, que iniciou neste esporte com 4 anos por influência da família. “Meu pai sempre foi apaixonado por competição a motor, meus irmãos competiam e eu sempre os acompanhava, até que eu pedi para competir também. Ele me apoiou desde o primeiro dia”, conta Jean.

Segundo ele, seu objetivo nesse ano é conquistar o brasileiro de Motocross e, para isso, precisará de muito treino e companheirismo. Este apoio ele recebe de seu pai, que nunca o deixa sair de seu foco, ajudando no desenvolvimento do Jean como piloto. “Meu pai sempre me põe no foco e me orienta em tudo, não só como atleta, mas como pessoa também. É um homem sensacional e se eu cheguei aonde cheguei, devo muito a ele e a minha família”, afirma o piloto da Gaia MX, ao se lembrar de tudo o que já passaram juntos. “Memórias com meu pai são muitas, pois ele sempre esteve do meu lado, me apoiando ou orientando. Nós perdemos juntos e ganhamos juntos”, conclui Jean Ramos.

Chiquinho Velasco conquista vitória no Brasileiro de Supermoto

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Chiquinho Velasco foi o mais rápido entre todos os pilotos da categoria SM4 na terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Supermoto, realizada no último domingo, dia 06, em Piracicaba (SP). O piloto disputa o título em duas categorias: na SM4 e na SM1.

Na categoria SM4, Velasco venceu com folga as duas baterias. Já na SM1, fez segundo lugar na primeira bateria e terceiro na segunda. Na soma dos pontos, ficou com a terceira posição. “Estou muito feliz, estava precisando deste resultado na SM1 para mostrar que, apesar de ter mais idade que meus concorrentes, ainda dou muito trabalho”, comentou o piloto.