Piloto paranaense representa o Brasil no AMA SX 2018

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FOTO: DIVULGAÇÃO

Jean Ramos, piloto curitibano do time MXF e Gaia MX, vai participar pela quarta vez do AMA Supercross na categoria 250cc. A temporada tem início dia 6 de janeiro em Anaheim (Califórnia) e segue praticamente sem parar até dia 5 de maio, com a final em Las Vegas. O único sábado de descanso está marcado para dia 31 de março.

Jean conta que as provas são difíceis, mas ele está animado e confiante, pois seu ano foi de grande aproveitamento e se sente preparado para a disputa. “A expectativa é adquirir mais experiência e conseguir me classificar em todos os MainsEvents”, conta o piloto.“O apoio que recebo da Gaia e da MXF me dá mais segurança, faz toda diferença”, completa.

Ele correrá nas seis primeiras rodadas: Anaheim 1, Houston, Anaheim 2, Glendale, Oakland e San Diego. Após, o piloto retorna ao Brasil para cumprir o calendário das competições nacionais.

O AMA Supercross é considerado o maior e mais importante campeonato de Supercross do mundo. Foi disputado pela primeira vez em 1974 e hoje possui três categorias: 450cc 4T, 250cc 4T costa Oeste e 250cc 4T costa Leste. O campeonato é composto por 17 etapas, sempre começando no primeiro sábado de janeiro e terminando no primeiro sábado do mês de maio.

Paulo Alberto e Hector Assunção fazem dobradinha da Honda na etapa final do Arena Cross

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FOTO: DIVULGAÇÃO

Com o português Paulo Alberto em primeiro e o paulista Hector Assunção em segundo, a equipe oficial Honda Racing garantiu dobradinha na quinta e última etapa do Arena Cross, disputada na noite deste sábado (16), em Lençóis Paulista. Com o resultado, Hector ficou com o vice-campeonato da competição. Paulo Alberto, que venceu as duas baterias de ponta a ponta (e ainda venceu o duelo 1 contra 1), saiu da 6ª colocação para terminar em 3º no geral. O campeão foi Jean Ramos.

Com as vitórias nas duas baterias em Lençóis Paulista, Paulo Alberto termina a temporada 2017 de maneira impressionante. Venceu as oito últimas corridas que disputou com a nova Honda CRF 450 R. “Fizemos a nossa parte mais uma vez. Estou feliz com o desempenho nesta reta final. Agora estamos na expectativa de fazer uma temporada ainda melhor em 2018”, destacou o português.

Hector Assunção entrou na última etapa do Arena Cross como vice-líder. Precisava tirar 17 pontos de diferença para ser campeão. Ficou na frente de Jean Ramos nas duas baterias. Com uma 3ª posição na primeira disputa e uma 2ª colocação na bateria derradeira, somou 49 pontos e ficou a 9 pontos do adversário: 126 a 117. “Claro que corremos para ser campeão. Não deu, mas estou contente com o resultado desta última etapa, em que fiz dobradinha com o Paulo Alberto, e com o vice-campeonato. Em 2018 vamos para cima”, frisou Hector.

O equatoriano Jetro Salazar, da Escuderia X, equipe apoiada pela Honda, conquistou um 6º e um 7º lugares na última etapa do Arena Cross. Terminou a competição na 6ª colocação. João Ribeiro, da Honda Ipiranga IMS, terminou das duas baterias de Lençóis Paulista em 7º e 8º. Fechou o campeonato em 8º. Lucas Dunka, da Escuderia X, teve problemas na primeira bateria e abandonou. Na segunda, foi 8º. No geral, ficou em 11º.

O Arena Cross passou pelas cidades de Caraguatatuba (SP), Criciúma (SC), Ourinhos (SP) e Lençóis Paulista (SP). A 4ª etapa, que seria em Balneário Camboriú (SC), foi cancelada por causa das chuvas.

Classificação final Arena Cross 2017:

1 – Jean Ramos – 126 pontos

2 – Hector Assunção – 117 pontos

3 – Paulo Alberto – 113 pontos

4 – Humberto Martin – 106 pontos

5 – Adam Chatfield – 102 pontos

6 – Jetro Salazar – 82 pontos

7 – Eduardo Lima – 80 pontos

8 – João Ribeiro – 58 pontos

9 – Marcelo Lima – 53 pontos

10 – Caio Lopes – 49 pontos

11 – Lucas Dunka – 41 pontos

12 – Fabio Santos – 38 pontos

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Jean Ramos é bicampeão do Arena Cross Brasil

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FOTO: MAU HAAS

Jean Ramos conquistou neste sábado, dia 16, seu segundo título consecutivo do Arena Cross Brasil pela equipe Yamaha Geração Monster Energy, cujas corridas finais aconteceram na cidade de Lençóis Paulista, interior de São Paulo. O triunfo começou em abril, na abertura do campeonato, quando o piloto venceu uma etapa complicada, realizada sob muita chuva em Caraguatatuba, São Paulo. Na etapa seguinte, em Criciúma, Santa Catarina, o piloto conquistou mais uma brilhante vitória, permitindo que ele abrisse 18 importantes pontos de vantagem na liderança.

Na terceira rodada, em Ourinhos, São Paulo, Jean enfrentou alguns problemas e viu sua vantagem diminuir para 17 pontos. Mesmo assim, o piloto paranaense seguiu para a etapa final como o favorito ao título da competição. Com sabedoria, controlando as duas baterias da noite para evitar que um erro grave lhe tirasse o troféu, Jean Ramos somou duas vezes os pontos do quarto lugar, o suficiente para que ele se sagrasse bicampeão do Arena Cross.

“O Arena Cross é emoção até a última volta. Na primeira bateria fui um pouco mais agressivo e na segunda administrei o resultado. Foi uma das provas mais longas da minha vida. Mas graças a Deus deu tudo certo. O campeonato não foi vencido só hoje, mas ao longo de toda temporada. Gostaria de agradecer muito aos patrocinadores e as pessoas que me apoiam sempre. Feliz pelo bicampeonato e ano que vem vamos buscar o tri. Agora, todas as atenções se voltam para o AMA Supercross, que vou correr nos Estados Unidos a partir de janeiro”, disse Jean Ramos.

Com este resultado em Lençóis Paulista, a Yamaha comemora em 2017 a conquista dos dois principais troféus do motocross nacional, o Brasileiro de Motocross, com Carlos Campano, e o Arena Cross, com Jean Ramos.

Fabio Santos, piloto da Yamaha Geração Monster Energy, finalizou a temporada de estreia na 450cc do Arena Cross com a 12ª colocação geral. Na etapa final, Fabinho teve seu melhor desempenho, o sexto lugar na bateria decisiva.

Resultados da final do Arena Cross 2017:

  1. Paulo Alberto / 1º-1º nas baterias
  2. Hector Assunção / 3º -2º nas baterias
  3. Humberto Martin / 5º -3º nas baterias
  4. Jean Ramos / 4º -4º nas baterias
  5. Jetro Salazar / 7º -5º nas baterias

Classificação final do campeonato:

  1. Jean Ramos / 126 pontos
  2. Hector Assunção / 117 pontos
  3. Paulo Alberto / 113 pontos
  4. Humberto Martin / 106 pontos
  5. Adam Chatfield / 102 pontos

Rally Cerapió abre temporada 2018 de competições off road no Brasil

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FOTO: VIPCOMM

A temporada 2018 de competições no Brasil começa com uma tradicional prova de regularidade do off road nacional: o Rally Cerapió, que parte do Ceará rumo ao Piauí. A 31ª edição do evento tem início em Trairi (CE) no dia 23 de janeiro (terça-feira) e vai até o sábado 27, em Teresina (PI). No trajeto estão também as cidades-sede de Sobral (CE), Parnaíba (PI) e Piripiri (PI).

Ao todo, serão percorridos cerca de 800 quilômetros durante os quatro dias entre Motos, Carros, Quadriciclos e UTVs (espécie de buggy). Além dessas categorias, o Cerapió conta com uma prova de bikes, em um circuito diferente.

Para as Motos, a expectativa é receber mais de 100 participantes, que vão encarar duras trilhas, subidas e descidas de serras, laços (quando passam mais de uma vez pelo mesmo ponto), que vão exigir bastante navegação. Tudo, é claro, diante de lindas paisagens.

Os pilotos de motos se enquadram em uma das nove categorias, de acordo com a experiência e idade, como Master, Sênir, Executivo, Over 40, Over 50, Júnior, Novato, Dupla Mista e Motos Rally, nesta última, o percurso é o mesmo que o dos carros.

Destaques desse ano e favoritos para 2018

Em 2017 foi realizado o Rally Piocerá, no percurso inverso do Piauí ao Ceará. Na edição, destaque para o trio da Equipe Honda. Tunico Maciel faturou o título nas Motos, seguido de Dário Júlio e Túlio Malta.

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Cerapió 2018: Conferência dos percursos confirma muita navegação e balaios

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FOTO: DIVULGAÇÃO/CERAPIÓ 2018

Os participantes que vão encarar o 31º Rally Cerapió podem se preparar para quatro dias de muita navegação e balaios ou laços (quando os veículos passam mais de uma vez pelo mesmo ponto). A edição de 2018 da tradicional prova de regularidade do off road nacional acontece de 23 a 27 de janeiro, entre os estados do Ceará e Piauí.

A pouco mais de um mês do evento, a equipe técnica da competição realizou a conferência dos percursos tanto para a prova dos Carros, Quadriciclos e UTVs, que é válida pela abertura do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country de Regularidade da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), quanto para a de Motos.

Serão mais de 1.000 quilômetros, com largada em Trairi (CE), passando por Sobral (CE), Parnaíba (PI), Piripiri (PI) até chegar em Teresina (PI). Cada dia contará com três etapas, o que totalizará 12 ao final do evento. Para os carros, há o descarte de duas etapas. Para as motos, não tem.

Entre os destaques do percurso estão a passagem por locais da primeira edição do evento, em 1987, além de trechos inéditos. “Vai ser uma prova muito bonita, com uma paisagem incrível, mas que também exigirá bastante dos competidores em todas as categorias”, afirma Ehrlich Cordão, diretor geral do Rally Cerapió.

No trajeto das Motos, os pilotos também estarão sendo colocados em provas de fogo do início ao fim da competição. “O primeiro dia já vai testar o físico e o equipamento dos participantes. Venham preparados para muita navegação, trilhas e balaios”, alerta Edmilson Campos, diretor da categoria Motos.

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Contagem regressiva para o Dakar 2018

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FOTO: DIVULGAÇÃO

A dupla campeã do Dakar 2017 na categoria UTV Leandro Torres e Lourival Roldan passa o comando do Polaris RZR para Zeca Sawaya e Marcelo Haseyama acelerarem no maior rali do mundo. O currículo da dupla é invejável e já levanta ótimas expectativas da equipe e do Grupo Polaris.

Juntos há 5 anos, já participaram de 4 Sertões, além de outras provas e campeonatos. Mas a vida off road dos dois teve início bem antes disso. Zeca Sawaya começou nos anos 80, esteve em 7 edições do Sertões de moto e depois correu mais 7 anos de carro e 3 de UTV. Já Marcelo, tem no currículo 20 anos em competições, sendo 8 em ralis de velocidade. “Esta será nossa estreia no Dakar. Temos uma ótima sintonia e confiamos no carro e na equipe. Chegar até aqui foi difícil, nos empenhamos muito. Agora, é contar com a sorte!”, relata a dupla, que já faz a contagem regressiva para a largada do rali em 6 de janeiro de 2018.

Coisas em comum

Assim como Leandro, os dois tem vidas profissionais atribuladas. Zeca tem uma construtora em São Paulo, mas viaja sempre para acompanhar as obras. Marcelo é engenheiro eletrônico e trabalha em vendas numa multinacional. O ponto em comum entre os três é positivo. A organização, disciplina e liderança que eles precisam exercer no dia a dia são características importantíssimas numa prova tão longa como o Dakar.

“Eu sempre digo que o rali é uma vida condensada. As tomadas de decisão, os desafios físicos e mentais são testados diariamente, em alta velocidade”, conta Zeca, “Nos primeiros dias a gente até lembra um pouco da vida, da família… mas depois a concentração passa a ser total. Esvaziamos a cabeça e focamos só na prova”. O navegador concorda: “Você tem desafios diários, pressão, concorrentes. Seu limite é testado a todo instante. Quando voltamos ao escritório, a sensação é que temos muito mais tempo para resolver os problemas. Uma coisa ajuda a outra”, conta.

Mudanças à vista

Esse ano, a categoria UTV vai se chamar SXS, abreviatura para “side by side”. É a categoria que mais cresce nos ralis pelo mundo. No Dakar, o número de inscritos quase dobrou para 2018.

Com todo esse histórico, a escolha do carro foi feita a dedo pela dupla. “A velocidade é limitada pelo regulamento da prova em 130 km/h. Então, o que mais pesou foi a confiabilidade na equipe e a durabilidade do carro”, conta Marcelo. Eles elegeram o Polaris RZR 1000 aspirado “Escolhemos muito bem nosso carro! E depois, pudemos contar com a assistência e consultoria do Leandro Torres, primeiro brasileiro a vencer o Dakar em um UTV. Estamos no caminho certo”, finalizam.

DAKAR 2018

A 40ª edição do Dakar começa no dia 6 de janeiro em Lima, no Peru. A rota segue para a Bolívia e Argentina, finalizando no dia 20 em Córdoba, com quase 9.000 quilômetros a serem percorridos 332 veículos inscritos.

Carlos Campano conquista o campeonato Brasileiro de Motocross 2017

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Foto: Mau Haas/ Miguel Campano

Carlos Campano é o grande campeão da temporada 2017 na MX1, a principal categoria do Campeonato Brasileiro de Motocross. Com este feito, conquistado no dia 10 de dezembro na cidade de Charqueada, interior de São Paulo, o piloto espanhol se tornou tetracampeão, se igualando em número de títulos na categoria principal a Jorge Negretti, outra lenda do motocross nacional.

Desde quando chegou ao Brasil, em 2012, Carlos Campano conquistou quatro dos seis campeonatos Brasileiro que participou, e sempre ao guidão de uma Yamaha. Nenhuma outra equipe ou piloto ganhou tantos títulos na década atual. A conquista de 2017 chegou com quatro vitórias em baterias e muita consistência, com lugar no pódio em todas as rodadas. Na última etapa, o título se confirmou após um inteligente segundo lugar na primeira bateria.

Segundo o campeão, foi um ano de muita pressão. “Não dava para cometer erros, mas fiz um campeonato muito bom, corridas conscientes. Estava rápido, contente com a equipe e com a minha Yamaha YZ450F. Acelerei quando precisava e fui cauteloso em pistas perigosas. Estamos a seis anos no Brasil, ganhamos quatro campeonatos, tivemos dois vices bem próximos com todos os problemas que podem acontecer a um piloto, então estou muito feliz, com sentimento de missão cumprida depois de muito trabalho. Agradeço a todos que torceram, à equipe, a todo apoio que tivemos para fazer este campeonato”.

Ao longo da temporada 2017, Campano acumulou 279 pontos, 14 a mais que o vice-campeão, o português Paulo Alberto. O paranaense Jean Ramos terminou o campeonato na quinta colocação.

Título na MX2 – Júnior e vice na MX2

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Foto: Mau Haas/ Miguel Campano

A Yamaha também comemorou o título da categoria MX2-Júnior, para pilotos com moto de 250cc e menores de 18 anos. Tallys Nathan, de Santa Cruz do Capibaribe, Pernambuco ficou com o troféu para a equipe. Já na categoria MX2, para motos de 250cc e pilotos até 23 anos de idade, Fabio Santos, de Janiru, São Paulo, garantiu o vice-campeonato.

“Infelizmente não deu para conquistar o bicampeonato. Estava bem na primeira bateria, andando forte, buscando as primeiras posições depois de uma largada razoável, mas tive problema na moto e não completei a prova. Então, na segunda bateria eu já não tinha mais chances de ficar com o título. Vamos focar em 2018 para buscar o campeonato outra vez”, disse Fabio Santos.