Máquina recebe customização estilo Bobber com motor clássico da década de 60

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Fotos: Fabiano Guma

A inspiração refere-se à década de 1960 e o estilo é Bobber. Em customização realizada pelo artista Celio Dobrucki, a Bobber recebeu pintura handmade (feita à mão) com detalhes exclusivos. Com motor clássico Harley-Davidson da década de 1960, com 1.700 cilindradas de potência, a motocicleta recebeu tanque Peanut com capacidade para 8 litros de combustível, chassi Hardtail, roda traseira de 16 polegadas e dianteira de 21, banco solo, além de peças fabricadas pela Dobrucki Custom Shop como guidão, tanque de óleo, escapamento, sissybar e outros suportes.

As bobbers surgiram na década de 40. São motos em sua mais pura essência, onde todo o supérfluo é retirado para deixá-las mais leves e rápidas. Algumas das características mais comuns das bobbers são a ausência ou a redução ao extremo do para lama dianteiro, o banco solo, o estilo minimalista, sem cromados ou adereços desnecessários. Também conhecidas como rabo duro (por não ter amortecedor traseiro) com centro de gravidade bem baixo.

CG: Tiro certeiro lançado pela Honda

Honda CG - Flickr - Mark

Foto: Flickr – Mark

Lançada em 1976, ou seja, há mais de 40 anos, quando a Honda iniciou a produção de motocicletas no Brasil, a CG é o ícone da marca e foi a protagonista de importantes momentos do mercado das duas rodas. Foi ela a primeira motocicleta flex produzida no mundo, também o primeiro modelo de baixa cilindrada com freios ABS, entre outros destaques. Ao todo, são nove gerações que ganharam as ruas do país trazendo inovação, tecnologia, alta qualidade com produção nacional e baixo custo de manutenção.

Criada para ser um meio de transporte prático na locomoção urbana, a CG é a moto mais vendida no Brasil, ultrapassando até a venda de automóveis, como o Volkswagen Gol, por exemplo. A moto possui versões de 125, 150 e 160cc, com transmissão em 5 velocidades.

De acordo com o motociclista Laertes Torrens Filho, a Honda CG é um marco na história do motociclismo mundial. “A motocicleta já foi testada e aprovada pelos motociclistas mais exigentes do setor de duas rodas. Econômica, segura e de ótimo valor de revenda. Um marco na história das motos”, comenta Laertes.

Buell: da parceria entre um engenheiro e a Harley-Davidson, nasceu essa beleza

Flickr - Ryan Russell

FOTO: FLICKR/RYAN RUSSELL

A fabricante americana Buell Motorcycle Company foi a primeira empresa criada em parceria com a Harley-Davidson. As motocicletas recebiam motor de HD, e atuaram entre os anos de 1983 e 2009, quando a fábrica decretou falência. A empresa divulgou que foram produzidas cerca de 100.000 unidades da marca.

Segundo o motociclista Laertes Torrens Filho, a moto surpreendeu a todos na época em que foi criada, devido a sua qualidade e leveza. “Até hoje a Buell é fantástica e provoca nostalgia, pois o entre-eixos é curto, com motor HD, que possui um torque enorme e surpreende nas pistas e estradas sinuosas. É uma máquina perfeita para curvas de baixa velocidade”, diz Laertes.

CB 400: Paixão à primeira vista

Flickr - Bayernernst

Foto: Flickr/Gipiosio e Flickr/Bayernernst

Apaixonante! Essa é a palavra que vem à mente quando falamos da Honda CB 400, motocicleta escolhida pela Revista Moto Adventure para a seção “Motos que marcaram época” de hoje.

Lançada nos anos 1980, o modelo da máquina tinha uma mecânica privilegiada para o período. Oferecia potência de 44 cv a 9.500 rpm, com torque máximo de 3,2 m.kgf a 8.000 rpm, levando a moto a uma velocidade máxima próxima a 160 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em 7 segundos.

Contava, também, com motor de dois cilindros paralelos, quatro tempos, refrigeração a ar e dois carburadores de 32mm, além de 3 válvulas por cilindro, duas para admissão e uma para escapamento.

De acordo com o motociclista Laertes Torrens Filho, a CB 400 é um verdadeiro ícone do motociclismo brasileiro. “A CB 400 foi um marco na história nacional. A moto era forte como um trator e passava por vários desafios, inclusive no barro. Quem tinha uma dessa era considerado um motociclista de bom gosto. Fabricação nacional de primeira linha, tanto é que existem muitas rodando até hoje nas cidades e nas estradas também”, diz Laertes.

Amigos da Lua comemora 10 anos de existência

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Foto: Reprodução/Facebook

O Amigos da Lua Moto Clube está em festa! A agremiação vai completar 10 anos de existência e, para comemorar, um evento grandioso será realizado em Lavrinhas, interior de São Paulo (Balneário do Zé João – Estrada Pinheiros – Capela do Jacú – S/N – Saída 22 da Rodovia Dutra), entre os dias 17 e 20 de novembro. Na ocasião, haverá café da manhã, expositores e várias bandas de rock roll, além da presença ilustre do locutor Waguinho, do Pererecas MC/RJ.

Segundo Paulo Henrique Custódio, o Buca, diretor de relações públicas do Moto Clube, a confraternização entre os participantes é a parte mais importante do evento. “No local há espaço para acampar com piscina natural, bem legal para interagir. Receberemos os integrantes do ‘Amigos da Lua’ de São Paulo e Rio de Janeiro, bem como diversos outros Moto Clubes de todas as regiões para uma confraternização”, afirma Buca.

900 cc: A primeira vez a gente nunca esquece

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Foto: Laertes Torrens Filho

Pois é, aquela velha frase ‘a primeira vez a gente nunca esquece’ faz todo o sentido quando o assunto é motocicleta. Logo eu, que sempre fui um apaixonado por veículos de duas rodas e, ao mesmo tempo, um medroso assumido em relação às motos de alta cilindradas, e que havia pilotado apenas uma Honda Biz 100 cc e uma Yamaha Fazer 150, perdi a ‘virgindade’ pilotando uma Triumph Street Cup 900 cc.

Foi uma experiência simplesmente incrível! Saí andando pelas ruas de São Paulo, mais precisamente do bairro do Morumbi até a região do Ipiranga. Lançada no Brasil no dia 14/03, posso dizer que foi um passeio praticamente exclusivo com essa belezinha. As primeiras impressões do novo ‘brinquedinho’ foram ótimas.

Ao sentar na motocicleta, já senti um conforto imediato e percebi que estava entrando num universo totalmente diferente do que estou acostumado. A embreagem estava um pouco dura, normal para um veículo que está com quilometragem baixíssima, praticamente zerado, e que apresenta uma força descomunal.

Respeito ao mundo novo

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Foto: Laertes Torrens Filho

Antes da partida, fiz uma pequena reflexão sobre tudo que já havia vivido em relação às duas rodas. Dei a partida e saí vagarosamente, com medo daquela verdadeira ‘monstra’ que, agora, estava sob meu comando. Fomos conversando um com o outro, eu e a moto, num mundinho todo particular. Aos poucos fui acostumando com a posição das marchas, dos freios, e da sensação de estar pilotando uma Triumph.

Quando peguei a primeira avenida com uma reta enorme, pensei: agora é a hora de acelerar. Porém, respeitei a minha inexperiência no assunto e segui guiando a cerca de 50, no máximo 60 km/h. No momento em que tomei confiança e acelerei, cheguei ao meu auge. Notei que estava a bordo de uma máquina e tanto. A velocidade é imediata, 100 km/h é atingido com facilidade, o que pede freios confiáveis, e posso dizer que assim que acionados eles pararam com firmeza, fazendo com que eu ficasse em paz.

Enfim, faltam palavras para descrever a sensação, entretanto, encontro uma que exibe com clareza o sentimento dessa experiência única: FELICIDADE! Que venham os próximos passeios!

Ninja Sedutora

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Foto: Kawasaki EU – BR

A Kawasaki do Brasil lança nas concessionárias dois modelos que passam a integrar a linha Sport 2018 da marca japonesa. A Ninja 650 ABS retorna às lojas com diversas atualizações. O novo modelo ficou mais leve, econômico e, principalmente, priorizou o desempenho nas médias e baixas rotações. “Sedução e personalidade para o dia a dia. Demos um toque maior à leveza, ou seja, uma dose extra de adrenalina para o piloto”, diz Ricardo Suzuki, gerente de marketing da Kawasaki do Brasil.

De acordo com Suzuki, a motocicleta atende a diversos estilos de condutores. “A nova Ninja 650 ABS 2018 atende a uma diversidade de perfis. Queremos conquistar novos clientes e mercados, e acreditamos que o modelo é perfeito para essa tentativa”.

Inspiração para construir

Em uma primeira análise visual, os consumidores da Kawasaki já poderão perceber as novidades da nova Ninja 650 ABS 2018. Os desenvolvedores japoneses optaram por deixá-la com um aspecto mais agressivo e inspirado nas versões SuperSport da marca.

Para isso, o lançamento recebeu nova carenagem frontal, uma rabeta ainda mais compacta e lançada para cima e uma modificação no formato do farol. Já a lanterna traseira ganhou lâmpadas de LED que formam a letra X e dão um aspecto bastante esportivo à motocicleta.

“Tivemos uma evolução no farol, nos pneus, espelhos e piscas. Estamos crentes que a motocicleta vai cair no gosto pelos apaixonados pela Ninja, que já se tornou uma referência em modelos esportivos no Brasil”, afirma Suzuki.

Pacote eletrônico avançado

Ao girar a chave no contato, o usuário irá perceber um painel de instrumentos moderno com display em LCD, velocímetro e indicador de marchas digitais. E além das funções tradicionais, como hodômetros total e parcial, média do consumo de combustível, temperatura do líquido de arrefecimento e relógio, a nova Ninja 650 ABS traz também uma luz que sugere o momento mais indicado para a realização da troca das marchas baseado na rotação do motor.

E, por falar em motorização, o modelo bicilíndrico de 649 cc ganhou ainda mais performance nas médias e baixas rotações. O intuito da Kawasaki foi priorizar a pilotagem no dia a dia. Assim, a Ninja 650 ABS 2018 entrega uma potência suave abaixo das 3.000 rotações (rpm), fato que permite ao piloto ter maior confiança para explorar o acelerador nas rotações mais altas.

Economia em pauta

Outro grande destaque da nova Ninja 650 ABS é a relação entre peso e economia. O modelo enxugou 15 quilos em relação à versão anterior e com isso baixou, em média, 6,8% seu consumo de combustível. Diversos fatores contribuíram para isso, entre eles estão a utilização de novas tecnologias, como cilindros do tipo open-deck e mudanças no design da balança traseira e do quadro, que ficaram mais leves.

A Ninja 650 ABS 2018 traz ainda uma porção de novidades. Destaque para a nova alavanca de câmbio do tipo Link, a tecnologia de embreagem Assistida & Deslizante – desenvolvida especialmente para as pistas pela equipe Kawasaki Racing Team – e os freios no formato margarida com diâmetro de 300 mm na frente e 220 mm na traseira.

Mil motivos para sonhar

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Fotos: Kawasaki EU – BR

Outra novidade é a reformulação da Ninja 1000. A moto de alta cilindrada chega à terceira geração com um visual ainda mais esportivo e com a eletrônica totalmente renovada. “O motor, chassi e a parte eletrônica foram reformuladas. Ao ligar a moto, o condutor já percebe que está entrando num universo totalmente moderno. Além do estilo, pensamentos também no conforto, que foi uma das maiores preocupações na atualização do modelo”, conta Alex Noé, chefe de serviço técnico da marca japonesa.

A motocicleta de 1.043 cm³ de cilindrada chega ao mercado brasileiro com um visual renovado e com a parte eletrônica totalmente modernizada. A superesportiva de quatro cilindros e potência máxima de 142 CV recebeu a última versão do software de modelagem avançada da Kawasaki para o desenvolvimento de um quadro com curvas suaves e um mínimo de soldas, garantindo um nível de tensões extremamente baixo. O KCMF (Kawasaki Cornering Management Function) gerencia os diversos parâmetros de motor e chassi e ajusta a intensidade de frenagem, através do KIBS e a potência ideal (Controle de tração KTRC), para uma transição suave entre aceleração e retomada ao percorrer curvas.

Tratando-se exclusivamente dos freios, a Ninja 1000 ABS 2018 está equipada com um sistema de gerenciamento de alta precisão. O KIBS – Kawasaki Intelligent anti-lock Brake System – assegura uma frenagem praticamente perfeita com um mínimo de interferência durante a pilotagem esportiva. Por meio de sensores de velocidade nas duas rodas, o sistema monitora a pressão hidráulica da pinça dianteira e coleta diversas informações da ECU (Unidade de Controle Eletrônico) do motor. Com isso, o KIBS evita uma possível perda de performance nos momentos de frenagem.

Design inovador

Já em relação à aparência, a superesportiva ganhou um design bem mais agressivo. O lançamento traz novas linhas e uma carenagem frontal semelhante às utilizadas nas motociclistas de competição. Assim como nos lançamentos mais recentes da Kawasaki, a Ninja 1000 ABS 2018 traz ainda iluminação em LED em seu farol duplo, o que aumenta a intensidade e o alcance da luz.

E para maior conforto, o para-brisa com bolha dupla da motocicleta foi modificado e agora está 15 mm mais alto no centro, o que ajuda evitar turbulências e reduz o impacto do vento. O equipamento ainda traz três regulagens de altura. Por fim, o painel de instrumentos recebeu um novo layout. Entre as novidades estão uma tela de LCD com velocímetro digital, indicador de posição de marchas e de temperatura externa.

Além da versão Standard na cor preta, a Ninja 1000 estará disponível na versão Tourer na tradicional cor verde, com um completo pacote de acessórios de série como slider, protetor de motor, tank pad e knee pad.  Outros diferenciais da versão Tourer são a bolha fumê, que confere à motocicleta um visual ainda mais atraente, e uma tomada de 12V para maior comodidade.

“Com todas essas atualizações, podemos afirmar que a Ninja 1000 ABS 2018 é a mais avançada Sport Touring do mundo. Ela foi feita para pilotos experientes, que já dominam o universo das altas cilindradas. Esperamos conquistar mais espaço no Brasil nesse segmento”, finaliza Ricardo Suzuki.

FICHA TÉCNICA – NINJA 650 ABS:

MOTOR

Tipo – 4 tempos, 2 cilindros paralelos, refrigeração líquida

Cilindrada – 649 cc

Diâmetro x curso – 83,0 x 60,0 mm

Taxa de compressão – 10,8:1

Sistema de válvulas – DOHC, 8 válvulas

Sistema de combustível – Injeção eletrônica

Ignição – Bateria e bobina (ignição transistorizada)

Partida       Elétrica

Lubrificação – Lubrificação forçada (cárter úmido)

SUSPENSÃO

Dianteira – Garfo telescópico de ø41 mm

Traseira – Amortecedor horizontal do tipo Back-Link com ajuste de pré carga

PERFORMANCE

Potência máxima – 50,2 kW (68 CV) / 8.000 rpm

Torque máximo – 65,7 N•m (6,7 kgf•m) / 6.500 rpm

FICHA TÉCNICA – NINJA 1000:

MOTOR

Tipo – 4 tempos, 4 cilindros em linha e refrigeração líquida

Cilindrada – 1.043 cc

Diâmetro x curso – 77,0 x 56,0 mm

Taxa de compressão – 11,8:1

Sistema de válvulas – DOHC, 16 válvulas

Sistema de combustível – Injeção eletrônica

Ignição – Digital

Partida       Elétrica

Lubrificação – Lubrificação forçada (cárter húmido)

SUSPENSÃO

Dianteira – Garfo telescópico invertido de 41 mm com retorno, compressão e  pré-carga da mola ajustáveis

Traseira – Back-link horizontal com amortecedor a gás, retorno e pré-carga da mola ajustáveis

PERFORMANCE

Potência máxima – 142 cv / 10.000 rpm

Torque máximo – 11,3 kgf·m / 7.300 rpm

VALORES:

Ninja 650 ABS SE – Lime Green KRT Edition

Preço Público Sugerido: R$ 34.990,00

Ninja 650 ABS – Metallic Spark Black

Preço Público Sugerido: R$ 33.990,00

Ninja 1000 ABS – Metallic Spark Black

Preço Público Sugerido: R$ 56.990,00

Ninja 1000 Tourer ABS – Candy Lime Green

Preço Público Sugerido: R$ 59.990,00

Disponíveis na rede autorizada Kawasaki: a partir de julho de 2017.

Saiba mais em: www.kawasakibrasil.com