Correndo em casa, Wesley Gutierrez é 4º colocado em Londrina

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Fotos: Gilmar Rose | VGCOM | KRT

A Kawasaki Racing Team ficou muito próxima de garantir um lugar no pódio na 5ª etapa da SuperBike, prova realizada neste domingo (27), no Autódromo Internacional Ayrton Senna. Piloto local, Wesley Gutierrez (#15) obteve um grande desempenho no comando de sua Kawasaki Ninja ZX-10R e encerrou a etapa na quarta posição. Já o seu companheiro de equipe, Bruno Corano (#34), enfrentou problemas mecânicos no decorrer da rodada e garantiu apenas a 10ª posição na categoria principal.

Confiante e correndo diante da sua torcida, o londrinense Wesley Gutierrez encarou um final de semana de muita competitividade na primeira rodada do SuperBike Brasil realizada fora do Estado de São Paulo. O piloto alcançou um bom desempenho nos treinos classificatórios e garantiu a quinta marca no grid de largada com a volta de 1m17s207 na SuperPole.

E esse bom desempenho teve reflexo direto na corrida. Logo no início da prova, Wesley se aproveitou da largada ruim de Eric Granado (#151) e subiu para a quarta colocação. Porém, rapidamente, o adversário da equipe Honda recuperou a posição perdida e abriu vantagem. Apesar disso, Wesley não se abateu. Mesmo voltando para a colocação de partida, o paranaense cerrou o punho e cravou seguidas voltas rápidas. Virando sempre na casa de 1m18s baixo e 1m17s alto, Wesley, gradualmente, reduziu a diferença que o separava de Alex Barros (#4), o então quarto colocado.

Experiência à prova

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Fotos: Gilmar Rose | VGCOM | KRT

Na 14ª volta, Wesley Gutierrez encostou de vez no experiente adversário, buscou o melhor posicionamento e fez a ultrapassagem. Restando apenas duas para o fim da prova, o piloto da Kawasaki conseguiu ainda abrir uma pequena vantagem para Alex Barros e cruzar a linha de chegada em quarto, um segundo a frente do oponente.

Enquanto isso, a trajetória de Bruno Corano (#34) na etapa de Londrina teve um desfecho bem diferente. Com problemas mecânicos em sua moto, o piloto precisou trocar de motor e correr com o equipamento original. Desta forma, Corano perdeu competitividade e garantiu apenas a 13ª marca no grid de largada.

E na corrida, Corano não conseguiu melhorar o seu desempenho. Ainda na primeira volta, acabou perdendo duas posições e se manteve em 14º no geral – e 10º na categoria Pro – ao longo de quase toda a prova, posição em que recebeu a bandeirada.

Com o resultado na etapa de Londrina, os pilotos da Kawasaki Racing Team mantiveram as suas posições no classificatório geral. Wesley Gutierrez somou 13 pontos e ocupa a quarta colocação no campeonato com 67 pontos. Já Bruno Corano, mesmo com todos os problemas, garantiu seis pontos e encerrou a rodada em 10º, com 23 pontos.

Confira abaixo os cinco primeiros colocados na 5ª etapa da SuperBike:

1º – Eric Granado (#151), da Honda Racing Team: 20m39s854

2º – Diego Pierluigi (#84), da Hibridus Club Alex Barros Racing: + 0.901

3º – Diego Faustino (#68), da Honda Racing Team: +3.687

4º – Wesley Gutierrez (#15), da Kawasaki Racing Team: +13.403

5º – Alex Barros (#4), da Hibridus Club Alex Barros Racing: + 14.457

14º – Bruno Corano (#34), da Kawasaki Racing Team (10º na categoria Pro): 1 volta atrás

Classificação da categoria SuperBike após a 5ª rodada:

1º – Alex Barros (#4), da Hibridus Club Alex Barros Racing: 98 pontos

2º – Eric Granado (#151), da Honda Racing Team: 86

3º – Diego Faustino (#68), da Honda Racing Team: 81

4º – Wesley Gutierrez (#15), da Kawasaki Racing Team: 67

5º – Diego Pierluigi (#84), da Hibridus Club Alex Barros Racing: 65

6º – José Luiz “Cachorrão” (#51), da Honda Racing Team: 46

7º – Davi Lara Costa (#12), da JC Racing Team: 43

8º – Danilo Lewis (#17), da Tecfil Havoline Racing Team: 36

9º – Massao Nishimoto (#41), da Motonil Motors / Usatec BSB: 23

10º – Bruno Corano (#34), da Kawasaki Racing Team: 23

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MotoGP 2017: Vinãles fica em segundo e Rossi em terceiro

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Foto: Yamaha MotoGP

O Grande Prêmio britânico trouxe muitas emoções para a equipe Movistar Yamaha MotoGP, incluindo um pódio duplo como resultado final. Maverick Viñales gerenciou perfeitamente o desgaste de seus pneus e garantiu a segunda posição. Seu companheiro de equipe, Valentino Rossi, manteve um ritmo forte e liderou a maior parte da corrida, mas não conseguiu conter os ataques de seus oponentes nas voltas finais, terminando a 12ª etapa de 2017 em terceiro lugar.

Viñales, que largou em quarto lugar, manteve sua posição na primeira curva e logo ultrapassou Cal Crutchlow, assumindo o terceiro lugar. O próximo a ser ultrapassado por MV25 foi Marc Marquez – na volta 3 – deixando o caminho livre para que o espanhol tentasse buscar a liderança ocupada por seu companheiro de equipe. VR46, por sua vez, tomou a ponta já na primeira curva, abrindo em poucas voltas uma respeitável vantagem com mais de um segundo.

Volta após volta, Viñales reduzia o espaço entre ele e Rossi, chegando inclusive a esboçar ultrapassagens, quando, há 10 voltas do final, Andrea Dovizioso deu início a uma intensa batalha pelo segundo lugar. Na disputa, Viñales voltou à quarta colocação atrás de Marquez, enquanto Rossi buscou abrir distância para respirar, mas, a batalha ainda não havia terminado.

Problema nos pneus

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Foto: Yamaha MotoGP

Quando Márquez deixou a corrida, Rossi sofria ataques de Dovizioso pela liderança. Rápido, MV25 tirou a diferença que o separava dos ponteiros e logo ultrapassou Rossi, que em função de um pneu traseiro já deteriorado, havia caído para a segunda colocação.

Determinado, Viñales tirou a diferença que havia entre ele Dovizioso, mas já na última volta, sem tempo o suficiente para dar um bote pela liderança, cruzou a linha de chegada com o importante segundo lugar.

Entusiasmado com o resultado, Maverick Vinãles declarou: “Foi difícil, mas acho que nos saímos muito bem em Silverstone. Acertamos a eletrônica e fomos muito fortes em todas os setores do circuito. Este fim de semana voltamos, nos sentimos novamente fortes e esse é o ponto positivo, especialmente durante a última parte da corrida, já que fomos os mais rápidos nas últimas voltas”. E completa: “Eu estava chegando ao Dovizioso na última volta, dando o meu melhor. Fiz uma das minhas melhores voltas no finalzinho da prova, dando tudo para pegá-lo, mas, honestamente, o segundo lugar foi o melhor que pude fazer. Estamos felizes por termos trabalhado de maneira correta”.

Doctor na área

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Foto: Yamaha MotoGP

Ainda que não tenha vencido o Grande Prêmio da Grã-Bretanha, Rossi tinha motivos para comemorar. Além de ocupar a terceira colocação no pódio e diminuir a pontuação entre ele o líder com campeonato de 33 para 26 pontos, “The Doctor” tornou-se o primeiro piloto da história a disputar 300 corridas na categoria principal da motovelocidade mundial.

“Estou satisfeito porque foi uma ótima corrida para mim. Consegui andar muito bem depois de um excelente começo, fiquei na frente e cheguei ao limite sem cometer erros, enfim, gostei muito. Creio que esta foi uma boa maneira de celebrar a minha 300ª corrida na categoria rainha da MotoGP. Resta uma pequena frustração, pois sabia que nas últimas voltas sofreria um pouco com a degradação do pneu traseiro, mesmo assim, acho que neste fim de semana melhoramos muito. Ainda não estamos no topo, temos que fazer melhor se quisermos tentar vencer, mas foi um bom fim de semana”, contou Rossi.

Com os resultados do GP em Silverstone, Viñales e Rossi passam a ocupar o terceiro e quarto lugar, respectivamente, na classificação do campeonato, que segue aberto, já que ainda restam seis etapas para serem disputadas e apenas 13 pontos separam Viñales do líder.

No ranking de Contrutores, a Yamaha continua na ponta com 7 pontos de diferença, enquanto a Movistar Yamaha MotoGP Team recuperou o primeiro lugar na classificação do campeonato entre as equipes, abrindo uma vantagem de 5 pontos.

As emoções do MotoGP estarão de volta no dia 9 de setembro, quando acontecerão os treinos classificatórios no Circuito Mundial de Misano Marco Simoncelli, na disputa pelo Grande Prêmio Tribul Mastercard de São Marinho e da Riviera de Rimini.

Para mais informações, acesse:

www.yamaha-motor.com.br

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Eric Granado volta após uma etapa ausente e vence em Londrina

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FOTO: DIVULGAÇÃO

Após marcar a pole e bater o recorde da pista de Londrina (1:15.672), no Paraná, Eric Granado, piloto da Honda Racing, conquistou, neste domingo (27), a sua terceira vitória na temporada 2017 do SuperBike Brasil. Saindo de São Paulo pela primeira vez na temporada, Eric Granado ressaltou o grande trabalho da sua equipe desde a quinta-feira, entregando uma moto bem acertada e fundamental na sua recuperação durante a corrida.

“Errei na regulagem da embreagem antes da largada e perdi muito tempo. Mas, com calma, consegui me aproximar dos ponteiros e, mesmo com todos próximos, mostrando o alto nível da categoria, consegui as ultrapassagens no final”, diz Granado.

Após ficar de fora da quarta etapa, Eric chegou a Londrina na terceira colocação no campeonato. Com a vitória, EG51 pulou para a segunda colocação e diminuiu a vantagem de Alex Barros, líder do campeonato, para 12 pontos.

RESULTADOS:

1º- Eric Granado – 20:39.854

2º- Diego Pierluigo – +0.901

3º- Diego Faustino – +3.687

4º- Wesley Gutierrez – +13.403

5º- Alex Barros – +14.457

A próxima etapa do SuperBike Brasil será novamente em Curitiba, no dia 24 de setembro.

Gringo Brasileiro

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FOTO: DIEGO ROLIN

No dia 11/07, o piloto italiano Franco Morbidelli, de 22 anos, nascido em Roma, e que compete pela equipe Marc VDS Racing Team, na Moto2, categoria aspirante da MotoGP, esteve em São Paulo, mais precisamente no Centro Cultural Rio Verde, em Pinheiros, São Paulo, e concedeu entrevista coletiva. O evento contou também com as presenças de Ignácio Rivera, presidente da Estrella Galicia, empresa que patrocina Morbidelli, e com Alexandre Barros, maior nome da motovelocidade brasileira.

Franco atendeu a todos com simplicidade e carisma. Como sua mãe é brasileira, ele fala bem o português, com um pouco de sotaque, mas nada que atrapalhe a sua comunicação com os residentes daqui. “Tenho uma grande admiração e muitos amigos brasileiros. Gosto de tudo aqui: das pessoas, do jeito que vocês levam a vida. Desde cedo, as cores da bandeira brasileira me chamaram muito a atenção, o que ajudou na minha identificação”, diz Morbidelli.

Início difícil

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FOTO: DIEGO ROLIN

O começo de carreira de Franco Morbidelli foi bastante árduo. Como vinha de família humilde, o piloto teve que enfrentar diversas barreiras até chegar ao nível que se encontra hoje. “Minha trajetória foi um pouco diferente da dos outros pilotos. Como eu não tinha muito dinheiro, tive que ir participando de campeonatos não muito conhecidos, sem tanto glamour, até finalmente chegar ao momento atual”.

O italiano teve uma ajuda e tanto nas suas primeiras investidas na motovelocidade. Ninguém menos do que Valentino Rossi, ícone mundial do esporte, o ajudou. “Conhecer o Valentino foi muito importante para mim. Eu tinha apenas 13 anos e ele me ajudou muito. Aprendi demais com ele. Estar ao lado de uma pessoa como Rossi é fantástico, pois ele está sempre de alto astral e atrai coisas boas”, conta.

MotoGP à vista

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FOTO: DIEGO ROLIN

No próximo ano, Morbidelli irá correr na MotoGP, principal categoria da motovelocidade mundial. O piloto afirma que está encarando numa boa essa guinada na carreira. “Nunca pilotei na MotoGP e sei que vai ser bem diferente do que eu tenho feito. Vou esperar 2018 chegar para ver o que acontece. É claro que tenho um pouco de medo de não corresponder às expectativas, mas vou arriscar”.

De acordo com Franco, as mudanças nas motocicletas da MotoGP, principalmente no que diz à parte eletrônica, trará inúmeros benefícios aos pilotos. “A ajuda eletrônica, certamente, vai ajudar muito, porém, isso não forma um campeão. Se o piloto é bom, ele vai deslanchar com ou sem a eletrônica, é uma coisa que vem de dentro”, pontua Morbidelli.

Olho no preparo físico

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FOTO: DIEGO ROLIN

A preparação física conta muito na trajetória de um piloto, pois as provas são bastante desgastantes e exigem muito dos corredores, tanto física quanto psicologicamente. “Faço academia todos os dias na semana, entretanto, sempre tiro um ou dois dias para treinar com a moto, seja no ambiente off-road ou mesmo em autódromos”.

Questionado sobre suas manias antes das corridas, Morbidelli disse que procura se manter tranquilo antes de acelerar. “Geralmente tomo um café e acompanho a Moto3, pois isso me faz esquecer um pouco da minha responsabilidade. Não costumo deixar que a ansiedade antes das provas me atrapalhe”.

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Um mito chamado Valentino Rossi

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FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK

Valentino Rossi, italiano, de 38 anos, piloto profissional da equipe Movistar Yamaha de MotoGP, é um verdadeiro mito quando se fala em motovelocidade. Detentor de diversos títulos importantes, entre eles vários campeonatos mundiais, sendo 9 no total. Tanto talento sobre as duas rodas lhe rendeu uma boa condição financeira e, atualmente, o piloto é um dos 20 desportistas mais bem pagos do mundo.

A paixão pela motocicleta vem de sangue, já que seu pai, Graziano Rossi, também foi piloto. No primeiro desafio desse ano na MotoGP, o italiano ficou em terceiro lugar. As primeiras posições foram ocupadas por Maverick Vinãles e Andrea Dovizioso. Na próxima etapa, que ocorre no domingo, dia 9, em Termas de Rio Hondo, na Argentina, a qual será a 350ª participação em GPs na carreira, Rossi pretende se garantir no pódio mais uma vez.

“Não foi um início fácil. Nós trabalhamos muito duro durante os testes e no fim de semana da primeira corrida ainda arrumamos algumas coisas, especialmente na frente da moto. A prova correu muito bem e fiquei feliz por ser capaz de chegar ao pódio. Agora vamos para a Argentina. Esta é uma pista de que gosto bastante e estou contente em ir para lá. Espero que o asfalto esteja em boas condições, porque ano passado foi muito difícil para nós. Vamos tentar trabalhar melhor e ir ao pódio mais uma vez”, afirmou Rossi.

MOTOGP: QUEDAS DE VIÑALES, VITÓRIA DE ROSSI E LIDERANÇA DE MÁRQUEZ

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Foto: Gaspar Nóbrega/Vipcomm

O MotoGP 2017 tem proporcionado grandes emoções aos fãs. Até o fechamento desta edição, o espanhol Marc Márquez, da Honda, liderava o campeonato, com 129 pontos, após conquistar a vitória no GP da Alemanha, disputado em 02/07, seguido por Maverick Viñales, da Yamaha, com 124, e Andrea Dovizioso, em terceiro, com 123.

Na etapa anterior, no GP de Assen, na Holanda, o destaque ficou para o italiano Valentino Rossi. Aliás, o “doutor” quebrou um jejum de um ano sem vitórias. Na prova citada, o piloto da Yamaha conseguiu alcançar o lugar mais alto do pódio. Mesmo com chuva, Valentino mostrou toda sua competência, experiência e ousadia, e travou batalhas emocionantes, principalmente com Marc Márquez e Danilo Petrucci.

O companheiro de Rossi, Maverick Viñales, é uma das sensações do campeonato, entretanto, a gana por acelerar forte tem causado alguns contratempos, e fez com que o piloto já tivesse duas quedas na edição 2017, perdendo pontos importantes na classificação geral.

Até o fim da temporada, as disputas prometer ser cada vez mais acirradas. Sorte a nossa, que somos apaixonados por velocidade e por essas máquinas que nos enchem de alegria a cada acelerada!

MARC MÁRQUEZ: PERSONALIDADE E OTIMISMO

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Fotos: Gaspar Nóbrega/Vipcomm

“Estou muito contente em estar aqui no Brasil”. Assim começou a entrevista coletiva do espanhol Marc Márquez, piloto da equipe Repsol Honda Team, de 24 anos, que aconteceu na tarde do dia 11 de abril, em São Paulo. Simpático, o atual campeão da MotoGP, que possui cinco títulos em competições sobre duas rodas, respondeu a todos os jornalistas com leveza e carisma. “A temporada está só começando e tudo vai muito bem. Vou seguir trabalhando para melhorar cada vez mais”, disse Márquez.

Questionado sobre seus medos em relação aos riscos que a motovelocidade oferece, o piloto foi categórico. “Me asseguro que tudo está correto com a moto antes de pilotar, inclusive nos treinos. Após essa verificação junto à equipe, fico 100% concentrado em dar o meu máximo”.

Marc afirma que está focado em progredir a cada prova disputada. “Preciso seguir melhorando, pois os adversários estão muito qualificados. Vinãles e Valentino estão muito bem, portanto, tenho que seguir trabalhando duro para que eles não abram tanta vantagem”, conta.

De acordo com o piloto, a personalidade forte é um dos seus grandes trunfos. “Personalidade e otimismo são meus pontos fortes. Pensamentos positivos atraem coisas boas, portanto, sempre creio que o melhor vai acontecer”, afirma Márquez.