Lander 250: Apelo off-road incita o desafio aos mais diversos terrenos

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Foto: Flickr/Yamaha Motor Argentina

A Yamaha Lander 250, que tem um apelo off-road, alusivo aos modelos de competição da marca japonesa, possui a nova geração do sistema BlueFlex, que permite abastecer a motocicleta com gasolina, etanol ou com a mistura dos dois combustíveis. O estilo trail com disposição para encarar terrenos desafiadores, é a característica mais marcante da mototcileta. Logo, a robustez conferida pelo pára-lama alto, pelas rodas raiadas e o garfo dianteiro com protetores de borracha, continua presente, bem como a agilidade conferida por seu porte esguio.

A Lander 250 é equipada com motor monocilíndrico de 249,45 cm³ com comando simples no cabeçote (SOHC) e de arrefecimento misto, uma vez que conta com o auxílio de um radiador de óleo. O motor com pistão forjado e cilindro revestido de cerâmica dispersiva de calor é capaz de gerar até 20,7 cv quando alimentado com gasolina e 20,9 cv com etanol, ambos atingidos a 8.000 rpm. O torque máximo, por sua vez, é de 2,10 kgf.m com etanol e 2,09 kgf.m com gasolina, disponíveis a 6.500 giros.

A nova geração do sistema BlueFlex traz painel totalmente digital com iluminação em LED vermelho e o indicador ECO, que acende quando o motor trabalha na faixa de rotação de maior eficiência, indicando uma pilotagem mais econômica. O conjunto ainda traz informações como velocímetro e hodômetro com funções: total e duas parciais (TRIP-1 e TRIP-2) e Fuel Trip (de reserva de combustível), relógio e tacômetro de excelente visualização, além das luzes de indicadores (piscas, BlueFlex, farol alto, neutro e alerta de motor).

A Lander é montada sobre um quadro tipo berço semi-duplo em aço, e traz balança traseira Monocross com link com curso da roda de 220 mm. A suspensão dianteira está presa por um garfo telescópico, com 240 mm de curso. Já o sistema de freios é hidráulico, com disco em ambas as rodas, sendo o dianteiro com diâmetro de 245 mm e o traseiro com 203 mm.

MotoGP 2017: Vinãles fica em segundo e Rossi em terceiro

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Foto: Yamaha MotoGP

O Grande Prêmio britânico trouxe muitas emoções para a equipe Movistar Yamaha MotoGP, incluindo um pódio duplo como resultado final. Maverick Viñales gerenciou perfeitamente o desgaste de seus pneus e garantiu a segunda posição. Seu companheiro de equipe, Valentino Rossi, manteve um ritmo forte e liderou a maior parte da corrida, mas não conseguiu conter os ataques de seus oponentes nas voltas finais, terminando a 12ª etapa de 2017 em terceiro lugar.

Viñales, que largou em quarto lugar, manteve sua posição na primeira curva e logo ultrapassou Cal Crutchlow, assumindo o terceiro lugar. O próximo a ser ultrapassado por MV25 foi Marc Marquez – na volta 3 – deixando o caminho livre para que o espanhol tentasse buscar a liderança ocupada por seu companheiro de equipe. VR46, por sua vez, tomou a ponta já na primeira curva, abrindo em poucas voltas uma respeitável vantagem com mais de um segundo.

Volta após volta, Viñales reduzia o espaço entre ele e Rossi, chegando inclusive a esboçar ultrapassagens, quando, há 10 voltas do final, Andrea Dovizioso deu início a uma intensa batalha pelo segundo lugar. Na disputa, Viñales voltou à quarta colocação atrás de Marquez, enquanto Rossi buscou abrir distância para respirar, mas, a batalha ainda não havia terminado.

Problema nos pneus

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Foto: Yamaha MotoGP

Quando Márquez deixou a corrida, Rossi sofria ataques de Dovizioso pela liderança. Rápido, MV25 tirou a diferença que o separava dos ponteiros e logo ultrapassou Rossi, que em função de um pneu traseiro já deteriorado, havia caído para a segunda colocação.

Determinado, Viñales tirou a diferença que havia entre ele Dovizioso, mas já na última volta, sem tempo o suficiente para dar um bote pela liderança, cruzou a linha de chegada com o importante segundo lugar.

Entusiasmado com o resultado, Maverick Vinãles declarou: “Foi difícil, mas acho que nos saímos muito bem em Silverstone. Acertamos a eletrônica e fomos muito fortes em todas os setores do circuito. Este fim de semana voltamos, nos sentimos novamente fortes e esse é o ponto positivo, especialmente durante a última parte da corrida, já que fomos os mais rápidos nas últimas voltas”. E completa: “Eu estava chegando ao Dovizioso na última volta, dando o meu melhor. Fiz uma das minhas melhores voltas no finalzinho da prova, dando tudo para pegá-lo, mas, honestamente, o segundo lugar foi o melhor que pude fazer. Estamos felizes por termos trabalhado de maneira correta”.

Doctor na área

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Foto: Yamaha MotoGP

Ainda que não tenha vencido o Grande Prêmio da Grã-Bretanha, Rossi tinha motivos para comemorar. Além de ocupar a terceira colocação no pódio e diminuir a pontuação entre ele o líder com campeonato de 33 para 26 pontos, “The Doctor” tornou-se o primeiro piloto da história a disputar 300 corridas na categoria principal da motovelocidade mundial.

“Estou satisfeito porque foi uma ótima corrida para mim. Consegui andar muito bem depois de um excelente começo, fiquei na frente e cheguei ao limite sem cometer erros, enfim, gostei muito. Creio que esta foi uma boa maneira de celebrar a minha 300ª corrida na categoria rainha da MotoGP. Resta uma pequena frustração, pois sabia que nas últimas voltas sofreria um pouco com a degradação do pneu traseiro, mesmo assim, acho que neste fim de semana melhoramos muito. Ainda não estamos no topo, temos que fazer melhor se quisermos tentar vencer, mas foi um bom fim de semana”, contou Rossi.

Com os resultados do GP em Silverstone, Viñales e Rossi passam a ocupar o terceiro e quarto lugar, respectivamente, na classificação do campeonato, que segue aberto, já que ainda restam seis etapas para serem disputadas e apenas 13 pontos separam Viñales do líder.

No ranking de Contrutores, a Yamaha continua na ponta com 7 pontos de diferença, enquanto a Movistar Yamaha MotoGP Team recuperou o primeiro lugar na classificação do campeonato entre as equipes, abrindo uma vantagem de 5 pontos.

As emoções do MotoGP estarão de volta no dia 9 de setembro, quando acontecerão os treinos classificatórios no Circuito Mundial de Misano Marco Simoncelli, na disputa pelo Grande Prêmio Tribul Mastercard de São Marinho e da Riviera de Rimini.

Para mais informações, acesse:

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Piloto brasileiro conquista pódios em corridas de flat track nos Estados Unidos

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Nem bem curtiu o pódio em Pikes Peak, uma das mais desafiadoras corridas de motos do mundo, o piloto Rafael Paschoalin, da Yamaha Racing, retornou aos Estados Unidos para um novo desafio: a participação em corridas de Flat Track, algumas inclusive sob chancela do AMA (American Motorcycle Association) – e o melhor, com direito a vitórias.

A modalidade, que tem ganhado cada vez mais notoriedade em função das constantes divulgações das corridas disputadas na pista particular de Valentiro Rossi, é tradicional nos Estados Unidos e já consagrou nomes como Kenny Roberts e Nicky Hayden. Disputadas em pistas com formato oval e piso de terra batida, cujos percursos variam de meia a uma milha, as corridas de Flat Track colocam à prova a habilidade do piloto, que precisa controlar através do acelerador, a derrapagem em curvas.

A aventura de Rafael em desbravar os Estados Unidos em busca de competições de Flat Track, na verdade, começou no dia seguinte à conquista do segundo lugar na categoria Middleweight, no Pikes Peak, disputado maio deste ano. Paschoalin chamou atenção dos americanos – em especial de Davey Durelle, uma das lendas do esporte – pois mesmo sem nunca ter tido contato com a modalidade antes, conseguiu tempos bem próximos ao de pilotos profissionais com muitos anos de experiência neste tipo de corrida.

Emoção a cada acelerada

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De sentir pela primeira vez a emoção de acelerar num oval de terra, para ser o primeiro brasileiro a fazer parte de um gate de uma prova do AMA Flat Track, passaram-se apenas dois meses. Ao guidão de uma Yamaha YZ450F modificada dias antes das competições, Rafael Paschoalin conquistou, já em sua estreia, um surpreendente resultado: uma vitória e um segundo lugar no All Stars Flat Track, realizado em Sturgis, na Dakota do Sul (EUA).

Dias depois, no estado do Kansas, Rafael disputou o I-70 Flat Track Series. Nele, o piloto mostrou seu talento, pois, apesar de não ser um expert nesta modalidade, foi capaz de conquistar três vitórias e uma segunda colocação.

Para Rafael, a experiência vivida nos Estados Unidos vai além da conquista de troféus em uma categoria tão amada e disputada pelos americanos. O aprendizado contribuiu para sua evolução como piloto, tornando-o, inclusive, mais competitivo para competições como o Pikes Peak e o Ilha de Man TT, ambas nos planos do piloto Yamaha Racing para 2018. “Essa experiência me fez entender o porquê dos principais pilotos praticarem o Flat Track. Para ter sucesso nessa modalidade você precisa ter muita sensibilidade e achar a aderência mesmo quando ela quase não existe. A Yamaha YZ450F, mesmo com motor sem alterações e escape original, surpreendeu a todos e andou na frente de outras motos que tinham muito investimento em preparação. Não poderia deixar de agradecer ao meu técnico Davey Durelle e a James Osborne, que me ajudaram muito”.

Um mito chamado Valentino Rossi

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Valentino Rossi, italiano, de 38 anos, piloto profissional da equipe Movistar Yamaha de MotoGP, é um verdadeiro mito quando se fala em motovelocidade. Detentor de diversos títulos importantes, entre eles vários campeonatos mundiais, sendo 9 no total. Tanto talento sobre as duas rodas lhe rendeu uma boa condição financeira e, atualmente, o piloto é um dos 20 desportistas mais bem pagos do mundo.

A paixão pela motocicleta vem de sangue, já que seu pai, Graziano Rossi, também foi piloto. No primeiro desafio desse ano na MotoGP, o italiano ficou em terceiro lugar. As primeiras posições foram ocupadas por Maverick Vinãles e Andrea Dovizioso. Na próxima etapa, que ocorre no domingo, dia 9, em Termas de Rio Hondo, na Argentina, a qual será a 350ª participação em GPs na carreira, Rossi pretende se garantir no pódio mais uma vez.

“Não foi um início fácil. Nós trabalhamos muito duro durante os testes e no fim de semana da primeira corrida ainda arrumamos algumas coisas, especialmente na frente da moto. A prova correu muito bem e fiquei feliz por ser capaz de chegar ao pódio. Agora vamos para a Argentina. Esta é uma pista de que gosto bastante e estou contente em ir para lá. Espero que o asfalto esteja em boas condições, porque ano passado foi muito difícil para nós. Vamos tentar trabalhar melhor e ir ao pódio mais uma vez”, afirmou Rossi.

RD 350: A “viúva negra” sobre duas rodas

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Foto: Divulgação

Em 1973, a Yamaha Motor Company Limited produziu uma motocicleta que iria marcar época no Brasil (as primeiras unidades feitas no país datam o ano de 1986): a RD 350. Conhecida como “Viúva Negra”, o veículo utilizava a palheta de torque, mecanismo que veda a mistura do ar, combustível e óleo junto ao carburador, inovando a prática na ocasião. O modelo também foi pioneiro no uso do quadro de berço-duplo e suspensão traseira mono-amortecida de série.

A moto possuía motor de 2 tempos, freio a disco dianteiro e uma caixa de mudanças com 6 marchas. As cores “Candy Red” e “Racing Green” foram as escolhidas pela marca para o início dos trabalhos.

No ano de 1991, a motocicleta recebeu suas últimas modificações, sendo que a produção no mercado brasileiro parou em 1993. Segundo o motociclista Laertes Torrens Filho, o lançamento fez bastante sucesso e gerou muita euforia quando foi criada. “Era uma moto muito potente para a época, porém os freios deixavam a desejar. Daí surge o apelido de ‘Viúva Negra’, pois muitos motociclistas sofreram acidentes e perderam a vida a bordo de uma RD 350, deixando suas esposas viúvas’, diz Laertes.

XSR900: Nascida para dominar

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No interior de cada motociclista existe o desejo ardente de conduzir uma moto que o faça se sentir bem em cada quilômetro rodado. A Yamaha XSR900 Abarth é uma dessas máquinas. Trata-se de uma motocicleta diferenciada, de estilo retro, de alta performance e leve, cujo design autêntico café racer reflete o verdadeiro espírito dos anos 1960.

A carenagem em carbono leve e guiadores ao estilo de avanços com um banco individual proporcionam uma posição de condução desportiva, bastante confortável. Com o seu motor de 3 cilindros e 850 cc de elevado binário e escape completo Akrapovic, esta raridade combina estilo e performance.

Alguns detalhes do veículo chamam a atenção, como por exemplo, a XSR900 é primeira café racer especial de fábrica. Possui carenagem dianteira em fibra de carbono com material leve, guiadores de encaixe em forma de andorinha, carenagem do banco e guarda-lamas dianteiro em fibra de carbono, farolim traseiro e suporte para chapa de matrícula desportivo.

A máquina conta ainda com banco único desportivo com revestimento em camurça e costuras em vermelho, placa em alumínio numerada de edição limitada, motor CP3 com refrigeração líquida, coberturas do depósito de combustível em alumínio, sistema de controlo de tração e embreagem deslizante.

Uma verdadeira monstruosidade em 900 cilindradas!

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