Avon Tyres: Tradicional marca inglesa de pneus chega ao Brasil

Avon TrailRider Set clean

Foto: Divulgação

A Avon Tyres é um fabricante inglês com bastante tradição. Fundada em 1885, a marca vem fabricando pneus desde 1900 e, hoje em dia é equipamento original para marcas mundialmente reconhecidas, como Triumph, Royal Enfield, Rolls-Royce, Bentley, Land Rover e Caterham.

Estará disponível no mercado nacional os seguintes modelos:

TRAIL RIDER

  • Pneu 90% on-road, 10% off-road, específico para motocicletas big trail ;
  • Novo composto rico em sílica, usado para melhor aderência em pista molhada;
  • Estrutura Tricomposto (composto mais macio nas extremidades do pneu para maior aderência em curvas e composto mais duro no centro para maior durabilidade);
  • Pontos tridimensionais de intertravamento ocultos nas ranhuras para melhorar a estabilidade e a aderência – 3D SIPES (pneus radiais);
  • Alta tecnologia de construção de carcaça e compostos de última geração, que oferecem excelente aderência e desempenho.

COBRA

  • Pneu tricomposto dirigido ao mercado de motocicletas touring/custom;
  • Incorpora tecnologia de pneus esportivos para manipulação ágil;
  • Incrível estabilidade e longevidade;
  • Tamanhos extra largos para motocicletas personalizadas;
  • Excelente composto durável para maior quilometragem;
  • Opcional de pneu com paredes brancas.

3D X-M

  • Pneu para motocicletas Sport/Touring;
  • Alto desempenho e maior durabilidade;
  • Pontos tridimensionais de Intertravamento ocultos nas ranhuras para melhorar a estabilidade e a aderência – 3D SIPES (pneus radiais);
  • Monocomponente e multi-composto de alto desempenho, rico em sílica usado para melhor aderência em pista molhada;
  • Características excelentes de performance e estabilidade.

CG: Tiro certeiro lançado pela Honda

Honda CG - Flickr - Mark

Foto: Flickr – Mark

Lançada em 1976, ou seja, há mais de 40 anos, quando a Honda iniciou a produção de motocicletas no Brasil, a CG é o ícone da marca e foi a protagonista de importantes momentos do mercado das duas rodas. Foi ela a primeira motocicleta flex produzida no mundo, também o primeiro modelo de baixa cilindrada com freios ABS, entre outros destaques. Ao todo, são nove gerações que ganharam as ruas do país trazendo inovação, tecnologia, alta qualidade com produção nacional e baixo custo de manutenção.

Criada para ser um meio de transporte prático na locomoção urbana, a CG é a moto mais vendida no Brasil, ultrapassando até a venda de automóveis, como o Volkswagen Gol, por exemplo. A moto possui versões de 125, 150 e 160cc, com transmissão em 5 velocidades.

De acordo com o motociclista Laertes Torrens Filho, a Honda CG é um marco na história do motociclismo mundial. “A motocicleta já foi testada e aprovada pelos motociclistas mais exigentes do setor de duas rodas. Econômica, segura e de ótimo valor de revenda. Um marco na história das motos”, comenta Laertes.

Buell: da parceria entre um engenheiro e a Harley-Davidson, nasceu essa beleza

Flickr - Ryan Russell

FOTO: FLICKR/RYAN RUSSELL

A fabricante americana Buell Motorcycle Company foi a primeira empresa criada em parceria com a Harley-Davidson. As motocicletas recebiam motor de HD, e atuaram entre os anos de 1983 e 2009, quando a fábrica decretou falência. A empresa divulgou que foram produzidas cerca de 100.000 unidades da marca.

Segundo o motociclista Laertes Torrens Filho, a moto surpreendeu a todos na época em que foi criada, devido a sua qualidade e leveza. “Até hoje a Buell é fantástica e provoca nostalgia, pois o entre-eixos é curto, com motor HD, que possui um torque enorme e surpreende nas pistas e estradas sinuosas. É uma máquina perfeita para curvas de baixa velocidade”, diz Laertes.

CB 400: Paixão à primeira vista

Flickr - Bayernernst

Foto: Flickr/Gipiosio e Flickr/Bayernernst

Apaixonante! Essa é a palavra que vem à mente quando falamos da Honda CB 400, motocicleta escolhida pela Revista Moto Adventure para a seção “Motos que marcaram época” de hoje.

Lançada nos anos 1980, o modelo da máquina tinha uma mecânica privilegiada para o período. Oferecia potência de 44 cv a 9.500 rpm, com torque máximo de 3,2 m.kgf a 8.000 rpm, levando a moto a uma velocidade máxima próxima a 160 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em 7 segundos.

Contava, também, com motor de dois cilindros paralelos, quatro tempos, refrigeração a ar e dois carburadores de 32mm, além de 3 válvulas por cilindro, duas para admissão e uma para escapamento.

De acordo com o motociclista Laertes Torrens Filho, a CB 400 é um verdadeiro ícone do motociclismo brasileiro. “A CB 400 foi um marco na história nacional. A moto era forte como um trator e passava por vários desafios, inclusive no barro. Quem tinha uma dessa era considerado um motociclista de bom gosto. Fabricação nacional de primeira linha, tanto é que existem muitas rodando até hoje nas cidades e nas estradas também”, diz Laertes.

900 cc: A primeira vez a gente nunca esquece

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Foto: Laertes Torrens Filho

Pois é, aquela velha frase ‘a primeira vez a gente nunca esquece’ faz todo o sentido quando o assunto é motocicleta. Logo eu, que sempre fui um apaixonado por veículos de duas rodas e, ao mesmo tempo, um medroso assumido em relação às motos de alta cilindradas, e que havia pilotado apenas uma Honda Biz 100 cc e uma Yamaha Fazer 150, perdi a ‘virgindade’ pilotando uma Triumph Street Cup 900 cc.

Foi uma experiência simplesmente incrível! Saí andando pelas ruas de São Paulo, mais precisamente do bairro do Morumbi até a região do Ipiranga. Lançada no Brasil no dia 14/03, posso dizer que foi um passeio praticamente exclusivo com essa belezinha. As primeiras impressões do novo ‘brinquedinho’ foram ótimas.

Ao sentar na motocicleta, já senti um conforto imediato e percebi que estava entrando num universo totalmente diferente do que estou acostumado. A embreagem estava um pouco dura, normal para um veículo que está com quilometragem baixíssima, praticamente zerado, e que apresenta uma força descomunal.

Respeito ao mundo novo

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Foto: Laertes Torrens Filho

Antes da partida, fiz uma pequena reflexão sobre tudo que já havia vivido em relação às duas rodas. Dei a partida e saí vagarosamente, com medo daquela verdadeira ‘monstra’ que, agora, estava sob meu comando. Fomos conversando um com o outro, eu e a moto, num mundinho todo particular. Aos poucos fui acostumando com a posição das marchas, dos freios, e da sensação de estar pilotando uma Triumph.

Quando peguei a primeira avenida com uma reta enorme, pensei: agora é a hora de acelerar. Porém, respeitei a minha inexperiência no assunto e segui guiando a cerca de 50, no máximo 60 km/h. No momento em que tomei confiança e acelerei, cheguei ao meu auge. Notei que estava a bordo de uma máquina e tanto. A velocidade é imediata, 100 km/h é atingido com facilidade, o que pede freios confiáveis, e posso dizer que assim que acionados eles pararam com firmeza, fazendo com que eu ficasse em paz.

Enfim, faltam palavras para descrever a sensação, entretanto, encontro uma que exibe com clareza o sentimento dessa experiência única: FELICIDADE! Que venham os próximos passeios!

MOTOGP: QUEDAS DE VIÑALES, VITÓRIA DE ROSSI E LIDERANÇA DE MÁRQUEZ

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Foto: Gaspar Nóbrega/Vipcomm

O MotoGP 2017 tem proporcionado grandes emoções aos fãs. Até o fechamento desta edição, o espanhol Marc Márquez, da Honda, liderava o campeonato, com 129 pontos, após conquistar a vitória no GP da Alemanha, disputado em 02/07, seguido por Maverick Viñales, da Yamaha, com 124, e Andrea Dovizioso, em terceiro, com 123.

Na etapa anterior, no GP de Assen, na Holanda, o destaque ficou para o italiano Valentino Rossi. Aliás, o “doutor” quebrou um jejum de um ano sem vitórias. Na prova citada, o piloto da Yamaha conseguiu alcançar o lugar mais alto do pódio. Mesmo com chuva, Valentino mostrou toda sua competência, experiência e ousadia, e travou batalhas emocionantes, principalmente com Marc Márquez e Danilo Petrucci.

O companheiro de Rossi, Maverick Viñales, é uma das sensações do campeonato, entretanto, a gana por acelerar forte tem causado alguns contratempos, e fez com que o piloto já tivesse duas quedas na edição 2017, perdendo pontos importantes na classificação geral.

Até o fim da temporada, as disputas prometer ser cada vez mais acirradas. Sorte a nossa, que somos apaixonados por velocidade e por essas máquinas que nos enchem de alegria a cada acelerada!

WINNER MOTORS: DESENVOLVENDO O MERCADO E CONSERVANDO OS MOTOCICLISTAS

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Foto: Laertes Torrens Filho

A Winner Motors, distribuidora de marcas de capacetes como Shark, Zeus, dos Pneus Bridgestone, das botas Puma e da Sky, marca própria, atua no segmento com uma linha de pensamento bem definida: manter, desenvolver o mercado e conservar o motociclista.

A filosofia da empresa é trazer produtos de alta qualidade, boa performance e diferentes do que a concorrência dispõe. “O mercado exige novidades a todo momento. A briga de preços não tem fim. Hoje o valor é um, amanhã outro, e assim caminha o setor, mas, nós não queremos entrar nessa disputa. Prezamos pela linha de um novo conceito, diferencial e qualidade dos produtos”, afirma Gustavo Marano, que atua na área comercial e no marketing da empresa.

Preocupado com as diversas áreas que o motociclismo abrange, a Winner aposta na segurança como carro-chefe de seus itens. “Queremos vender um produto bom para o motociclista que, além de protegê-lo, vai oferecer mais prazer na pilotagem. Quando o condutor utiliza produtos de qualidade, tudo melhora, pois isso ajuda no conforto, diminui a poluição sonora e faz com que o piloto queira sempre estar andando de moto, em consequência disso, ele irá consumir mais produtos, como pneus, entre outros”, conta.

PREOCUPAÇÃO COM A CLASSE

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Foto: Laertes Torrens Filho

Marano diz que o aumento nos acidentes envolvendo motociclistas só prejudica a classe. “Quando ocorre um acidente fatal, isso prejudica o motociclismo em geral, pois mais uma pessoa deixará de andar de moto, mais uma família irá ficar triste e pegar trauma de andar sobre duas rodas”.

Falando de valores, Gustavo dá dicas de como escolher um bom capacete. “Nem sempre o mais caro é o melhor para você utilizar. A Shark oferece modelos para cada estilo de moto, seja ela uma naked, big trail, custom, etc, além de desenvolver um estudo de traumatologia, que analisa os riscos em situações de acidentes. O ideal é sempre alinhar qual sua real necessidade e contar com o apoio de um profissional na escolha do capacete”.

Para finalizar, Gustavo Marano se despede e fala da sua gratidão a todos que, de alguma maneira, ajudam a engrandecer o universo do motociclismo. “Agradeço à Revista Moto Adventure pelos anos de parceria e pela seriedade com que o trabalho é feito, e a todos que, de alguma forma, ajudam a fomentar o mercado do motociclismo no Brasil”.