Moto e tatuagem: um amor à flor da pele

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Motociclismo e tatuagem são duas coisas que andam bem atreladas. Muitas pessoas que são fãs de moto acabam registrando a paixão na pele. Sérgio Pisani é dono do estúdio Tattoo You, localizado em São Paulo, e maior empresário do ramo da tatuagem no Brasil. Para ele, o motociclismo representa a sensação de liberdade para ir onde quiser, sem ter destino, pegar a estrada, tomar sol na cara e vento no cabelo.

Sua relação com esse universo é muito antiga. “Comecei a andar de moto com 15 anos e sempre gostei. Eu andava muito antes de começar a tatuar. A moto tem uma energia bem grande com o mundo da tatuagem, a maioria dos motociclistas/motoqueiros são tatuados. Eu sempre me relacionei nesse mundo de tatuagens com moto. São duas paixões que tenho na vida”, comentou.

Proprietário de motocicletas desde os 18 anos, o empresário organiza esporadicamente passeios de motocicleta com os clientes que também são amantes desse estilo. Sérgio tem um grupo chamado “Ink Brothers”, onde se reúne com a galera para fazer passeios conforme a disponibilidade de cada um. “Costumamos visitar lugares de São Paulo e fora do país. A gente viaja e vai unindo os lanços de amizade”.

Estilos variados

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Para Pisani motocicletas e tatuagens têm tudo a ver. Desde os anos 60 em diante, muitos apaixonados por motos vêm marcando a pele com os mais variados desenhos relacionados ao mundo das duas rodas. Os estilos variam muito em artes que inspiram a liberdade, como por exemplo: caveiras com capacete, asas, rodas aladas, fogo, motocicletas pilotadas por esqueletos, símbolos de marcas e moto clubes, estradas com paisagens, entre outros.

Além do visual marcante, a tatuagem vem tomando cada vez mais espaço no estilo de vida dos motociclistas. Hoje em dia, essa visão de lifestyle é muito mais positiva do que antigamente, onde a sociedade rotulava as pessoas adeptas ao estilo como gangues e facções criminosas. Atualmente, tornou-se uma expressão cultural que vem desconstruindo estereótipos, onde é possível ser bem-sucedido sem abrir mão de quem realmente é.

Motociclismo e tatuagem são atividades esportivas e culturais que estão sempre de mãos dadas, misturando liberdade e a ousadia. Provando isso, o Salão Duas Rodas – evento referência de novidades no mundo da moto – terá um espaço representando um mini museu de tatuagem e um Flash Tattoo dentro de um caminhão com toda infraestrutura para as pessoas se tatuarem com a equipe do Tattoo You.

Relógios Alpinestars: Inovação e qualidade

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A marca que é sinônimo de inovação e performance em motorsports e lifestyle estreitou ainda mais o compromisso que compartilha com seus pilotos criando a linha de relógios Alpinestars.

Nascido das corridas, usando tecnologia japonesa, desenvolvidos com materiais Premium e resistentes à água, os relógios Alpinestars variam do clássico ao moderno para atender a todos os motociclistas e fãs do esporte a motor.

Conheça a linha de relógios em:

www.staracer.com.br

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Rea vence etapa final no Qatar

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A temporada 2017 do Mundial de SuperBike chegou ao fim e a última rodada, realizada neste final de semana, no Qatar, coroou um ano de grandes conquistas para a Kawasaki. A marca japonesa faturou os títulos na disputa entre pilotos, equipes e fabricantes. Das 26 corridas realizadas, a dupla da Kawasaki Racing Team garantiu 18 vitórias e 12 segundos lugares.

Jonathan Rea (#1) fez história e bateu recordes após conquistar de forma antecipada o tricampeonato ao lado de sua Ninja ZX-10RR de numeral #1. O piloto norte-irlandês alcançou 16 vitórias no ano e somou 556 pontos, o maior número de pontos já registrado no Mundial. Enquanto isso, seu companheiro de equipe, Tom Sykes (#66), encerrou a temporada com o terceiro lugar no classificatório, com 373 pontos. O piloto britânico fez uma campanha mais modesta e obteve duas vitórias e cinco segundos lugares.

Na 13ª e última etapa do Mundial de SuperBike, a Kawasaki voltou a ficar na frente. Jonathan Rea venceu sem grandes dificuldades as duas corridas realizadas no Circuito de Losail, no Qatar. Na primeira bateria, disputada no sábado (4), o campeão antecipado largou da pole position e manteve a liderança até cruzar a linha de chegada.

Podendo melhorar

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Já Tom Sykes (#66) não teve o mesmo desempenho que seu companheiro de equipe. O britânico, que largou da terceira marca, não conseguiu figurar entre os ponteiros e, ao decorrer da prova, perdeu algumas posições. Após ser ultrapassado, nas voltas finais, pela dupla da Aprillia, Sykes recebeu a bandeirada em sexto.

Na segunda bateria, realizada no domingo (5), a Kawasaki voltou a garantir o lugar mais alto do pódio. Após largar da nona posição, Jonathan Rea fez diversas ultrapassagens e pulou para a vice-liderança ainda na segunda volta. Não tardou para o tricampeão tomar a dianteira de Chaz Davies (#7), da Ducati, reassumir a primeira posição. Rea manteve a ponta até a última volta e garantiu sua 16ª vitória na temporada. Com o resultado, o norte-irlandês bateu o recorde de pontuação e chegou à impressionante marca de 556 pontos.

“O recorde de pontos é bom, mas o campeonato é o principal. Ganhar 16 vezes em uma temporada, mais de 50% das corridas, não é normal. Essa é a maior coisa que eu conquistei. Este ano, como venho dizendo, não tenho palavras. Tem sido normal estar no pódio e isso é meio assustador. Agora é minha hora, então estou realmente aproveitando o momento. No ano que vem isto poderia acontecer facilmente com outra pessoa, então precisamos desfrutar e celebrar este ano incrível. Eu sei o quão difícil é quando as coisas não vêm de forma natural e é preciso travar uma luta árdua. Por isso, agradeço muito a Kawasaki por essa oportunidade. É um grande esforço de equipe. Dentro de poucas semanas já direcionemos nossa atenção para 2018”, destacou Jonathan Rea.

Abandono

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Enquanto isso, a segunda corrida em Losail teve um desfecho prematuro para Tom Sykes. O piloto britânico se despediu da disputa antes mesmo de completar a terceira volta. Após subir na linha branca que marca lateral da pista, Sykes perdeu o controle da moto e acabou indo para o chão na Curva 14. Com o incidente, o piloto abandonou a prova.

“Começamos tão bem o fim de semana final, mas as coisas simplesmente se voltaram contra nós. Na segunda corrida, a moto estava muito bem. Inicialmente, perdi um pouco de tempo. Eu vinha em uma curva rápida, cortei a linha branca e cai. Esta é uma dessas coisas que acontecem. Os tempos de volta estavam muito bons porque fizemos pequenos ajustes na moto, então não posso acreditar na maneira como terminou. Jonathan teve uma temporada incrível e fez um trabalho fantástico”, resumiu Sykes.

A SuperSport 600 também teve sua rodada final realizada no Qatar. Kenan Sofuoğlu (#1), da Kawasaki Puccetti Racing, que se recuperava de uma lesão na região do quadril, obteve o terceiro lugar no Circuito de Losail e com isso faturou o título de vice-campeão da categoria com 145 pontos.

Nas demais categorias, a Kawasaki seguiu forte na disputa pelos títulos. O turco Toprak Razgatlioglu (#54), da Kawasaki Puccetti Racing, garantiu o vice-campeonato da Superstock 1000 e o holandês Scott Deroue (#75), da MTM HS Kawasaki, encerrou a temporada da SuperSport 300 na terceira colocação.

Foco Racing: Alto desempenho no off road

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A FOCO RACING surgiu da necessidade dos amantes do esporte off road em melhorar o desempenho de suas motocicletas, somado ao alto custo dos produtos importados, além da grande dificuldade em adquiri-los.

Diante deste contexto, três amigos amantes do esporte, uniram seus conhecimentos e associaram-se para fundarem a empresa, que oferece um novo e moderno conceito na fabricação e comercialização de escapamentos de alta performance para motos, tendo como principal objetivo fornecer produtos de alto desempenho e elevada durabilidade a preços competitivos.

Características:

– O mais leve do mercado

– Maior dissipação de calor;

– Menor aquecimento do motor;

– Maior potência para motores originais e preparados;

– Produto 100% original

– Possui 3 diferentes diâmetros em sua volumetria;

– Desenvolvido por técnicas especiais, utilizando software italiano coordenado por Massimo Viola;

– Escapamento em aço Inox 304, o mais nobre do mercado, com parede fina de 1mm.

– Material de alta qualidade

– Aço Inox 304, o mais nobre do mercado, com parede fina de 1mm;

– Alumínio T6;

– Lã de vidro importada;

– Tubo interno cônico, envolvido por um tecido de aço inox super fino, que resguarda a lã de vidro.

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Johann Zarco conquista terceiro lugar no Grande Prêmio da Malásia de MotoGP

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FOTO: YAMAHA TECH3 / YAMAHA MOTOGP

Todos os olhos estavam voltados para o céu no Circuito Internacional de Sepang quando os pilotos que disputam o MotoGP alinharam suas máquinas para disputar a penúltima corrida da temporada, no Grande Prêmio da Malásia.  Isso porque, após uma sessão de aquecimento no seco, a corrida aconteceu sob chuva, exigindo muito mais da técnica e habilidade dos profissionais, e tornando crucial a escolha dos pneus.

Dentre os pilotos da Yamaha, o que alcançou o melhor resultado foi o jovem Johann Zarco, da Monster Yamaha Tech3, que já havia se destacado nos treinos classificatórios por conquistar a 2ª posição no grid. Na corrida, Zarco provou estar inspirado e novamente surpreendeu, inclusive assumindo, sob chuva, a liderança da prova por oito voltas.

Contudo, foi na 3ª posição que ele recebeu a bandeira quadriculada, configurando como o melhor resultado dentre os corredores da Yamaha. O resultado vem para coroar a crescente evolução de Johann Zarco, que atualmente ocupa a sexta posição no campeonato, com 164 pontos.

Clima atrapalhou

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FOTO: YAMAHA TECH3 / YAMAHA MOTOGP

Já para o piloto Maverick Viñales, da Equipe Movistar Yamaha, apesar do bom começo, em que largou na 5ª posição, o dia foi difícil, graças à mudança brutal no clima entre o warm-up seco e a corrida molhada. Nas primeiras três voltas da corrida, Viñales perdeu várias posições, chegando a ocupar o 16º lugar. Ele bem que tentou e, com seu talento, recuperou sete posições até o fim da corrida. Com o resultado em Sepang, o espanhol se mantém em terceiro lugar no campeonato, com 226 pontos.

Rossi na parada

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FOTO: YAMAHA TECH3 / YAMAHA MOTOGP

Para Valentino Rossi, o fim de semana foi igualmente difícil. Ele que havia largado em 4º, perdeu várias posições em função de um erro, e chegou a ficar em 11º lugar. Contudo, o resultado ao fim da corrida foi melhor para o italiano se comparado ao colega de equipe. Rossi cruzou a linha de chegada na 7ª colocação. Com 197 pontos, ele ocupa a 4ª posição no campeonato, 29 atrás de Vinãles.

Apesar das adversidades causadas pelo clima, o piloto convidado pela equipe Tech3, Michael Van Der Mark, mostrou uma boa performance no Circuito Internacional de Sepang. O jovem piloto holandês, que iniciou o Grande Prêmio na 22ª posição, conseguiu um bom resultado na sua primeira competição ao guidão de uma Yamaha M1, cruzando a linha de chegada em 16º lugar, à frente de pilotos mais experientes e já familiarizados com as máquinas do MotoGP.

Após três finais de semana consecutivos de MotoGP, os membros das equipes da Yamaha terão um breve respiro para voltarem com tudo para a última etapa da temporada 2017. O Grande Prêmio Motul da Comunidade Valenciana será disputado no dia 12 de novembro.

Rea vence as duas baterias no GP da Espanha

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Foto: Kawasaki EUA | Kawasaki BR | VGCOM

A Kawasaki Racing Team teve um final de semana quase perfeito na disputa da etapa da Espanha do Mundial de SuperBike. O campeão antecipado, Jonathan Rea (#1), venceu as duas baterias no tradicional Circuito de Jerez e a Kawasaki confirmou o favoritismo e conquistou o campeonato na disputa entre fabricantes. A marca japonesa alcançou 549 pontos e comemorou mais um título nesta temporada. A 12ª e penúltima rodada da competição só não foi ainda melhor devido aos resultados de Tom Sykes (#66). Apesar de comemorar o centésimo pódio da carreira, o piloto britânico perdeu a vice-liderança do campeonato e agora ocupa a terceira posição, empatado em número de pontos com Chaz Davies (#7), da Ducati.

Com a tranquilidade de entrar na pista com o tricampeonato no bolso, Jonathan Rea não teve grandes dificuldades para alcançar a sua 14ª vitória na temporada 2017 e dominar a etapa em Jerez de la Frontera. A maior disputa ocorreu na primeira bateria realizada no sábado (21). O norte-irlandês, que largou em segundo, tomou a dianteira na volta inicial, porém, não conseguiu abrir vantagem para o então vice-líder, Marco Melandri (#33), da Ducati. Os dois pilotos brigaram pela liderança ao longo de quase toda a prova e revezaram a ponta. Entretanto, o italiano teve problemas mecânicos nas voltas finais e abandonou a corrida. Com isso, Rea reassumiu a dianteira e recebeu a bandeirada em primeiro.

Mais pódios

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Foto: Kawasaki EUA | Kawasaki BR | VGCOM

Enquanto isso, Tom Sykes garantiu o terceiro lugar na primeira bateria e comemorou o seu centésimo pódio da carreira. O piloto britânico largou em quarto e passou a maior parte da prova atrás de Chaz Davies, seu principal adversário nesta temporada. Com a quebra da Melandri, Sykes ganhou uma posição e recebeu a bandeirada em terceiro.

Já na segunda bateria, disputada no domingo (22), Jonathan Rea foi impecável. O piloto liderou a prova do início ao fim e garantiu os pontos necessários para a Kawasaki faturar o título no campeonato de construtores com uma rodada de antecedência. “A Kawasaki ganhou o campeonato de construtores hoje (domingo) e o mérito não foi apenas da moto, do piloto, da gestão ou do chefe de equipe. Foi de cada pessoa dentro do time e do departamento de corrida no Japão. Todos participaram desse resultado e eu estou muito orgulhoso de fazer parte disso. Na corrida, tive uma largada muito boa. Meus mecânicos estavam me incentivando logo antes de sair para o grid. A vitória veio do meu chefe de equipe, Pere Riba, que me pediu para confiar nele com algumas mudanças de geometria e no pneu dianteiro. O resultado foi fantástico”, comentou Rea.

Para Tom Sykes, o resultado não foi tão positivo. O piloto britânico teve problemas de tração na roda traseira de sua moto e obteve apenas o quinto lugar na segunda bateria. Distante dos ponteiros, ele se manteve em sexto ao longo de toda a primeira metade da prova. Na 10ª volta, conseguiu ultrapassar Michael Van Der Mark (#60), da Yamaha, e confirmou a quinta posição. Após a corrida, Sykes falou sobre o resultado e a vitória da Kawasaki na disputa entre fabricantes.

“A Kawasaki realizou ótimas corridas nos últimos anos e certamente têm uma excelente equipe que a ajuda a atingir os seus objetivos. Para a fábrica, obter este título provavelmente é tão especial quanto o campeonato de pilotos. Hoje (domingo) eles receberam o prêmio pelo seu esforço. O quinto lugar não era o que eu esperava. Eu estava ‘brigando’ com a configuração da moto e, para ser honesto, não consegui encontrar a tração traseira ideal. Acabei tentando algumas coisas enquanto pilotava e, finalmente, foi bom manter os tempos de volta em 1’41s baixo. Esse tempo foi tão rápido, ou mais rápido que o de ontem (sábado), mas, seja qual for o motivo, não consegui ter aderência na traseira”, declarou Sykes.

Vice-campeão à vista

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Foto: Kawasaki EUA | Kawasaki BR | VGCOM

Com o resultado no GP da Espanha, Tom Sykes viu Chaz Davies tomar a sua posição e ocupar a vice-liderança do campeonato. Os dois pilotos somam 363 pontos, porém, devido ao critério de desempate – número de vitórias – Davies ocupa o segundo posto. A definição do vice-campeonato ficará para a rodada final. Para fechar a dobradinha da Kawasaki na temporada 2017, Sykes precisa apenas terminar as provas na frente do adversário. Já seu companheiro de equipe, Jonathan Rea, pode superar o próprio recorde em pontuação. O norte-irlandês tem 506 pontos e, caso vença as duas baterias finais, chegará a 556 pontos, batendo a marca pessoal de 548 pontos conquistados em 2015.

Nas demais categorias do Mundial, a Kawasaki também obteve um ótimo desempenho e garantiu mais quatro pódios. Pela SuperSport 600, o australiano Anthony West (#13), da Kawasaki Puccetti Racing, faturou o terceiro lugar e subiu para a oitava posição no classificatório geral com 62 pontos.

Já a disputa na Superstock 1000 rendeu uma nova dobradinha para a marca japonesa. O ucraniano Illia Mykhalchyk (#55), da TripleM Racing, que corre de Kawasaki, foi o segundo colocado na prova, logo à frente de Toprak Razgatlioglu (#54), da Kawasaki Puccetti Racing, que recebeu a bandeirada em terceiro. Com este resultado, o piloto turco manteve a vice-liderança do campeonato e está a apenas oito pontos do líder. A definição do título ficará para a rodada final.

Por fim, na categoria SuperSport 300, o holandês Scott Deroue (#75), da MTM HS Kawasaki, colocou a fabricante japonesa mais uma vez no pódio. O piloto obteve a terceira colocação no GP da Espanha e segue em terceiro no campeonato, com 111 pontos.

Agora o Mundial de SuperBike se prepara para sua rodada decisiva. A última etapa do calendário 2017 será realizada no Qatar, no Circuito de Losail, nos dias 2, 3 e 4 de novembro.

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Jovens talentos da Yamaha R3 Cup participarão da seletiva para Red Bull MotoGP Rookies Cup

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Destaques na Yamalube R3 Cup, os pilotos Guilherme Brito e Kaká Fumaça serão os brasileiros que participarão da seletiva para Red Bull MotoGP Rookies Cup. Hoje, o campeonato é o principal caminho para levar jovens talentos para o MotoGP. Os aprovados receberão o suporte de treinadores com experiência internacional e poderão competir em nível profissional, ao mesmo tempo em que terão a oportunidade de aprender, desenvolver a sua pilotagem e ganhar visibilidade, abrindo portas para a participação em outros importantes campeonatos internacionais.

O treinamento é abrangente, incluindo até questões de mídia e trabalhos na parte física. Para o vencedor, a premiação não poderia ser melhor: acesso direto para a categoria Moto3. Já passaram pela seletiva, brasileiros como Ton Kawakami (2015 e 2016), David Gomide (2016) e Meikon Kawakami (2014, 2015 e 2016), aprovado em sua terceira tentativa, e que atualmente corre ao lado dos melhores jovens talentos do Mundo. Meikon figurou entre os top 10 da Rookies Cup este ano. Eliton segue carreira no Brasil, liderando a categoria Stock, da Yamalube R3 Cup, e David é o quinto colocado na mesma categoria, no SuperBike Brasil.

Os dois pilotos que participarão da seletiva este ano possuem uma bela história na motovelocidade nacional, figurando boas chances de bons resultados. Kaywan Alves Freire da Costa, o “Kaká Fumaça”, de apenas 14 anos, é um dos nomes que irão para a seletiva. Engana-se quem acha que a pouca idade é sinônimo de inexperiência. Kaká começou na motovelocidade com 4 anos de idade e coleciona títulos, entre eles, Campeão de Minimoto, Campeão Brasiliense de 125cc, Campeão Brasiliense de 150cc e Vice-campeão Goiano de 300cc. Hoje, Kaká é o quarto colocado na geral da categoria stock, da Yamaha R3 Cup.

O representante paulista será Guilherme Brito, que atua nas motos desde os 11 anos de idade. Hoje, com 14, já passou por equipes renomadas, como a do grande piloto Alexandre Barros, e tem em seu currículo grandes ambições. Atualmente na Yamalube R3 Cup ele está em segundo lugar na classificação geral.

Para mais informações, acesse:

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