Distinguished Gentlemen’s Ride 2017 tem ação inédita em BH

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FOTO: DIVULGAÇÃO

Até o dia 24 de setembro, seis cafeterias e lanchonetes de BH participam da ação “Distinguished Gentle Coffee”. O projeto tem como objetivo espalhar a gentileza no dia a dia das pessoas, começando com uma simples ação de pagar o café para um desconhecido. Cartões são disponibilizados nos estabelecimentos integrantes, para que os clientes deixem uma pequena mensagem de gentileza. Participam a Academia do Café, Café com Letras (Savassi e CCBB), Inteligenzza, Mito/Guaja, Mocca e Oop.

A ação, inédita na capital, foi criada pelo grupo Distinguished Gentleman Ride 2017 de Belo Horizonte, que se reúne uma vez por ano para um encontro elegante e passeio de motos clássicas. O DGR é uma ação mundial e tem como objetivo conscientizar e arrecadar fundos para a pesquisa de combate ao câncer e ao combate à depressão masculina. O evento em Belo Horizonte é apoiado pela Triumph BH.

Conheça mais sobre o DGR pelo site: https://www.gentlemansride.com/

Triumph Bobber: Força que traz felicidade

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Foto: Divulgação

Entre os dias 30/06 e 03/07, tivemos a oportunidade de pilotar a nova Triumph Bonneville Bobber pelas ruas de São Paulo, mais precisamente realizando o trajeto entre os bairros do Morumbi e Ipiranga num percurso de ida e volta, o que totalizou cerca de 60 quilômetros percorridos.

A primeira impressão de todas foi a força que a máquina exibe. Seu motor de 1200HT fornece torque ideal para uma pilotagem empolgante e segura. São 106 Nm de torque (a 4.000 rpm) e 77 cv de potência (a 6.100 rpm). O propulsor ganhou uma afinação típica “Bobber”, o que significa uma dose maior de torque e potência em baixas rotações.

Para se ter ideia, a 4.500 rpm, o motor da Bobber oferece cerca de 10% mais torque e potência do que a Bonneville T120. O intervalo de acionamento de 270˚ garante um rendimento de potência suave e linear a partir de caixa de marchas bastante precisa e macia, com cinco velocidades.

Seguramente, posso afirmar que a moto será um sucesso de vendas para a Triumph, pois, além de todas essas características citadas, o design dela é muito bonito. As ruas da terra da garoa ficaram pequenas para tanta potência.

E que venha o próximo teste!

FICHA TÉCNICA:

Potência Máx – 77 PS (56,6 kW) a 6.100 rpm

Torque Máx. – 106 Nm a 4.000 rpm

Freio dianteiro – Disco de 310 mm, pinça flutuante de 2 pistões Nissin, ABS

Freio traseiro – Disco único de 255 mm, pinça flutuante de pistão único Nissin, ABS

Suspensão dianteira – KYB, garfos de 41 mm, curso de 90 mm

Suspensão traseira – KYB, amortecedor único com articulação, curso da roda traseira de 76,9 mm

Preço: R$ 49.990,00

Cores: Jet Black, Morello-red, Ironstone

900 cc: A primeira vez a gente nunca esquece

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Foto: Laertes Torrens Filho

Pois é, aquela velha frase ‘a primeira vez a gente nunca esquece’ faz todo o sentido quando o assunto é motocicleta. Logo eu, que sempre fui um apaixonado por veículos de duas rodas e, ao mesmo tempo, um medroso assumido em relação às motos de alta cilindradas, e que havia pilotado apenas uma Honda Biz 100 cc e uma Yamaha Fazer 150, perdi a ‘virgindade’ pilotando uma Triumph Street Cup 900 cc.

Foi uma experiência simplesmente incrível! Saí andando pelas ruas de São Paulo, mais precisamente do bairro do Morumbi até a região do Ipiranga. Lançada no Brasil no dia 14/03, posso dizer que foi um passeio praticamente exclusivo com essa belezinha. As primeiras impressões do novo ‘brinquedinho’ foram ótimas.

Ao sentar na motocicleta, já senti um conforto imediato e percebi que estava entrando num universo totalmente diferente do que estou acostumado. A embreagem estava um pouco dura, normal para um veículo que está com quilometragem baixíssima, praticamente zerado, e que apresenta uma força descomunal.

Respeito ao mundo novo

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Foto: Laertes Torrens Filho

Antes da partida, fiz uma pequena reflexão sobre tudo que já havia vivido em relação às duas rodas. Dei a partida e saí vagarosamente, com medo daquela verdadeira ‘monstra’ que, agora, estava sob meu comando. Fomos conversando um com o outro, eu e a moto, num mundinho todo particular. Aos poucos fui acostumando com a posição das marchas, dos freios, e da sensação de estar pilotando uma Triumph.

Quando peguei a primeira avenida com uma reta enorme, pensei: agora é a hora de acelerar. Porém, respeitei a minha inexperiência no assunto e segui guiando a cerca de 50, no máximo 60 km/h. No momento em que tomei confiança e acelerei, cheguei ao meu auge. Notei que estava a bordo de uma máquina e tanto. A velocidade é imediata, 100 km/h é atingido com facilidade, o que pede freios confiáveis, e posso dizer que assim que acionados eles pararam com firmeza, fazendo com que eu ficasse em paz.

Enfim, faltam palavras para descrever a sensação, entretanto, encontro uma que exibe com clareza o sentimento dessa experiência única: FELICIDADE! Que venham os próximos passeios!

Clássicos revisitados

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Foto: Triumph/Divulgação

A Triumph acaba de lançar as novas motocicletas clássicas da família Bonneville: Bobber e Street Scrambler. Os novos modelos estão disponíveis nas 15 concessionárias da marca no Brasil e chegam com preços de R$ 41.990,00 (Street Scrambler) e R$ 49.990,00 (Bobber). As novidades chegam para ampliar o leque de modelos da marca inglesa – que já contava com cinco modelos no país: Street Twin, Street Cup, Bonneville T120, Bonneville T120 Black e Thruxton R.

Atualmente, as máquinas clássicas representam para a Triumph, no mercado nacional, cerca de 25% das vendas totais da marca. “Nossa intenção é ampliar esta participação nos próximos anos, chegando a 30% no final do próximo ano e atingindo pelo menos uma fatia de 35% das nossas vendas até 2020. No mercado internacional, as clássicas já alcançaram uma participação de 50% das vendas da marca e a expectativa é ampliar ainda mais este percentual até 2020”, explica Waldyr Ferreira, diretor geral da Triumph Motorcycles no Brasil.

Os novos modelos deverão atingir, no total, um volume de vendas em torno de 380 unidades no próximo ano. A Street Scrambler tem como público-alvo, na avaliação da fabricante inglesa, um consumidor clássico e moderno ao mesmo tempo, que prefere atitude, elegância e estilo mais rústico e focado no off-road, mas que também busca uma moto bonita, divertida e que ofereça conforto em todos os tipos de estrada. Já o comprador de uma Bobber deseja uma motocicleta clássica moderna, porém, busca uma experiência de pilotagem mais emocionante. Ele é atraído pelo belo design e estilo da moto, e procura por um modelo icônico, realmente especial.

1950: parece que foi ontem

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Foto: Triumph/Divulgação

O conceito de motocicleta do estilo Scrambler nasceu na década de 1950, para batizar modelos que eram adaptados para disputar corridas de enduro – ganhando itens como pneus próprios para o uso off-road, escapamento alto e guidão largo. O nome veio da expressão em inglês “to scramble”, que significa subir rapidamente uma colina usando os pés e as mãos. Este tipo de máquina fez sucesso e logo os fabricantes começaram a lançar motocicletas com este visual off-road. A Triumph entrou no segmento em 1963, com a Bonneville T-120 TT, de 650 cc, que ficou em produção até 1967. Em 2006, a fabricante inglesa apresentou a Triumph Scrambler, equipada com motor de 865 cc.

A nova Triumph Street Scrambler, desenvolvida a partir do modelo Street Twin, é uma motocicleta divertida, acessível, contemporânea e que incorpora uma significativa evolução em engenharia e estilo em relação à Triumph Scrambler anterior – que não chegou a ser lançada no Brasil. O novo modelo foi desenvolvido para apresentar a beleza do estilo Scrambler, com recursos e detalhes exclusivos, mais rústico e foco no off-road.

Motor de alto torque

Motor, escapamento e tecnologia com foco no piloto foram projetados para causar impacto aos amantes da marca. Tudo combinado para oferecer mais desempenho e uma melhor experiência de pilotagem. Equipada com o motor Bonneville de alto torque de 900 cc, a Street Scrambler fornece muito mais torque e potência em baixas e médias rotações, o que torna o modelo ideal para rodar pela cidade e pelas estradas de terra. Ele desenvolve 80 Nm de torque (a 2.850 rpm) e 55 cv de potência (a 6.000 rpm), sendo um torque e uma potência 28% superiores aos gerados na Scrambler anterior. Um dos destaques deste motor é o intervalo de acionamento de 270˚, o que proporciona um rendimento de potência linear e suave a partir da sua caixa de marchas com cinco velocidades.

Elegância no painel

O painel de instrumentos com mostradores duplos, além de elegante, é bem completo e conta com um menu digital para controle de todos os recursos disponíveis com um simples toque com a ponta dos dedos. O equipamento possui conta-giros, indicador de marcha, hodômetro, duas configurações de viagem, indicador de revisão, autonomia e nível de combustível, consumo médio e instantâneo, relógio e configurações do controle de tração. Com novos chassis e suspensão, a Street Scrambler passou por uma atualização e passou a ser mais dinâmica. Assim como na Street Twin, a configuração do chassis do novo modelo é ajustada para oferecer uma pilotagem neutra e previsível.

FICHA TÉCNICA:

Potência Max. – 55 PS (40,5 kW) a 5.900 rpm

Torque máx. –    80 Nm a 3.230 rpm

Suspensão dianteira – KYB, garfos de cartucho de 41 mm, curso de 120 mm

Suspensão traseira – KYB, amortecedores duplos com pré-carga ajustável, curso da roda traseira de 120 mm

Freio dianteiro – Disco único de 310 mm, pinça flutuante de 2 pistões Nissin, ABS

Freio traseiro – Disco único de 255 mm, pinça flutuante de 2 pistões Nissin, ABS

Preço: R$ 41.990,00

Cores: Jet Black, Korosi Red/Frozen Silver, Matt Khaki Green

Jeito Bobber de Ser

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Foto: Triumph/Divulgação

As motocicletas de estilo bobber nasceram logo após a Segunda Guerra Mundial, na década de 1940, por meio dos soldados que voltavam para casa e buscavam emoção em duas rodas. Utilizando como base, muitas vezes, motos que haviam sobrevivido aos combates, eles customizavam as máquinas em garagens caseiras, utilizando ferramentas simples. O objetivo era tornar a motocicleta mais despojada, retirando tudo que fosse considerado “supérfluo”, como para-lamas pesados, proteções e luzes indicadoras. Depois de prontas, elas disputavam rachas e corridas de ruas que ajudaram a tornar o seu estilo numa verdadeira febre entre os motociclistas da época.

Apesar de trazer o DNA de engenharia da Bonneville T120, o novo modelo nasceu de uma linhagem de bobbers personalizadas da Triumph, e oferece personalidade e atitude inconfundíveis. Na verdade, as principais características de uma bobber real estão presentes na nova clássica da marca inglesa: linhas limpas, motor exposto, postura baixa, assento individual, guidão largo, carroceria e farol mínimos, tanque esculpido, rodas com raios cromados, roda traseira mais larga e a essencial traseira com a aparência mais robusta. É uma motocicleta hotrod imponente, musculosa e tão empolgante para observar como também para pilotar.

A Bobber apresenta uma posição de pilotagem ajustável, capaz de se adaptar à altura do motociclista ou estilo de pilotagem, graças ao novo assento flutuante de alumínio, ergonomicamente desenvolvido e desenhado para oferecer mais conforto. O assento, por exemplo, pode ser posicionado para cima e para a frente, buscando uma pilotagem dinâmica em uma posição roadster, e também para baixo e para trás para uma condução mais tradicional e confortável. Combinado com uma altura de assento baixa, de apenas 690 mm, a Bonneville Bobber é acessível para todos os pilotos.

Traseira robusta

A traseira com aparência robusta, característica da Bobber, é fornecida pelo braço oscilante “Cage” com suportes de montagem do cavalete central e também pela suspensão traseira monochoque oculta. Para complementar a inovação de engenharia e o visual, a moto vem com a tecnologia Bonneville “clean line”, que inclui o escapamento em linha reta com o catalisador oculto e a incorporação inteligente de tecnologias com foco no piloto, como o sofisticado módulo da injeção eletrônica (ECU), o controle de tração e os dois modos de pilotagem.

Seu motor Bonneville 1200HT fornece torque ideal para uma pilotagem empolgante e segura. São 106 Nm de torque (a 4.000 rpm) e 77 cv de potência (a 6.100 rpm). O propulsor ganhou uma afinação típica “Bobber”, o que significa uma dose maior de torque e potência em baixas rotações. Para se ter ideia, a 4.500 rpm, o motor da Bobber oferece cerca de 10% mais torque e potência do que a Bonneville T120. O intervalo de acionamento de 270˚ garante um rendimento de potência suave e linear a partir de caixa de marchas bastante precisa e macia, com cinco velocidades.

Mostrador minimalista

O mostrador minimalista com disco em bronze usinado, discreto e elegante, além de ter posição ajustável, é repleto de funções importantes e conta com um menu digital simples e rápido de ser acessado com a ponta dos dedos, o que aumenta o conforto, o controle e a segurança do piloto. Estão incluídos neste menu: indicador de marcha, hodômetro, os dois modos de pilotagem, indicador de revisão, autonomia, nível e consumo do combustível, contador de voltas, relógio e configurações do controle de tração.

FICHA TÉCNICA:

Potência máx – 77 PS (56,6 kW) a 6.100 rpm

Torque máx. – 106 Nm a 4.000 rpm

Freio dianteiro – Disco de 310 mm, pinça flutuante de 2 pistões Nissin, ABS

Freio traseiro – Disco único de 255 mm, pinça flutuante de pistão único Nissin, ABS

Suspensão dianteira – KYB, garfos de 41 mm, curso de 90 mm

Suspensão traseira – KYB, amortecedor único com articulação, curso da roda traseira de 76,9 mm

Preço: R$ 49.990,00

Cores: Jet Black, Morello-red, Ironstone

Futuro Promissor

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Foto: Divulgação/Triumph

Em tempos de crise, o mercado das motos também tem que se reinventar e criar estratégias para enfrentar as dificuldades. É o caso da Triumph Motorcycle Brazil, que concedeu uma entrevista exclusiva à Revista Moto Adventure e revelou detalhes das ações efetuadas pela marca inglesa. “A Triumph fez um planejamento muito cuidadoso desde a sua chegada ao mercado Brasileiro e vem mantendo sua estratégia, apesar do cenário econômico desfavorável. Desde o ano passado, por exemplo, renovamos completamente nossa família de motocicletas clássicas com a introdução de sete novos modelos (Street Twin, Street Cup, Street Scrambler, Bonneville T120, Bonneville T120 Black, Thruxton R e Bonneville Bobber). Ao mesmo tempo, também trouxemos três novos modelos da nova Tiger Explorer e ainda renovamos a Speed Triple e a Tiger Sport”, diz Waldyr Ferreira, Diretor Geral da Triumph Motorcycle Brazil.

Para Ferreira, a Triumph projeta o mercado brasileiro em longo prazo. “Mesmo num cenário de crise, representamos o quinto maior mercado para a marca no mundo e temos a terceira maior participação dentre os países em que atuamos. Portanto, podemos reafirmar ao consumidor brasileiro que a Triumph já é uma realidade no país, após mais de 18.000 unidades comercializadas nestes quatro anos e meio de operação”.

As perspectivas da marca inglesa para o restante do ano são positivas. “Nossa expectativa é repetir o bom resultado obtido em 2016, com a comercialização de, aproximadamente, 4.000 motos no País. É um desempenho muito positivo à medida que você considera o cenário geral do segmento de motos acima de 500 cc no mercado nacional, cujas vendas, até agora, já caíram cerca de 16% em relação ao mesmo período do ano passado. E note que a Triumph apresenta crescimento real de volume e aumento do Market share mesmo em tempos de queda de mercado”, afirma Ferreira.

Novidades em pauta

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Foto: Divulgação/Triumph

A partir de agosto, a Triumph vai iniciar as vendas de outro modelo de extrema importância para a marca: a nova Street Triple, que foi completamente reformulada e chegará com dois modelos às concessionárias brasileiras. “Neste ano, também vamos participar do nosso terceiro Salão Duas Rodas no Brasil e esperamos que seja nossa melhor participação no sentido de receber muito bem nosso público e também com a exposição em primeira mão de novidades para nossos clientes e amantes do motociclismo”, conta o diretor.

De acordo com Valdyr Ferreira, as ações programadas pela Triumph vão além do Salão Duas Rodas. “Além do Salão, temos utilizado cada vez mais nossa plataforma Triumph Riding Experience (TRX) para proporcionar um relacionamento mais próximo entre a marca e nosso público-alvo. Uma das medidas que pretendemos incrementar nos próximos meses é criar novas iniciativas com nossas motocicletas clássicas, como fazemos desde o início com os modelos adventure (Tiger 800 e Tiger Explorer). Também estamos iniciando no segundo semestre, com o TRX, diversas viagens internacionais com nossas motos para destinos que ainda não haviam sido visitados por este programa. A grande novidade é a abertura de roteiros nos Estados Unidos e na África do Sul, além da expansão dos destinos na Europa, como o tour ‘Adriático Experience’ (que em junho levou dois grupos que cruzaram diversos países, como a Croácia e a Alemanha, por exemplo), e na América do Sul, com destaque para o Atacama e a Patagônia”.

Um pouco de cautela

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Foto: Divulgação/Triumph

Sobre a rede de concessionários, as expectativas são mais cautelosas. “Atualmente, temos 15 concessionárias em operação no País. Com o cenário econômico de hoje, acreditamos que não é o momento de ampliar muito o tamanho desta rede, que tem feito um belo trabalho. Estamos avaliando mais uma ou duas novas concessionárias até dezembro, em praças estratégicas para a marca e ainda não atendidas – como Salvador, Fortaleza e Vitória, por exemplo. Este tipo de movimento visa proporcionar uma maior comodidade aos nossos clientes no momento da manutenção de suas motocicletas Triumph, além, é claro, de permitir levarmos a nossa marca para regiões geográficas que ainda não tiveram acesso mais próximo aos nossos produtos”, revela Ferreira.

O pós-vendas recebe um carinho especial da marca inglesa. “Uma iniciativa lançada neste ano e que será ampliada nos próximos meses é a ação ‘Triumph Service’, um evento que ocorre num sábado em nossa rede de concessionárias. O objetivo da iniciativa é proporcionar ao cliente da marca a oportunidade de cuidar da sua segurança e da sua motocicleta, gastando menos. Assim, o dia é dedicado a ações promocionais em peças, acessórios e serviços, além de muito entretenimento e informações importantes de segurança com especialistas”.

O diretor comenta que, ao chegar ao evento, o cliente é abordado pela equipe técnica da revenda, que fará um check-up completo gratuito em sua motocicleta, e ainda realizará alguns pequenos serviços, como troca de lâmpada e lubrificação da corrente sem custo. “Ao final, o cliente receberá a avaliação feita pelos técnicos e saberá se algum item precisa de reparo ou substituição. Todos os reparos ou peças vendidas neste dia terão descontos especiais. Além disso, nossa Área de pós-vendas continua investindo na formação dos profissionais de nossa rede, visando aumentar cada vez mais a satisfação de nossos clientes com nossos produtos e serviços, aumentando o seu grau de fidelização”.

Acessórios descolados

A marca inglesa pretende investir na linha de acessórios esse ano. “Temos continuamente ampliado nossa linha de roupas, objetos pessoais e acessórios para motos no mercado brasileiro. Hoje em dia, cada nova moto que chega ao Brasil já é lançada com uma ampla variedade de novos acessórios desde o primeiro instante. A linha de clássicas, por exemplo, oferece ao público uma quantidade incrível de opções para personalizar sua motocicleta dentro das nossas próprias concessionárias”, pondera Ferreira.

Sobre o posicionamento no ranking mundial, o diretor da Triumph Brasil mostra o cenário atual. “Hoje, a subsidiária brasileira da Triumph está em quinto lugar no ranking mundial de volumes da marca, perdendo somente para Inglaterra, Estados Unidos, Alemanha e França – e à frente de mercados importantes, como o italiano, espanhol e tailandês, por exemplo. Para ele, o melhor mercado para a marca ainda é o EUA. “Do ponto de vista de volume, sim, o mercado americano hoje proporciona à Triumph um volume superior a 12.000 unidades anuais. Mas, do ponto de vista de Market Share, o Reino Unido entrega hoje uma participação superior a 17%”.

Como todo bom Brasileiro, Valdyr Ferreira é otimista em relação ao futuro. “Creio que estamos atravessando este difícil, mas necessário momento para que o país amadureça e efetue as reformas necessárias, aumentando a nossa competitividade para que as empresas estrangeiras e os empresários brasileiros estejam cada vez mais propensos a aumentar os níveis de investimento e, assim, iniciarmos um novo ciclo, desta vez de crescimento e com os alicerces necessários já construídos para que ele ocorra de forma gradativa e consistente”, finaliza.