Avon Tyres: Tradicional marca inglesa de pneus chega ao Brasil

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Foto: Divulgação

A Avon Tyres é um fabricante inglês com bastante tradição. Fundada em 1885, a marca vem fabricando pneus desde 1900 e, hoje em dia é equipamento original para marcas mundialmente reconhecidas, como Triumph, Royal Enfield, Rolls-Royce, Bentley, Land Rover e Caterham.

Estará disponível no mercado nacional os seguintes modelos:

TRAIL RIDER

  • Pneu 90% on-road, 10% off-road, específico para motocicletas big trail ;
  • Novo composto rico em sílica, usado para melhor aderência em pista molhada;
  • Estrutura Tricomposto (composto mais macio nas extremidades do pneu para maior aderência em curvas e composto mais duro no centro para maior durabilidade);
  • Pontos tridimensionais de intertravamento ocultos nas ranhuras para melhorar a estabilidade e a aderência – 3D SIPES (pneus radiais);
  • Alta tecnologia de construção de carcaça e compostos de última geração, que oferecem excelente aderência e desempenho.

COBRA

  • Pneu tricomposto dirigido ao mercado de motocicletas touring/custom;
  • Incorpora tecnologia de pneus esportivos para manipulação ágil;
  • Incrível estabilidade e longevidade;
  • Tamanhos extra largos para motocicletas personalizadas;
  • Excelente composto durável para maior quilometragem;
  • Opcional de pneu com paredes brancas.

3D X-M

  • Pneu para motocicletas Sport/Touring;
  • Alto desempenho e maior durabilidade;
  • Pontos tridimensionais de Intertravamento ocultos nas ranhuras para melhorar a estabilidade e a aderência – 3D SIPES (pneus radiais);
  • Monocomponente e multi-composto de alto desempenho, rico em sílica usado para melhor aderência em pista molhada;
  • Características excelentes de performance e estabilidade.

Máquina recebe customização estilo Bobber com motor clássico da década de 60

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Fotos: Fabiano Guma

A inspiração refere-se à década de 1960 e o estilo é Bobber. Em customização realizada pelo artista Celio Dobrucki, a Bobber recebeu pintura handmade (feita à mão) com detalhes exclusivos. Com motor clássico Harley-Davidson da década de 1960, com 1.700 cilindradas de potência, a motocicleta recebeu tanque Peanut com capacidade para 8 litros de combustível, chassi Hardtail, roda traseira de 16 polegadas e dianteira de 21, banco solo, além de peças fabricadas pela Dobrucki Custom Shop como guidão, tanque de óleo, escapamento, sissybar e outros suportes.

As bobbers surgiram na década de 40. São motos em sua mais pura essência, onde todo o supérfluo é retirado para deixá-las mais leves e rápidas. Algumas das características mais comuns das bobbers são a ausência ou a redução ao extremo do para lama dianteiro, o banco solo, o estilo minimalista, sem cromados ou adereços desnecessários. Também conhecidas como rabo duro (por não ter amortecedor traseiro) com centro de gravidade bem baixo.

CB 400: Paixão à primeira vista

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Foto: Flickr/Gipiosio e Flickr/Bayernernst

Apaixonante! Essa é a palavra que vem à mente quando falamos da Honda CB 400, motocicleta escolhida pela Revista Moto Adventure para a seção “Motos que marcaram época” de hoje.

Lançada nos anos 1980, o modelo da máquina tinha uma mecânica privilegiada para o período. Oferecia potência de 44 cv a 9.500 rpm, com torque máximo de 3,2 m.kgf a 8.000 rpm, levando a moto a uma velocidade máxima próxima a 160 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em 7 segundos.

Contava, também, com motor de dois cilindros paralelos, quatro tempos, refrigeração a ar e dois carburadores de 32mm, além de 3 válvulas por cilindro, duas para admissão e uma para escapamento.

De acordo com o motociclista Laertes Torrens Filho, a CB 400 é um verdadeiro ícone do motociclismo brasileiro. “A CB 400 foi um marco na história nacional. A moto era forte como um trator e passava por vários desafios, inclusive no barro. Quem tinha uma dessa era considerado um motociclista de bom gosto. Fabricação nacional de primeira linha, tanto é que existem muitas rodando até hoje nas cidades e nas estradas também”, diz Laertes.

Amigos da Lua comemora 10 anos de existência

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Foto: Reprodução/Facebook

O Amigos da Lua Moto Clube está em festa! A agremiação vai completar 10 anos de existência e, para comemorar, um evento grandioso será realizado em Lavrinhas, interior de São Paulo (Balneário do Zé João – Estrada Pinheiros – Capela do Jacú – S/N – Saída 22 da Rodovia Dutra), entre os dias 17 e 20 de novembro. Na ocasião, haverá café da manhã, expositores e várias bandas de rock roll, além da presença ilustre do locutor Waguinho, do Pererecas MC/RJ.

Segundo Paulo Henrique Custódio, o Buca, diretor de relações públicas do Moto Clube, a confraternização entre os participantes é a parte mais importante do evento. “No local há espaço para acampar com piscina natural, bem legal para interagir. Receberemos os integrantes do ‘Amigos da Lua’ de São Paulo e Rio de Janeiro, bem como diversos outros Moto Clubes de todas as regiões para uma confraternização”, afirma Buca.

Ninja Sedutora

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Foto: Kawasaki EU – BR

A Kawasaki do Brasil lança nas concessionárias dois modelos que passam a integrar a linha Sport 2018 da marca japonesa. A Ninja 650 ABS retorna às lojas com diversas atualizações. O novo modelo ficou mais leve, econômico e, principalmente, priorizou o desempenho nas médias e baixas rotações. “Sedução e personalidade para o dia a dia. Demos um toque maior à leveza, ou seja, uma dose extra de adrenalina para o piloto”, diz Ricardo Suzuki, gerente de marketing da Kawasaki do Brasil.

De acordo com Suzuki, a motocicleta atende a diversos estilos de condutores. “A nova Ninja 650 ABS 2018 atende a uma diversidade de perfis. Queremos conquistar novos clientes e mercados, e acreditamos que o modelo é perfeito para essa tentativa”.

Inspiração para construir

Em uma primeira análise visual, os consumidores da Kawasaki já poderão perceber as novidades da nova Ninja 650 ABS 2018. Os desenvolvedores japoneses optaram por deixá-la com um aspecto mais agressivo e inspirado nas versões SuperSport da marca.

Para isso, o lançamento recebeu nova carenagem frontal, uma rabeta ainda mais compacta e lançada para cima e uma modificação no formato do farol. Já a lanterna traseira ganhou lâmpadas de LED que formam a letra X e dão um aspecto bastante esportivo à motocicleta.

“Tivemos uma evolução no farol, nos pneus, espelhos e piscas. Estamos crentes que a motocicleta vai cair no gosto pelos apaixonados pela Ninja, que já se tornou uma referência em modelos esportivos no Brasil”, afirma Suzuki.

Pacote eletrônico avançado

Ao girar a chave no contato, o usuário irá perceber um painel de instrumentos moderno com display em LCD, velocímetro e indicador de marchas digitais. E além das funções tradicionais, como hodômetros total e parcial, média do consumo de combustível, temperatura do líquido de arrefecimento e relógio, a nova Ninja 650 ABS traz também uma luz que sugere o momento mais indicado para a realização da troca das marchas baseado na rotação do motor.

E, por falar em motorização, o modelo bicilíndrico de 649 cc ganhou ainda mais performance nas médias e baixas rotações. O intuito da Kawasaki foi priorizar a pilotagem no dia a dia. Assim, a Ninja 650 ABS 2018 entrega uma potência suave abaixo das 3.000 rotações (rpm), fato que permite ao piloto ter maior confiança para explorar o acelerador nas rotações mais altas.

Economia em pauta

Outro grande destaque da nova Ninja 650 ABS é a relação entre peso e economia. O modelo enxugou 15 quilos em relação à versão anterior e com isso baixou, em média, 6,8% seu consumo de combustível. Diversos fatores contribuíram para isso, entre eles estão a utilização de novas tecnologias, como cilindros do tipo open-deck e mudanças no design da balança traseira e do quadro, que ficaram mais leves.

A Ninja 650 ABS 2018 traz ainda uma porção de novidades. Destaque para a nova alavanca de câmbio do tipo Link, a tecnologia de embreagem Assistida & Deslizante – desenvolvida especialmente para as pistas pela equipe Kawasaki Racing Team – e os freios no formato margarida com diâmetro de 300 mm na frente e 220 mm na traseira.

Mil motivos para sonhar

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Fotos: Kawasaki EU – BR

Outra novidade é a reformulação da Ninja 1000. A moto de alta cilindrada chega à terceira geração com um visual ainda mais esportivo e com a eletrônica totalmente renovada. “O motor, chassi e a parte eletrônica foram reformuladas. Ao ligar a moto, o condutor já percebe que está entrando num universo totalmente moderno. Além do estilo, pensamentos também no conforto, que foi uma das maiores preocupações na atualização do modelo”, conta Alex Noé, chefe de serviço técnico da marca japonesa.

A motocicleta de 1.043 cm³ de cilindrada chega ao mercado brasileiro com um visual renovado e com a parte eletrônica totalmente modernizada. A superesportiva de quatro cilindros e potência máxima de 142 CV recebeu a última versão do software de modelagem avançada da Kawasaki para o desenvolvimento de um quadro com curvas suaves e um mínimo de soldas, garantindo um nível de tensões extremamente baixo. O KCMF (Kawasaki Cornering Management Function) gerencia os diversos parâmetros de motor e chassi e ajusta a intensidade de frenagem, através do KIBS e a potência ideal (Controle de tração KTRC), para uma transição suave entre aceleração e retomada ao percorrer curvas.

Tratando-se exclusivamente dos freios, a Ninja 1000 ABS 2018 está equipada com um sistema de gerenciamento de alta precisão. O KIBS – Kawasaki Intelligent anti-lock Brake System – assegura uma frenagem praticamente perfeita com um mínimo de interferência durante a pilotagem esportiva. Por meio de sensores de velocidade nas duas rodas, o sistema monitora a pressão hidráulica da pinça dianteira e coleta diversas informações da ECU (Unidade de Controle Eletrônico) do motor. Com isso, o KIBS evita uma possível perda de performance nos momentos de frenagem.

Design inovador

Já em relação à aparência, a superesportiva ganhou um design bem mais agressivo. O lançamento traz novas linhas e uma carenagem frontal semelhante às utilizadas nas motociclistas de competição. Assim como nos lançamentos mais recentes da Kawasaki, a Ninja 1000 ABS 2018 traz ainda iluminação em LED em seu farol duplo, o que aumenta a intensidade e o alcance da luz.

E para maior conforto, o para-brisa com bolha dupla da motocicleta foi modificado e agora está 15 mm mais alto no centro, o que ajuda evitar turbulências e reduz o impacto do vento. O equipamento ainda traz três regulagens de altura. Por fim, o painel de instrumentos recebeu um novo layout. Entre as novidades estão uma tela de LCD com velocímetro digital, indicador de posição de marchas e de temperatura externa.

Além da versão Standard na cor preta, a Ninja 1000 estará disponível na versão Tourer na tradicional cor verde, com um completo pacote de acessórios de série como slider, protetor de motor, tank pad e knee pad.  Outros diferenciais da versão Tourer são a bolha fumê, que confere à motocicleta um visual ainda mais atraente, e uma tomada de 12V para maior comodidade.

“Com todas essas atualizações, podemos afirmar que a Ninja 1000 ABS 2018 é a mais avançada Sport Touring do mundo. Ela foi feita para pilotos experientes, que já dominam o universo das altas cilindradas. Esperamos conquistar mais espaço no Brasil nesse segmento”, finaliza Ricardo Suzuki.

FICHA TÉCNICA – NINJA 650 ABS:

MOTOR

Tipo – 4 tempos, 2 cilindros paralelos, refrigeração líquida

Cilindrada – 649 cc

Diâmetro x curso – 83,0 x 60,0 mm

Taxa de compressão – 10,8:1

Sistema de válvulas – DOHC, 8 válvulas

Sistema de combustível – Injeção eletrônica

Ignição – Bateria e bobina (ignição transistorizada)

Partida       Elétrica

Lubrificação – Lubrificação forçada (cárter úmido)

SUSPENSÃO

Dianteira – Garfo telescópico de ø41 mm

Traseira – Amortecedor horizontal do tipo Back-Link com ajuste de pré carga

PERFORMANCE

Potência máxima – 50,2 kW (68 CV) / 8.000 rpm

Torque máximo – 65,7 N•m (6,7 kgf•m) / 6.500 rpm

FICHA TÉCNICA – NINJA 1000:

MOTOR

Tipo – 4 tempos, 4 cilindros em linha e refrigeração líquida

Cilindrada – 1.043 cc

Diâmetro x curso – 77,0 x 56,0 mm

Taxa de compressão – 11,8:1

Sistema de válvulas – DOHC, 16 válvulas

Sistema de combustível – Injeção eletrônica

Ignição – Digital

Partida       Elétrica

Lubrificação – Lubrificação forçada (cárter húmido)

SUSPENSÃO

Dianteira – Garfo telescópico invertido de 41 mm com retorno, compressão e  pré-carga da mola ajustáveis

Traseira – Back-link horizontal com amortecedor a gás, retorno e pré-carga da mola ajustáveis

PERFORMANCE

Potência máxima – 142 cv / 10.000 rpm

Torque máximo – 11,3 kgf·m / 7.300 rpm

VALORES:

Ninja 650 ABS SE – Lime Green KRT Edition

Preço Público Sugerido: R$ 34.990,00

Ninja 650 ABS – Metallic Spark Black

Preço Público Sugerido: R$ 33.990,00

Ninja 1000 ABS – Metallic Spark Black

Preço Público Sugerido: R$ 56.990,00

Ninja 1000 Tourer ABS – Candy Lime Green

Preço Público Sugerido: R$ 59.990,00

Disponíveis na rede autorizada Kawasaki: a partir de julho de 2017.

Saiba mais em: www.kawasakibrasil.com

Clássicos revisitados

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Foto: Triumph/Divulgação

A Triumph acaba de lançar as novas motocicletas clássicas da família Bonneville: Bobber e Street Scrambler. Os novos modelos estão disponíveis nas 15 concessionárias da marca no Brasil e chegam com preços de R$ 41.990,00 (Street Scrambler) e R$ 49.990,00 (Bobber). As novidades chegam para ampliar o leque de modelos da marca inglesa – que já contava com cinco modelos no país: Street Twin, Street Cup, Bonneville T120, Bonneville T120 Black e Thruxton R.

Atualmente, as máquinas clássicas representam para a Triumph, no mercado nacional, cerca de 25% das vendas totais da marca. “Nossa intenção é ampliar esta participação nos próximos anos, chegando a 30% no final do próximo ano e atingindo pelo menos uma fatia de 35% das nossas vendas até 2020. No mercado internacional, as clássicas já alcançaram uma participação de 50% das vendas da marca e a expectativa é ampliar ainda mais este percentual até 2020”, explica Waldyr Ferreira, diretor geral da Triumph Motorcycles no Brasil.

Os novos modelos deverão atingir, no total, um volume de vendas em torno de 380 unidades no próximo ano. A Street Scrambler tem como público-alvo, na avaliação da fabricante inglesa, um consumidor clássico e moderno ao mesmo tempo, que prefere atitude, elegância e estilo mais rústico e focado no off-road, mas que também busca uma moto bonita, divertida e que ofereça conforto em todos os tipos de estrada. Já o comprador de uma Bobber deseja uma motocicleta clássica moderna, porém, busca uma experiência de pilotagem mais emocionante. Ele é atraído pelo belo design e estilo da moto, e procura por um modelo icônico, realmente especial.

1950: parece que foi ontem

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Foto: Triumph/Divulgação

O conceito de motocicleta do estilo Scrambler nasceu na década de 1950, para batizar modelos que eram adaptados para disputar corridas de enduro – ganhando itens como pneus próprios para o uso off-road, escapamento alto e guidão largo. O nome veio da expressão em inglês “to scramble”, que significa subir rapidamente uma colina usando os pés e as mãos. Este tipo de máquina fez sucesso e logo os fabricantes começaram a lançar motocicletas com este visual off-road. A Triumph entrou no segmento em 1963, com a Bonneville T-120 TT, de 650 cc, que ficou em produção até 1967. Em 2006, a fabricante inglesa apresentou a Triumph Scrambler, equipada com motor de 865 cc.

A nova Triumph Street Scrambler, desenvolvida a partir do modelo Street Twin, é uma motocicleta divertida, acessível, contemporânea e que incorpora uma significativa evolução em engenharia e estilo em relação à Triumph Scrambler anterior – que não chegou a ser lançada no Brasil. O novo modelo foi desenvolvido para apresentar a beleza do estilo Scrambler, com recursos e detalhes exclusivos, mais rústico e foco no off-road.

Motor de alto torque

Motor, escapamento e tecnologia com foco no piloto foram projetados para causar impacto aos amantes da marca. Tudo combinado para oferecer mais desempenho e uma melhor experiência de pilotagem. Equipada com o motor Bonneville de alto torque de 900 cc, a Street Scrambler fornece muito mais torque e potência em baixas e médias rotações, o que torna o modelo ideal para rodar pela cidade e pelas estradas de terra. Ele desenvolve 80 Nm de torque (a 2.850 rpm) e 55 cv de potência (a 6.000 rpm), sendo um torque e uma potência 28% superiores aos gerados na Scrambler anterior. Um dos destaques deste motor é o intervalo de acionamento de 270˚, o que proporciona um rendimento de potência linear e suave a partir da sua caixa de marchas com cinco velocidades.

Elegância no painel

O painel de instrumentos com mostradores duplos, além de elegante, é bem completo e conta com um menu digital para controle de todos os recursos disponíveis com um simples toque com a ponta dos dedos. O equipamento possui conta-giros, indicador de marcha, hodômetro, duas configurações de viagem, indicador de revisão, autonomia e nível de combustível, consumo médio e instantâneo, relógio e configurações do controle de tração. Com novos chassis e suspensão, a Street Scrambler passou por uma atualização e passou a ser mais dinâmica. Assim como na Street Twin, a configuração do chassis do novo modelo é ajustada para oferecer uma pilotagem neutra e previsível.

FICHA TÉCNICA:

Potência Max. – 55 PS (40,5 kW) a 5.900 rpm

Torque máx. –    80 Nm a 3.230 rpm

Suspensão dianteira – KYB, garfos de cartucho de 41 mm, curso de 120 mm

Suspensão traseira – KYB, amortecedores duplos com pré-carga ajustável, curso da roda traseira de 120 mm

Freio dianteiro – Disco único de 310 mm, pinça flutuante de 2 pistões Nissin, ABS

Freio traseiro – Disco único de 255 mm, pinça flutuante de 2 pistões Nissin, ABS

Preço: R$ 41.990,00

Cores: Jet Black, Korosi Red/Frozen Silver, Matt Khaki Green

Jeito Bobber de Ser

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Foto: Triumph/Divulgação

As motocicletas de estilo bobber nasceram logo após a Segunda Guerra Mundial, na década de 1940, por meio dos soldados que voltavam para casa e buscavam emoção em duas rodas. Utilizando como base, muitas vezes, motos que haviam sobrevivido aos combates, eles customizavam as máquinas em garagens caseiras, utilizando ferramentas simples. O objetivo era tornar a motocicleta mais despojada, retirando tudo que fosse considerado “supérfluo”, como para-lamas pesados, proteções e luzes indicadoras. Depois de prontas, elas disputavam rachas e corridas de ruas que ajudaram a tornar o seu estilo numa verdadeira febre entre os motociclistas da época.

Apesar de trazer o DNA de engenharia da Bonneville T120, o novo modelo nasceu de uma linhagem de bobbers personalizadas da Triumph, e oferece personalidade e atitude inconfundíveis. Na verdade, as principais características de uma bobber real estão presentes na nova clássica da marca inglesa: linhas limpas, motor exposto, postura baixa, assento individual, guidão largo, carroceria e farol mínimos, tanque esculpido, rodas com raios cromados, roda traseira mais larga e a essencial traseira com a aparência mais robusta. É uma motocicleta hotrod imponente, musculosa e tão empolgante para observar como também para pilotar.

A Bobber apresenta uma posição de pilotagem ajustável, capaz de se adaptar à altura do motociclista ou estilo de pilotagem, graças ao novo assento flutuante de alumínio, ergonomicamente desenvolvido e desenhado para oferecer mais conforto. O assento, por exemplo, pode ser posicionado para cima e para a frente, buscando uma pilotagem dinâmica em uma posição roadster, e também para baixo e para trás para uma condução mais tradicional e confortável. Combinado com uma altura de assento baixa, de apenas 690 mm, a Bonneville Bobber é acessível para todos os pilotos.

Traseira robusta

A traseira com aparência robusta, característica da Bobber, é fornecida pelo braço oscilante “Cage” com suportes de montagem do cavalete central e também pela suspensão traseira monochoque oculta. Para complementar a inovação de engenharia e o visual, a moto vem com a tecnologia Bonneville “clean line”, que inclui o escapamento em linha reta com o catalisador oculto e a incorporação inteligente de tecnologias com foco no piloto, como o sofisticado módulo da injeção eletrônica (ECU), o controle de tração e os dois modos de pilotagem.

Seu motor Bonneville 1200HT fornece torque ideal para uma pilotagem empolgante e segura. São 106 Nm de torque (a 4.000 rpm) e 77 cv de potência (a 6.100 rpm). O propulsor ganhou uma afinação típica “Bobber”, o que significa uma dose maior de torque e potência em baixas rotações. Para se ter ideia, a 4.500 rpm, o motor da Bobber oferece cerca de 10% mais torque e potência do que a Bonneville T120. O intervalo de acionamento de 270˚ garante um rendimento de potência suave e linear a partir de caixa de marchas bastante precisa e macia, com cinco velocidades.

Mostrador minimalista

O mostrador minimalista com disco em bronze usinado, discreto e elegante, além de ter posição ajustável, é repleto de funções importantes e conta com um menu digital simples e rápido de ser acessado com a ponta dos dedos, o que aumenta o conforto, o controle e a segurança do piloto. Estão incluídos neste menu: indicador de marcha, hodômetro, os dois modos de pilotagem, indicador de revisão, autonomia, nível e consumo do combustível, contador de voltas, relógio e configurações do controle de tração.

FICHA TÉCNICA:

Potência máx – 77 PS (56,6 kW) a 6.100 rpm

Torque máx. – 106 Nm a 4.000 rpm

Freio dianteiro – Disco de 310 mm, pinça flutuante de 2 pistões Nissin, ABS

Freio traseiro – Disco único de 255 mm, pinça flutuante de pistão único Nissin, ABS

Suspensão dianteira – KYB, garfos de 41 mm, curso de 90 mm

Suspensão traseira – KYB, amortecedor único com articulação, curso da roda traseira de 76,9 mm

Preço: R$ 49.990,00

Cores: Jet Black, Morello-red, Ironstone

MOTOGP: QUEDAS DE VIÑALES, VITÓRIA DE ROSSI E LIDERANÇA DE MÁRQUEZ

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Foto: Gaspar Nóbrega/Vipcomm

O MotoGP 2017 tem proporcionado grandes emoções aos fãs. Até o fechamento desta edição, o espanhol Marc Márquez, da Honda, liderava o campeonato, com 129 pontos, após conquistar a vitória no GP da Alemanha, disputado em 02/07, seguido por Maverick Viñales, da Yamaha, com 124, e Andrea Dovizioso, em terceiro, com 123.

Na etapa anterior, no GP de Assen, na Holanda, o destaque ficou para o italiano Valentino Rossi. Aliás, o “doutor” quebrou um jejum de um ano sem vitórias. Na prova citada, o piloto da Yamaha conseguiu alcançar o lugar mais alto do pódio. Mesmo com chuva, Valentino mostrou toda sua competência, experiência e ousadia, e travou batalhas emocionantes, principalmente com Marc Márquez e Danilo Petrucci.

O companheiro de Rossi, Maverick Viñales, é uma das sensações do campeonato, entretanto, a gana por acelerar forte tem causado alguns contratempos, e fez com que o piloto já tivesse duas quedas na edição 2017, perdendo pontos importantes na classificação geral.

Até o fim da temporada, as disputas prometer ser cada vez mais acirradas. Sorte a nossa, que somos apaixonados por velocidade e por essas máquinas que nos enchem de alegria a cada acelerada!